Arquivo da categoria ‘Nes’

SD Hero Soukessen Taose! Aku no Gundan

Novembro 23, 2009

Título: SD Hero Soukessen Taose! Aku no Gundan
Sistema: Nes
by Banpresto

Nas locadoras da época, este título era conhecido pelos pivetes por “Jogo do Jaspion”.

Estava procurando evitar jogos do SD Gundam, porque não representam nenhum universo dos heróis em si, mas abri uma exceção para este simplesmente pela presença de uma porrada de personagens, alguns deles com uma grande notoriedade no Brasil, tais como:


Sim, caro leitor! O policial Jiban, Metalder, Kamen Riders(sim, mais de um), Ultraman, o robô Gundam, dentre outros num só game, num estilo que lembra os jogos de Megaman, incluindo opção de por qual das 8 fases você deve iniciar. Poderia ser mais épico se não fossem certos problemas:

Metalder, cabeça amassada!

Pra começar, os gráficos dos SD Metal Heros, assim como dos inimigos, ficam um tanto confusos, ajudados também pela fraca palheta de cores. Certo que o Nes não é nenhum grande exemplo em cores, mas é nítido, se compararmos com vários títulos do console, que poderiam fazer um trabalho melhor. Acreditem, tive trabalho na hora de por screenshots aqui, pois em muitas delas o gráfico era tão escroto que ficava difícil entender o que era o personagem na tela. Pra completar, durante os pulos os heróis ficam falando porcarias que só deixam a tela mais tosca.

Jiban encara um chefe

Isso seria um Gundam

A jogabilidade também não ajuda muito, principalmente em momentos onde é necessário ter reações rápidas. Os inimigos por muitas vezes acabam te atingindo por serem necessários muitos golpes pra derrubá-los, e alguns deles, por nenhum bom motivos, parecem imortais, como um certo inimigo voador que fiquei um tempão golpeando até ele acabar com meu boneco. Felizmente o HP é grande e se acontecer de um inimigo não quiser morrer, passe direto que é o melhor a se fazer.

O que poderia ser o maior atrativo do jogo acaba em alguns momentos também sendo frustrante: A escolha dos personagens. Você não tem controle sobre quem controla. Na seleção de fases mostra com quem você vai jogar num determinado estágio, mas há bem mais heróis dos que aparecem naquela tela. Você terá de trocar de personagem pegando itens durante a fase, e o item nem pergunta para qual personagem queres trocar, e pior ainda, as vezes não dá nem pra perceber com quando este item aparece, geralmente deixado por inimigos. Numa só fase, eu comecei jogando com um herói que não conhecia, troquei pro Jiban, 10 segundos depois já estava com o Metalder, e em mais10 segundos já tinha voltado a o herói inicial. Cara que coisa chata, porque essa porcaria não coloca uma tela de seleção pra gente ao invés dessa escolha aleatória ridícula.

Kamen Rider seja lá qual for

Game Over com incentivo a Hentai

E se acham que acabou, enganam-se, porque o soundtrack é repetitivo pra CARAHO, o que acaba fazendo com que este título não seja nada além de uns caça-níqueis do passado, e sirva de curiosidade nos dias de hoje.

Euzinho no Nintendo Blast.

Novembro 22, 2009

Olá pessoal , semana de provas, sempre é dificil postar alguma coisa, mas quero destacar que agora também tenho uma coluna num grandes blog, o Nintendo Blast – http://www.nintendoblast.com.br/

Minha matéria de estréia fala sobre Castlevania 1, vejam como ficou:

http://www.nintendoblast.com.br/2009/11/blast-from-past-castlevania-nes.html

Cosmo Police Galivan – Ele é “Metal Hero” nas horas vagas

Novembro 12, 2009
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Screenshot ficou fudido e eu não tive tempo de tirar outro

 

Título: Cosmo Police Galivan
Sistema: Nes
Em: 1988
by Nihon Bussan
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Entrada totalmente metroid

Nunca ouvi falar dessa Nihon Busanfa… De qualquer maneira eis aqui um joguinho dificil, bem típico anos 80. Você encarna o tal Galivan, um membro da policial do cosmos, contra gangs de aliens vagabundos.

Na cola do Metroid: Com poucos minutos de jogo você perceberá que o jogo chupinha muita coisa de Metroid, mas para ficar menos descarado a arma principal é uma espada ao invés do tiro que é sub arma. O esquema é o mesmo da série inspiradora, ande por labirintos cavernas repleto de criaturas repugnantes, encontre armas especiais, e abra novos caminhos derrubando portas vermelhas. Pelo menos o Galivan ganha experiência e sobe de nível, ou seja, pra quem pensa que o Castlevania Synphony trouxe inovações, pense de novo, essas idéias já tinham sido aplicadas nos anos 80.

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Use a força !!!

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Quase herói: Como eu disse ele é um herói de metal. O problema é que nesse jogo o Galivan passa 80% do tempo na forma humana. Tudo porque pra vestir a armadura ele precisa juntar 8 itens com a letra P, que não são tão frequentes quanto deveriam ser. Pra completar depois de vestir a armadura, você todo alegre por estar mais forte e por poder rebater tiros dos inimigos, com poucos golpes ela vai embora e aí você tem que juntar tudo de novo. Bah!

Geral: Galivan segue na linha mediana – gráficos regulares, sons regulares, jogabilidade regular. O que mais se destaca mesmo é a alta dificuldade que podem fazer os jogadores mais inspirados ficarem horas tentando descobrir caminhos e derrotar certos inimigos. O que eu realmente sinto falta aqui são de tiros mais eficientes, a espada é fraca e o seu tiro de raio além de ser usado pra abrir portas, acaba muito rápido. Encare se gosta de um bom desafio.

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Abaixe para conversar. "Galivan! Você Gozou!"

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Enfim a armadura.

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Agora eu sei de onde vieram as cobras inimigos na fase do Snake Man

Kyouryuu Sentai Zyuranger – Power Ranger é a mãe!

Novembro 6, 2009

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Título: Kyouryuu Sentai Zyuranger
Sistema: Nes
Em: 1992
by Angel

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1 ano depois, a mesma Angel colocou no mercado outro jogo baseado em um sentai campeão de audiência no Japão. Zyuranger,pouco tempo depois seria adaptado nos Estados Unidos como Mighty Morphin Power Rangers pela dupla de idiotas Shuki Levy e Haim Saban, modificando completamente o elenco, roteiro e enchendo de piadinhas que sí americanos retardados acham graça. E estranhamente as cenas de batalha vinham da série original , fazendo com que na hora da transformação uma chinezinha virasse homem, e um gordinho ficasse magro… Whatever!

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Rita Re Puta

Nítidamente o investimento nos gráficos de Jyuuranger foram bem maiores do que em Jetman, talvez devido ao bom resultado de vendas do anterior, percebemos sprites muito grandes e com uma boa animação para o padrão do console, assim como cenários bem legais, apesar de serem um pouco desproporcionais em relação aos personagens. Mas, mais uma vez provando que não basta ter gráfico, tem que ter diversão, Zyuranger acaba sendo um jogo mais chato de se jogar que Jetman.

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Fase estilo Monica no Castelo do Dragão

Novamente é possível jogar com todos os heróis, mas ao invés de você ter a liberdade de escolher com quem jogar, cada fase é adaptada para algum personagem. Assim, na fase 1, você vai como amarelo, na 2 com a rosa, na 3 com o azul, etc…
A principal piora está na jogabilidade. O personagem é muito grande é rápido e muitas vezes você perde o controle sobre ele e acaba escorregando. O pulo também é muito pequeno, vai atrapalhar principalmente quando se tem que pular de uma plataforma pequena para outra.

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Esse chefecria monstros usando massa de modelar. Tente acertá-lo na cabeça assim que aparecer e seu ataque é cancelado.

Em consequência das dificuldades na jogabilidade, o desafio aumenta, mas não apenas por conta disso, o jogo é só pra quem gosta de desafios a moda do 8 bits. Os rangers morrem com poucos golpes e a maioria das armas tem um alcance muito pequeno. Não há continues mas há passwords (estranho isso, porque diabos não colocar logo uma tela de continue?!). As passwords são bem fáceis de decorar por sinal, são sempre 3 figuras do ranger vermelho fazendo alguma coisa.

Em relação ao som, no inicio pode parecer legalzinho, mas com o tempo você vai ver que raramente a música muda chegando ao ponto de você achar melhor desligar o volume.

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Pong de robô

 

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Bonus de FDP

Como destaque temos algumas fases de bonus como um pong de robôs gigantes (?!?!). Zyuranger não chega a ser um lixo, mas para um jogo que teve um bom investimento gráfico, merecia um pouco mais de qualidade.

Choujin Sentai Jetman – Sentai com espírito de Ninja Gaiden

Novembro 4, 2009

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Título: Choujin Sentai Jetman
Sistema: Nes
Em: 1991
by Angel

A Angel normalmente produz jogos baseados em licenciamentos de series japonesas, e no geral seus jogos não são grande coisa. Mas este Jetman até que é legal. Baseado num super sentai (os esquadrões de roupas coloridas que sempre tem robôs gigantes) que foi considerada uma das mais importantes séries do estilo.

Tem robô gigante? Tem não né?!

Tem robôs? Não né?!

O jogo vai trazer lembranças dos clássicos Ninja Gaiden, com algum influência de Megaman. O roteiro do jogo segue o que se espera de um Sentai, ou seja, monstros atacam e os 5 heróis partem para o combate. Logo de cara é possível escolher entre 5 fases, assim como qual dos 5 heróis você pretende jogar. Todos distribuem chutes usando pra cima e o botão de ataque e usam ataque especial com start. A diferença básicas entre eles é a arma. O vermelho e o preto vão com suas espadas, a branca e o azul preferem a pistola laser, e o amarelo é o único que luta com seus punhos.
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Ao final de cada fase os cinco se unem contra o chefe que sempre é um combate com o robô gigante, o que pode desagradar a alguns. Os camandos extras do robô são a defesa colocando-se pra baixo e 4 ataques especiais que se usam apertando start e de acordo com a quantida de poder indicado na sua barra o ataque muda.

Especialzão!

Especialzão!!!

A parte gráfica do jogo é regular, com sprites simples, porém com movimentação e jogabilidade precisas. Poderiam ter mais cutscenes como o Ninja Gaiden, mas só usam estas para a formação do robô. Ós sons e músicas são bons, mas talvez você não vai lembrar daquela musiquinha legal n ooutro dia como nos jogos de Megaman ou Castlevania. Já o desafio estranhamente é um tanto quanto fácil, com 3 níveis de dificuldade (O hard aparece depois de terminar uma vez no normal), e como o jogo é curto dá pra terminar no normal e hard de uma só vez(não use o easy, é muito loser).
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Para fãs de sentai que gostam dos jogos da era 8 bits, Jetman pode ser uma boa pra passar uma tarde jogando.

De Volta – Mês dos Heróis Japoneses

Novembro 2, 2009

Vou tentar ver se volto a postar resenhas temáticas aqui.

Abrindo o mês com um video da participação especial dos Mask Man num jogo do Nes de Karaoke chamado Karaoke Studio Senyou Cassette Vol 2

In Memoriam – Louis Vincent ALbano: Morre aos 74 anos o “Super Mario” Live Action

Outubro 14, 2009

Conhecido no mundo da luta livre como Capitão Lou Albano, no Brasil ele ficou marcado pelo Live Action do Super Mario Bros. Super Show.

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Fica aqui nossa homenagem com videos.

Aqui uma entrevista atual com ele falando sobre Super  Mario Bros.

E o episódio “MAGICIAN”

Retro Game Challange – O Curioso Caso de Nintedim Button.

Setembro 20, 2009

Produzido por Namco (Bandai Namco para os mais novos, mas o estúdio da Namco foi responsável por este)

Cá estou eu com mais uma resenha de DS. O que estão para ver agora é uma coletânea de jogos inéditos lançados para NDS. Mas um efeito curioso aconteceu para com estes jogos, eles acabaram de “nascer”, mas são… velhos!

Sim o espírito Retro está em alta e várias séries como Megaman, Contra, Super Mario, Castlevania e Sonic estão buscando suas raízes. Seguindo este espírito, a Namco produziu 6 novos jogos com gráficos e sons do velho hardware do NES.

A promoção deste pacote de jogos no Japão, o maior e mais frustrado gamer do universo, Arino(apresentador de um programa de TV japonês chamado Game Center CX dedicado só ao retro gamer).

Arino na introdução com letreiros de Star Wars

Arino na introdução com letreiros de Star Wars

Já que é pra entrar no clima Retro, postei aqui fotos dos jogos a moda das primeira edições da clássica revista Video-game, tiradas com uma câmera direto na tela e embassando toda a foto. Eu mesmo tirei direto do DS, e vejam que resultado porco (mas dá pra ver ; p ).

Fotos da minha câmera ; p

Fotos da minha câmera ; p

Para dar credibilidade aos “novos clássicos”, os programadores prepararam um acervo de coisas legais para que tudo parece realmente coisas do passado. Pra começar cada jogo vem acompanhado de fotos do seu “cartucho” (obviamente feitos em cima de carrtuchos de famicom), manual de instruções e até revista de época com dicas (obviamente todas são fakes). Na abertura dos jogos, são encontradas os nomes de falsas softhouses como TOMATO(paródia da própria NAMCO), Gears, Game Loft, dentre outras. Também se deram o trabalho de por o ano de lançamento dos jogos na abertura que vão de 1982 até 1989.

No início você é obrigado a jogar um Story Mode que fala sobre um jogador que é levado ao inicio dos anos 80 e tem que enfrentar os desafios do Arino do mal, e é auxiliado pelo Arino criança (?!). Na verdade é uma desculpa pra ele fazer desafios do tipo mate o primeiro chefe, passe a fase X, consiga 100000 de pontos…

Story Mode, a jogadora e o Arino criança

Story Mode, a jogadora e o Arino criança

Os jogos são liberados para Freeplay de acordo com que os desafios vão sendo vencidos.

E sem mais falação aqui estão os jogos:

Cosmic Gate – Inspirado por Galaga com influência de Space Invaders. É um daqueles jogos de Invaders que se espalharam dentre o fim dos anos 70 e início de 80 e causaram falta de moedas no Japão por conta dos arcades. Como é de se imaginar, derrote todos os inimigos enquanto desvia da chuva de tiros. Há itens, fases de bonus e até warps secretas para chegar ao final mais rápido.

Cosmic Gate

Cosmic Gate

Robot Ninja Haggle Man (1 e 2)- Inspirado por Ninja Kun, com influência de Megaman. Ninja Kun é pouco conhecido fora do Japão. Haggle Man tem a tradicional missão de salvar uma princesa com ajuda de seus amigos(que na prática, servem como itens especias). Cace todos os inimigos no tempo limite para o chefe aparecer e a fase terminar. Para achar os escondidos atrás das portas, deve se prestar atenção nas letras(siga ordem alfabética) e cores delas. É possível também matar inimigos virando a porta em cima deles. Haggle Man 2 é o mesmo 1 com novas fases.

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Rally King – Inspirado por Road Fighter e clichês da época. O que seriam os jogos dos anos 80 sem as corridinhas que nos fizeram esquecer os autoramas. Quem viveu aquela época vai chorar com a nostalgia de Rally King. Tente chega em primeiro enquanto detona os carros rivais, “pega” o carro colorido da gasolina, acha itens secretos de pontuação e faz os drifts valendo muitos pontos. É possível também liberar uma edição especial do jogo, mas não há grandes diferenças.

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"Rally King é um chocante game de 2 mega que traz para o conforto de sua casa todas as emoções de um Rally de verdade" By Ação Games

"Rally King é um chocante game de 2 mega que traz para o conforto de sua casa todas as emoções de um Rally de verdade" By Ação Games

Star Prince – Inspirado por … tudo que é jogo de nave que você lembrar. Tradicionalíssimo Shotter vertical. É o único jogo do pacote que oferece a opção de usar o joystick com botões TURBO. Faltou um pouco mais de dificuldade, característica típica dos jogos do estilo, mas não chega a ser fácil.

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Guadia Quest – Um típico e sonolento RPG oitentista, quase um clone discarado do Dragon Quest (mas me trouxe algumas lembranças do Phantasy Star). No controle de 3 garotas guerreiras medievais, deve-se passar todo aquele esquema de dificuldade da época de morrer o tempo inteiro até ter nível suficiente para passar de fase, cercado por labirintos tão grandes e tão complicados que farão você pensar o que tem de tão maléfico na cabeça dos programadores. Quase me fez desistir de liberar o último jogo, um desafio para poucos, mas ainda assim tem um diferencial para facilitar que não existe nos jogos da época, a opção de salvar em qualquer ponto do jogo.

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Robot Ninja Haggle Man 3 – Inspirado por Ninja Gaiden e Metroid, com influência de Mega Man e Rygar. Deixaram o melhor pro final. Apesar de ser uma continuação do Haggle Man, nada tem haver com o original, não há ninjas crianças nem princesas para serem resgatadas. Su “Ryu Hayabusa robô” deve passar por fases labirinto em busca de equipamentos(sim, ele equipa engrenagens com poderes e armas). Ainda é possível encontrar os amigos do Haggle Man original, que também servem como um tipo de magia. Esse jogo é  daqueles que se deve fuçar em todos os cantos das paredes atirando para descobrir itens e até lojas escondidas. Atente para a fase 3 é enlouquecedora de dificil. Pra quem sente falta do velho estilo do Ninja Gaiden este pseudo continuação pode muito bem sanar sua vontade. O jogo só fica devendo nos chefes que são poucos e fáceis.

"Cartucho"

"Cartucho"

RADICAL!

RADICAL!

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Tá achando que ia faltar o inimigo pássaro que enche o saco?!

Tá achando que ia faltar o inimigo pássaro que enche o saco?!

Acabou? Não chorem ainda, no Japão já saiu Retro Game Challange 2, a versão americana deve estar chegando ano que vem.

E essas fotos toscas heim?!

Duck Hunt Dog – Agora vamos atirar!!!

Agosto 15, 2009

Quem conheceu o canino mais odioso do universo?

Quem jogou Duck Hunt sabe de quem estou falando, mas se não jogou aqui está umpequeno review da figura em questão.

No inicio ele parece ser seu companheiro fiel.

No inicio ele parece ser seu companheiro fiel.

Até ele pega os patinhos mortos numa boa.

Até ele pega os patinhos mortos numa boa.

Mas não adianta, o que ele gosta mesmo é ver você se ferar com esta risadinha tosca!

Mas não adianta, o que ele gosta mesmo é ver você se ferrar com esta risadinha tosca!

Bem, já que meu Wiimote emula a Zapper numa boa, estava jogando vários clássicos, incluindo o meu jogo não licenciado favorito, Crime Busters, mas deparei com um que de fato numa ouvira falar…

“Barker Bill’s Trick Shooting”

O jogo é uma peuqena gincana de tiro ao alvo comandado por um bigodudo e sua assistente de bikini, nada mais tradicional. Mas o que acontece é que o cachorro do Duck Hunt está no show do bigode!

O Filho da Puta rindo de novo porque eu errei!!!

O Filho da Puta rindo de novo porque eu errei!!!

Ele está num dos jogos da gincana onde deve se atirar em balões. E a função dele é apenas te encher a paciência como no jogo anterior.

Mas, a Nintendo, sabendo do ódio que certos jogadores nutrem pelo personagem adicionou dessa vez uma opção inédita que  independente da qualidade deste jogo, já faz dele um clássico memorável! Você pode se vingar do cachorro e mandar bala no FDP! Acompanhe as fotos:

O objetivo desta prova é estourar vários balões.

O objetivo desta prova é estourar vários balões.

Quando começas a vencer, o cão inconformado vai olhar mais de perto...

Quando começas a vencer, o cão inconformado vai olhar mais de perto...

E aí você dá o bote! Estoure o maldito!

E aí você dá o bote! Estoure o maldito!

Caso ainda não estaja satisfeito e queira ver o cachorro morrer de forma mais realista,  você pode se contentar com o video abaixo… Deviam botar este maldito no Smash Bros. pra colocarmos nossa raiva pra fora acumulada por mais de 20 anos.

10 motivos para se ter um Nes

Agosto 6, 2009

Ou Famicom como chamam no Japão.

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Mais uma vez não vou ficar repetindo jogos da mesma série no TOP, ou seja, se eu mencionar Megaman, é pelo conjunto da serie ao invés de um título específico. Devo dizer que não foi fácil mencionar as 10 series/jogos que mais me marcaram do NES porque tem muita coisa que eu gosto nesse console. Mesmo fazendo aquele painel no final com os jogos que eu quem eu não mencionei no TOP, ainda fica faltando muita coisa legal. Mas sem enrolar muito vamos começar.
10 - Legend of Zelda, The

10 – The Legend of Zelda: Criar um novo estilo de jogo que se tornara muito importante com o tempo, é mérito suficiente pra uma série aparecer na lista de qualquer cidadão. Em 1986 a Nintendo, seguindo as idéias do Shigeru Miyamoto criou o estilo Action RPG, contando a saga do Elfo Hyruliano Link, em sua eterna busca pela Princesa Zelda. As idéias de passagens secretas e itens escondidos aqui empregados minfluenciaram toda uma geração de jogos. O desafio do jogo é enlouquecedor, só para os mais persistentes. Ainda no Nes ganhou sua segunda versão que foi bastante criticada por mudar o estilo de jogo.

09 - Battletoads

09 – Battletoads: De 1986 pulamos pra 1991, ano em que a RARE(responsável por Donkey Kong Country) resolvel explorar bem o engine do NES para criar um dos jogos mais loucos e desafiantes do sistema. O que mais impressiona em Battletoads é a variação no estilo das fases. A fase 1 é basicamente dar porrada, mas o chefe de fase é bem diferente, a fase 2 é pra descer um abismo, a terceira andar numa moto voadora, depois tem uma de surf e assim por diante, sempre com um momento de dar porrada claro, porque seus personagens são sapos guerreiros (humanóides claro), seguindo a linha de sucesso do momento das Tartarugas Ninja. A trilha sonora do Battletoads é mais diferente dos jogos aqui mencionados é cheia de balanço, só ouvindo mesmo pra entender. Mais um desafio só pra experts.

08 - Yo! Noid

08 – Yo! Noid: Aqui um caso bizarro que só poderia acontecer mesmo nos anos 80, ou melhor dizendo, início de 90, 1990 sendo mais específico. Onde que um jogo criado pra promover uma pizzaria (Dominus Pizza) poderia ser uma grande aposta da Capcom e um jogo dos mais divertidos e criativos. Pois é, este foi Yo! Noid, um jogo que chegou até a ser mencionado no Capcom Classics Collection 2(Play Station 2). Noid é o cara vestido de coelho mascote da pizzaria mencionada e deve impedir que seus sósias do mal espalhem o crime pela cidade. Nas batalhas contra os chefes, ao invés de batalhas épicas, uma competição de cards valendo quem comer mais pizza.

07 - Punch-Out!

07 – Punch Out!: Onde um jogo de boxe lançado em 1987 poderia fazer parte da sua lista?! Punch-Out continua legal porque não é simplesmente boxe. Os elementos de fantasia e as tecnicas(as vezes exageradas) do jogo te fazem ficar preso ao desafio. A versão do Super Nes pode ser legal, mas essa aqui tinha regras melhores como o soco especial mais dificil de conseguir e o sistema por rounds e por pontos, tanto que a nova versão pra Wii usaram este sistema. Detalhe que foi inicialmente lançado com Mike Tyson te desafiando no final, depois relançado sem ele porque tinha sido preso.

06 -Contra

06 – Contra: Originalmente vindo dos arcades, Contra e Super Contra ganharam grande notoriedade no NES. É nítido nestes dois jogos a influência de filmes de ação e ficção dos anos 80, muitos momentos lembram Rambo, Predador e Alien. Nessa época, ser um herói com uma metralhadora nas mãos era o máximo. No meio de tanto tiro, a bela trilha sonora da bnada Kuheiha Club, especialmente em Super C, que explora o canal de som do Nes de maneira nunca vista antes. Ambos são grandes desafios, mas ambos tem truques pra ganhar 30 vidas, então o negócio é usar o truque e terminar como treinamento e depois se desafiar a terminar com as 3 vidinhas iniciais.

05- Capcom Disney

05 – Jogos da Disney pela Capcom: Nem preciso falar muito destes porque já falei sobre todos em Junho. Mas vale lembrar, apesar de serem títulos licenciados, nessa época, os grandes produtores de jogos trabalhavam nestes títulos. Daí surgiram jogos memoráveis como Duck Tales, Chip’n'Dale, Little Mermaid e Darkwing Duck.

04 - Ninja Gaiden 2 - The Dark Sword of Chaos (U)_01

04 – Ninja Gaiden : Ao lado dos super soldados de metralhadora, ninjas eram outra marca considerada “CHOCANTE” dos anos 80. Apesar de eu achar os jogos de Shinobi e Shadow Dancer do Mega Drive memoráveis, ainda acho que o melhor jogo com tema de ninja já feito é Ninja Gaiden Episode 2 – The Dark Sword of Chaos. De fato Ninja Gaiden originalmente era uma trilogia (Gaiden 1 foi surpreendente, 2 é a supremacia e o 3 é um complemento) marcada pelas revolucionárias e cinematográficas cutscenes, obviamente simples para os padrões de hoje, mas era o mais próximos das animações de computação gráfica que tinhamos na época. As fases além de terem um desafio muito alto eram criativas que iam de altos de prédios, trens em movimento e montanhas. Um destaque TRASH marcante era um inimigo pássaro amaldiçoado que era conseguia importunar sua vida mais que inimigos humanos. Chegou a ganhar spinoffs para Master System, Arcade e Mega Drive, mas nenhum marcante, mas só com ressureição da serie para consoles modernos como Xbox, Play Station 3 e o portátil DS o nome de Ryu Hayabusa voltaria a se tornar popular.

03 - Mega Man 2 (U)_01

03 – Megaman: Outra série que eu falei detalhadamente jogo por jogo este ano. Uma das coisas que surpreendem nessa série é que por mais que consoles venham e vão ele continua a cara do NES, mesmo não sendo um personagem da Nintendo. Por esse motivo fizeram de Megaman 9(2008) a cara do Nes. Os jogos de Megamannessa época vendiam tanto que a Capcom encomendou 6 versões num só console. Estreiando oficialmente em 87 trouxe nvidades como a opção de qual fase começar e as armas que se conseguia com os chefes, fora uma secreta. Mas em 88 a segunda versão é elevada aos céus pelos fãs e até hoje lembrada, assim como a terceira de 1990. A 4ª versão merece também algúm destaque, foi lá que megaman aprendeu a carregar seu tiro. 5 e 6 surgiram depois, interessantes, mas sem o mesmo destaque.
02 - Castlevania (PRG 1) (U)_01
02 – Castlevania: Conheci meio q por acaso essa série. Meu tio ia comprar um jogo de presente pra mim, mas o que eu queria era mais caro aí ele comprou esse tal Castlevania que estava em promoção. HAHA. Originalmente era uma trilogia do NES (antes tinha aparecido no MSX, mas era chato), hoje em dia quase todo ano sai Castlevania. Os dois primeiros (1986 e 1988) falam sobre Simon Belmont e sua missão de matar o Drácula e se livrar da maldição que o vampiro jogou sobre ele. O terceiro(1990) contava uma história mais antiga que a de Simon, onde todo um reino sofria a maldição do vampiro. Para acabar com o terror, uma aliança incomum é formada por Trevor Belmont, o pirata Grant Danasty, a maga Sypha Belnades e o filho de Drácula, Alucard. O 1º jogo é curto mas é o maior desafio da séire até hoje, ou seja, apesar de curto você vai passar várias vezes a mesma fase pra descobrir estrátegias pra derrotar cada desafio. O segundo não há grandes desafios de inimigos, mas o jogo em si é um labirinto sem mapas, ou seja ele tenta te vencer pelo cansasso. É meio RPG, onde há vilas, itens especias pra comprar e level pra subir. Já o terceiro volta ao estilo do 1, dificil ainda, mas não tão hardcore. O jogo é longo e oferece passwords. Dentre as novidades além de um roteiro mais desenvolvido, haviam opções de caminhos a se tomar durante as fases o que implica que o jogo fica diferente cada vez que se joga. Um destaque em comum dos 3 jogos são as músicas novamente pela banda Kuheiha Club, muito marcantes, chegando a tocar nos jogos recentes ou nas apresentações das orquestras que tocam músicas de jogos. Vale também destacar o nível da obra de arte que é o terceiro jogo, considerado o melhor já feito por Koji Igarashi, o responsável pelos jogos da série do Synphony of the Night em diante.

01 - mario

01 – Super Mario Bros.: O que me leva a colocar o Super Mario Bros. acima dos Castlevania? Fator revolução do mercado. Isso eu acho que deve ser considerado acima até gosto pessoal. Super Mario Bros.(1986) foi a criação de um estilo, a criação de regras de como se funciona um jogo de plataforma e além disso recuperou o mercado de consoles. Do final de 1983 até inicio 1986 o mercado de consoles nos EUA estava numa depressão profunda desde de que o ATARI fora bombardeado por títulos de qualidade duvidosa. Vindo do sucesso das terras nipônicas a Nintendo apostou tudo na idéia de Shigeru Miyamoto que tinha colocado a empresa no alto com o sucesso do arcade de 1981, Donkey Kong. Assim iniciou a eterna busca de Mario pela princesa Peach das garras do Rei Koopa. A segunda versão saiu um ano depois no Japão, mas era apenas um pacote de expansão do original. Para o lançamento do americano a Nintendo resolveu fazer diferente e hackeou um jogo japonês, lançando como Super Mario Bros. 2. Neste era possível jogar com os irmãos Mario e o cogumelo Toad, além da Princesa. Era um jogo divertido mas controverso, não haviam os elementos do jogo original, nem sequer o pulinho na cabeça dos inimigos. Assim como o Castlevania, na terceira versão, Mario volta ao estilo do original, mas de forma turbinada e cheia de novidades. Além da fácil jogabilidade, Mario agora podia voar e vestir roupas que davam poderes especiais como a tradicional flor de fogo do original, folha(pra voar e atacar), sapo, racoon, irmão martelo e outras coisinhas. O jogo também trazia um mapa mostrando a extensão dos 8 mundos gigantescos, temáticos e variados, fazendo desta uma longa jornada já que não tinha save ou password. Os jogos foram relançados em sistemas posteriores. Mario é um personagem que vende milhões de jogos até hoje, mas nenhum deles se compara ao impacto do Super Mario 1 e 3.

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