Mickey’s Ultimate Challenge – Esse é pra dormir mesmo

30 03 2009

Título: Mickey’s Ultimate Challenge
Produzido por Hi Tech Expressions
Para: Mega Drive e Super Nes
Em: 1994

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Bem agora vou marcar sempre o pior jogo do mês como…

A BOOOOOMBAAAA!

A

A

A

A

A

BOOOOOOOMBA!!!!

A BOOOOMBA DO MÊSSSSSS!!!

Serás o Mickey ou a Mickey Draggy?

Serás o Mickey ou a Mickey Draggy?

O PEOR JOGO DO MÊSSS!!! A empresa Hi Tech Expressions é uma notória fazedora de merda. O único jogo legalzinho deles que me vem a cabeça foi um do Tom & Jerry para Nes. Esta porcaria é estrelado pelo rato Mickey e seu lado draggy queen Minnie. Escolha um dos personagens e um deles vai cair em sono profundo enquanto lê um conto de FRALDAS… E adivinhem, eles vão parar dentro do conto de fadas! Chegando lá você deve resolver um mistério sobre terromotos que afligem o reino. Para isso deve ajudar vários personagens da turminha do Mickey a resolver alguns mini-games que vão do clichê ao chato demais. Na era de 8 e 16 bits ótimos jogos inspirados por cartoons surgiram, esse foi a primeira grande mancha no curriculum dos jogos com personagens da Disney(que eu lembre ;p). Dou um troféu de mongo-mór pra quem aguentar mais de 10 minutos jogando isso. Ah, jogando isso com o volume no máximo, pois a trilha sonora é uma bela MER…AVILHA!

Jogo chato de pisar nos livros na ordem das letras que aparecem na parte de baixo da tela.

Jogo chato de pisar nos livros na ordem das letras que aparecem na parte de baixo da tela.

Donald preocuPATO(Entendeu arguinhos?!) nesse joguinho de empurrar objetos pra sair do labirinto.

Donald preocuPATO(Entendeu arguinhos?!) nesse joguinho de empurrar objetos pra sair do labirinto.

Mais clichê impossível: Pise nos botões na ordem indicada

Mais clichê impossível: Pise nos botões na ordem indicada

Gostaram dessa resenha em poucas linhas? Não? Então vá tomar banho!
Não tenho mais o que falar dessa porra de jogo mesmo.

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Kirby’s Dream Land e Adventure – O poder da bola que suga(uuuuh)

26 03 2009
1º Kirby era branco

1º Kirby era branco

Bem não dá pra falar de tudo do Kirby, teria que ser um mês inteiro pra ele, mas hoje pretendo falar dos 2 primeiros títulos, a estréia no Game Boy e o desenvolvimento do personagem no NES.

Título: Kirby’s Dream Land
Desenvolvido por: Nintendo e HAL Laboratory
Em: 1992
Para: Game Boy

De forma despretenciosa Kirby estreeiou no Game Boy em 1992, criado por Masahiro Sakurai. Ele nada mais era que um joguinho de plataformas bonitinho sobre uma criatura imitação do PACMAN em forma de esfera que saia por aí engolindo tudo que via pela frente, usando sua super sucção.  Ele tambem pode se inflar como uma bola de gás hélio e voar livremente por aí. E ponto. Não estou esquecendo de nada? Não na verdade não. O Kirby é famoso por imitar o Megaman  roubar poderes alheios, mas nesta versão ele ainda não sabia fazer isso.

O jogo: É um jogo até divertido, mas fofinho ao extremo, parecendo muitas vezes aqueles livrinhos do jardim da infância. A historinha é simples assim, ele vive no mundo dos sonhos com outras criaturinhas com cara de bichinhos de pelúcia. Então um pinguim gordinho metido a tirano chamado DEDEDEDEDEDEDEDEDEDEDEDEDEDEDEDEDEDEDEDEDEDEDEDEDEDEDE DEDEDEDEDEDEDEDEDEDEDEDEDEDEDEDEDEDEDEDEDEDEDEDEDEDEDE DEDEDEDEDEDEDEDEDEDEDEDEDEDEDEDEDEDEDEDEDEDEDEDE….

resolveu roubar comidinhas só pra ele e aprontar todas pelo mundo dos sonhos(como diria o senhor narrador da sessão da tarde). Como o roteiro é só uma enrrolada, você pode(ou não) curtir esse jogo que explora bemo potencial do Game Boy, com cenários variados, musiquinhas marcantes(mas não memoráveis) e coisinhas que você encontraria em escolinhas e em quartos de garotas. Dê uma chance, mas não espere demais, a não ser que sejas um fanático por kawaices!!!

Passarinhos e criaturinhas... Pode parecer inofensivo, mas são inimigos do Kirby

Passarinhos e criaturinhas... Pode parecer inofensivo, mas são inimigos do Kirby

Esta maldita árvore que sopra está em todos os jogos da serie.

Esta maldita árvore que sopra está em todos os jogos da serie.

Título: Kirby’s Adventures
Desenvolvido por: Nintendo e HAL Laboratory
Em: 1993
Para: Nes

Abertura

Abertura

Um ano depois e no irmão mais velho do Game Boy, as melhorias no jogo foram visíveis. E sim, ele ganhou sua tradicional cor rosa. Dessa vez havia bateria com 3 slots pra salvar o jogo pois este tem muitas fases e minigames pra explorar. Além de todos os movimentos da versão anterior, dessa vez Kirby ganhava poderes ao engolir certos inimigos que iam desde de um choquinho, passando por chicotes de luz, baforadas de fogo ou gelo, transformar-se em uma roda super sonica e até uma espada.

Este é o Rei DEDEDE o inimigo do Kirby

Este é o Rei DEDEDE o inimigo do Kirby

Na verdade é este.

Na verdade é este.

Em ambas as versões há sempre piadinhas HAHA ARGUINHOS antes de inicar a fase.

Em ambas as versões há sempre piadinhas HAHA ARGUINHOS antes de inicar a fase.

Mais uma vez o jogo explora bem o antigo sistema de 8 bits, que na época (1993) entrava na sua fase de despedida. Há uma grande variedade de armas, cenários e joguinhos extras pra você se divertir. As animações dos personagens pouco mudaram, mas a adição das cores fez o mundo dos sonhos ganhar bem mais destaque. No resto continuou praticamente a mesma coisa, inclusive não se nota quase diferença na trilha sonora, apesar de novas musiquinhas seguindo a mesma linha. Pra quem não conhece é um bom jogo do Kirby pra iniciar.

Bonus Game...

Bonus Game...

...e mais Bonus Game com Kirby Cowboy parrrceirrro!

...e mais Bonus Game com Kirby Cowboy parrrceirrro!

Continua o mesmo jogo mas...

Continua o mesmo jogo mas...

AGORA TEM PODER!

AGORA TEM PODER!





The Legend of Zelda Link’s Awakening – Por um “Zelda” mais bizarro

23 03 2009
 

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Título: The Legend of Zelda Link’s Awakening
Produzido por Nintendo
Para: Game Boy
Em: 1993 e 1998 (relançamento colorido)

O 1º Zelda no portatil de 8 bits da Nintendo, foi o quarto jogo da serie. Originalmente feito em preto e branco em 1993, foi colorizado para o Game Boy Color em 1998, ganhando alguns(poucos) extras. Este não é o melhor nem o pior jogo de Zelda, mas é com certeza o mais bizarro e cheio de puzzles de arrancar os cabelos das pestanas. Vamos começar pela bizarrice. Acompanhe:

Roteiro – O título é Legend of Zelda Link’s Awakening. Já começa por aí, pois a Zelda nem sequer aparece no jogo, só é mencionada. Na historia Link velejava perdido por aí quando uma tespestade arrasou com o barco dele. Ele fica desacordado e é resgatado por uma garota chamada Marin, que mora com seu pai Mario, digo Tarin. Acidentalmente Link parou na terra de Koholint e agora precisa sair daí. Onde está o sonho você me pergunta? Quem não quiser SPOILER pule o róximo parágrafo.

O SONHO – Na verdade, KOHOLINT não existe, é uma terra dos sonhos de uma criatura chamada Peixe dos Ventos(?!?!?!?!?!?!) e Link acabou entrando em sintonia com esse sonho durante a tempestade. Pra acordar agora ele precisa acordar primeiro o Peixão, tocando 8 instrumentos musicais mágicos. Não é bizarro minha gente?!

 

A coruja chata que é sua guia apareceu 1º nesse jogo. Nem a Ocarina apareceu 1º no Ocarina.

A coruja chata que é sua guia apareceu 1º nesse jogo. Nem a Ocarina apareceu 1º no Ocarina.

SONHOS BIZARROS  – E por se tratar de um novo mundo não faltam bizarrices, inimigos e referências a Super Mario Bros. aparecem a cada 5 segundos, incluindo a participação especial do chefão Rei Sapo Wart do Mario 2(USA) , que te ensina uma música pra Ocarina, que por sinal estreia nesse jogo. Aparece também a criaturinha do mundo dos sonhos Kirby, pra você ver como os caras estavam loucos. Dentre as bizarrices mais bizarras, há um momento em que você precisa da Marin pra tirar um bicho do caminho. Antes de ela começar a te seguir, Link segura a garota pro ar como se fosse um item e a mensagem na tela aparece assim: “YOU GOT MARIN! NOW ITS YOUR CHANCE”… CA CA CA COMO ASSIM?!?!

Tem um monte de aparições de inimigos do Mario, incluindo o chefão Wart do Super Mario Bros. 2

Tem um monte de aparições de inimigos do Mario, incluindo o chefão Wart do Super Mario Bros. 2

 

O inimigo do bumerangue do Zelda 1 se aposentou. As imagens mostram como ele aparece nos dois jogos.

O inimigo do bumerangue do Zelda 1 se aposentou. As imagens mostram como ele aparece nos dois jogos.

Mais inimigos do jogo original...

Mais inimigos do jogo original...

O Sistema de jogo – Esse jogo pode-se dizer que é filho do Zelda original. O estilo dos inimigos(inclusive alguns repetidos de lá), as telas paradas, remetem diretamente esse jogo. Mas claro que como Link to The Past já havia sido lançado, há várias melhorias vindas desta versão. O sistema é aquele de sempre – procure corações pra aumentar HP, compre e procure por itens especiais(dá pra roubar nesse jogo, veja a foto do velho), invada 8 castelos/dungeons pra pegar os itens principais para finalizar.

Porém ainda existem 3 deefitos que podem  deixar você com raivinha mimimi: 

1 – Quem espera um jogo de Zelda com roteiro mais serio como foi o Link to the Past não vai encontrar. Na verdade esse jogo é cheio de humor HAHA Arguinhos.

2 – O soundtrack não é chato, mas é simples demais. Nem se aproxima da versão anterior(snes).

3 – Os 4 botões do Game Boy são poucos pra quantidade de itens e habilidades, permitindo levar só 2 itens por vez, o que acaba fazendo com que você tenha que pausar o jogo toda hora pra trocar de armas ou itens. Essa parte devo dizer que me encheu o saco.

Superando a lista acima mencionada, há um detalhe que pode ser bom ou ruim, dependendo do seu gosto: O grande diferencial aqui são os puzzles que são realmente PHODAS! Quem tem preguiça de pensar pode arremessar o Game Boy na parede de raiva.

Infelizmente o nome dela é Crazy Tracy. Mas ela faz poções restauradoras.

Infelizmente o nome dela é Crazy Tracy. Mas ela faz poções restauradoras.

 

Falando em restaurar, as fadinhas continuam cheias de amor pra dar.

Falando em restaurar, as fadinhas continuam cheias de amor pra dar.

Na minha opinião os defeitos não atrapalham o desenvolvimento do jogo, achei divertido e desafiador. Quem gosta da série devora esse jogo com certeza, e quem não conhece mas gosta de jogos que exigem mais do que habilidade também pode gostar .

Agora o famoso truque do assalto a loja de itens do velho careca. Pegue o item e quando ele estiver de costas saia da loja. Porém ele vai te matar se você voltar a loja ao estilo Impeador Palpatine, e seu personagem será renomeado pra THIEF!

Agora o famoso truque do assalto a loja de itens do velho careca. Pegue o item e quando ele estiver de costas saia da loja. Porém ele vai te matar se você voltar a loja ao estilo Impeador Palpatine, e seu personagem será renomeado pra THIEF!





Little Nemo: The Dream Master – CULT CULT CULT!!!

18 03 2009

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Título: Little Nemo: The Dream Master
No Japão: Nemo Pajama Hero
Produzido por: Capcom
Para: Nes
Em: 1990

A era de ouro dos jogos de plataforma nos reserva obras de extremo bom gosto como esta, especialmente por parte da Sega, Nintendo, Konami e Capcom.

No ano de 1990 a Capcom que já trabalhava fazendo ótimos jogos com personagens Disney, resolveu mecher com o CULT(naquela época já era cult) quadrinho americano chamado Little Nemo.

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little_nemo_flipFalemos um pouco das origens de Little Nemo. Criado por Winsor Mccay, este personagem era estrela de tirinhas de jornais americanos (New York Herald e New York American), publicado de 1905 a 1913 (reparem que é bem novo) e teve duas series, uma em cada jornal Little Nemo in Slumberland e Little Nemo in the Land of Wonderful Dreams. Depois reviveram entre 1924-27. A historias eram surrealistas tinham um certo tom adulto usado numa historia que seria teoricamente pra crianças, muitas vezes com tons sombrios e violentos. Destaque pra arte que são praticamente pinturas de tão detalhadas, algumas histórias estão até no museu do Louvre. Bem não vou entrar muito em detalhes senão vai ser matéria pra semana toda… Mas deve-se destacar que Nemo não foi compreendido na sua época, só ganhando status de arte entre o fim do século 20 e inicio do 21. Ouveram 3 adaptações para cinema: um curta de 1911(animação), uma horrenda versão com atores em 1984, e em 1989 os japoneses se uniram aos americanos pra fazer uma coisa descente Little Nemo: Adventures in Slumberland. Roteiro americano e direção japonesa. Esse foi o incentivo da Capcom…

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O jogo: Na verdade eles lançaram logo dois jogos totalmente diferentes, um para Nes e um Arcade. Concentro-me no jogo de Nes que acho mais interessante e joguei mais. O bom dos jogos baseados em cartoons da época de 8 e 16 bits é porque eram produzidos por empresas grandes, e visavam não só fazer os baixinhos pagarem pra jogar com seus personagens, mas os mais velhos também poderiam jogar unicamente por diversão. Exemplo direto disso – Quantos jogos com personagens Disney você realmente gostou entre a geração PS1 e Ps2? Todo mundo só vai lembrar do Kingdom Hearts, alguns poucos podem até mencionar Hercules. Agora façam o mesmo com a geração 8 e 16 bits. Praticamente todos os jogos eram feitos por Konami e Capcom e eles caprichavam mesmo. Até a trilha sonora contava com os compositores de carros chefes das empresas como Megaman, Castlevania e etc…

E o jogo do Nemo não fica pra trás. Nemo é um garotinho do ano de 1905. Ele acorda no meio da noite e vê um balão na janela de onde surge uma emissária da Princesa Camille de  Slumberland, (que vocês deduzem ser a terra dos sonhos) convidando-o para se divertir por lá. Nemo demonstra extrema baitolagem e diz que iria contanto que não tivesse que beijar a garota, apenas motivados pelos doces que acabara de ganhar. Moral da história: “Se um estranho oferece doces, vire amigo do estranho”

Ele não gosta de mulher

Ele não gosta de mulher

Slumberland é a terra do Rei Morpheus(Matrix?!)… Claro que chegando lá tem um vilão chamado Nightmare King que dominou tudo bla bla e vocês já podem deduzir…

Passando pra aventura, encontrarás um divertido e jogo de plataforma com graficos bonitinhos padrão NES, e dos jogos baseados em cartoon da Capcom é o mais dificil deles. São 8 áreas no total de 10 fases, com temas diferentes, mas que vocês já podem deduzir mais uma vez – cogumelos, florestas, cavernas/ruínas, brinquedos gigantes, doces, cachoeiras… ainda bem que eu amo esses clichês. Enquanto Nemo for só o moleque de pijama terá apenas sua sacola de doces infinitos. Nada de pulinho na cabeça, você pode no máximo paralisar rapidamente um inimigo com o doce. Para aumentar suas chances de sobrevivência, com alguns inimigos é permitido fazer uma FUUUU SÃAAO! HAAA!!!

A toupeira é um dos bichinhos que você pode se fundir jogando doces.

A toupeira é um dos bichinhos que você pode se fundir jogando doces.

Assim vai ganhando várias roupinhas ao estilo Super Mario Bros.3, com poderes diferentes. As roupas são:

Sapo – Pulos gigantes, ataque com pulo e sabe nadar bem.
Toupeira – Para cavar em certos locais.
Gorila – Pode dar socos e escalar árvores.
Lagarto – Diminui seu tamanho e escala paredes.
Abelha – Voa por um certo tempo(Alguém lembrou do Mario Galaxy?)
Rato – Escala paredes e quebra algumas delas com um martelo.
Carangueijo – Ataca com as pinças e cava em determinadas áreas.
Peixe – Melhor dos nadadores, é claro.

Com a ajuda do K-lango

Com a ajuda do K-lango

Nemo abelhudo que nem Mario Galaxy.

Nemo abelhudo que nem Mario Galaxy.

Certas fases das fases só é possível terminar com uma roupinha apropiada. Pra acabar cada fase é preciso encontrar um certo número de fases, caso contrário será preciso fazer o caminho de volta.

Pra completar, as musiquinhas são até legais, compostas por Junko Kamiya(de Strider e Bionic Commando) e Yoko Shimomura(dispensa apresentações, mas quem não é ligado não vai saber que ela fez as musicas de Kingdom Hearts, Mario E Luigi Partners in Time, Legend e Heroes of Mana e trabalhou em conjunto com a sua banda Alpha Lylia em Street Fighter 2), mas não são tão memoráveis como outros trabalhos cartoonescos da Capcom como Duck Tales ou Chip N Dale.

Bem encerro com um defeito do jogo que para alguns vai ser qualidade: o tema é infantil, mas seu filhinho/sobrinho jamais vai terminar esse jogo sozinho porque é dificil pra caramba. Eu fico particularmente feliz com a molecada longe do videogame.

Tan tan dam, tan dam dam daaaaaam(tema do Donkey Kong) ;p

Tan tan dam, tan dam dam daaaaaam(tema do Donkey Kong) ;p

"Encontle MIGUCHOS cum dikinhas mimimi"

"Encontle MIGUCHOS cum dikinhas mimimi"

Tinha que ter uma fase dessas

Tinha que ter uma fase dessas





Super Mario Bros. 2 – Divertido, mas não é Mario ;p

16 03 2009

super-mario-bros-2-prg-1-u_01Título: Super Mario Bros. 2
Lançamento: 1988
Empresa: Nintendo
Sistema: Nes
Adaptações: Super Nintendo, Game Boy Advanced

Um ano depois do Super Mario Bros. 1, saiu no Japão o Super Mario Bros. 2(que não é este que vamos resenhar). O Mario 2 japonês era na verdade uma expansão do primeiro jogo, que não chegou a ser lançado nos Estados Unidos. Mais um ano se passou e Super Mario Bros. 3 já estava próximo de sair do forno. Pra os Americanos não pularem direto pro 3, os japas pegaram um divertido joguinho baseado num anime desconhecido e colocaram personagens do Mario no lugar. Assim nasceu a versão americana do Super Mario Bros. 2.

Birdo Viado!

Birdo Viado!

A historinha, pelo tema do mês vocês já podem deduzir: Mario dormiu demais e parou no Reino dos Subcons que está sendo dominado pelo Rei Sapo Wart. Cabe ao Mario derrubar o ditador Sapão, mas dessa vez ele conta com ajuda do Luigi, Toad e da Princesa.

O sistema de jogo é bem diferente do jogo anterior. Como no Mario 1, você pode correr e pular, mas os pulos não matarão os vilões. Seu pulo pode aumentar se segurar por 2 segundos abaixodo. Pra atacar, deverás subir na cabeça dos inimigos, agarrá-los e atirar um contra os outros. A outra opção é colher graminhas pelo caminho, onde legumes podem sair, e servirão de munição contra os inimigos.

Personagens: Cada personagens tem vantagens e desvantagens que podem ser melhores ou piores em determinadas fases. Luigi tem vantagem nos pulos que são os maiores, porém é um tanto descontrolado; Toad é o mais rápido, mas tem o pior pulo; Princesa é a mais lenta, mas é a única que pode flutuar por alguns segundos, o que ajuda demais nas fases esburacadas; Mario tem tudo equilibrado, e justamente por não ter vantagens acho  o pior personagem.

Pegando a chave, prepare-se pra correr da mascara maldita aí.

Pegando a chave, prepare-se pra correr da mascara maldita aí.

Itens: Os que poderão ajudar a atacar os inimigos são o barril POW, que mata todos os inimigos da tela, as cerejas – colhendo 5 aparece a estrela de invencibilidade, casco de tartaruga, relogio paralisador de tempo(colha 5 legumes grandes pra aparecer) e a bomba que além de matar inimigos, explode as paredes frágeis. Há ainda a porta dimensional que merece um destaque especial.

A porta dimensional: Achando um frasco com uma fórmula vermelha e atirando no chão surge uma porta pra outra dimensão. A outra dimensão é escura e toda ao contrário comparada a dimensão normal. Essas portas devem ser colocadas em duas partes específicas em cada fase para localizar os cogumelos, que aumentam sua barra de vida. Como são muitas fases, você tem que saber fuçar em todos os cantos suspeitos. Há também WARP ZONES, que são acessadas pela porta dimensional. Deve-se localizar um vaso específico(que na dimensão normal não pode se entrar) e entrar por ele na dimensão alternativa.

Caçando cogumelos em outra dimensão.

Caçando cogumelos em outra dimensão.

Tem uma Warp nesse vaso na fase 1-3. Entre pela outra dimensão .

Tem uma Warp nesse vaso na fase 1-3. Entre pela outra dimensão .

As fases e os chefes: O jogo se divide em 7 mundos – Grama, deserto, montanhas, gelo, noite, deserto 2 e céu. Cada mundo tem 3 fases, menos a do céu que tem 2, totalizando 20 fases. Sempre no final das fases há um chefe, o mais comum é o Birdo/Ostro que é um tipo de dinossauro baitola que cospe ovos e fogo. Outros chefes serão Mouser, um rato que adora explodir as coisas, Triclyde, a cobra de 3 cabeças, Fryguy a bola de fogo gigante, Clawgrip o carangueijo que atira pedras e por fim o Rei Wart.

Triclyde

Triclyde

Fryguy (Fofão?)

Fryguy (Fofão?)

As adaptações: O jogo pra Snes é um upgrade gráfico, mas o jogo é o mesmo, pode jogar numa boa. Já o do GBA foi piorado pra variar. Além de ter muito mais vidas pra facilitar, fizeram mudanças desnecessárias nos cenários e o pior de tudo, teus personagens gemem o tempo todo quando pegam as graminhas. Ridículo. Bah quem não é gay tem que jogar no original!

Bem, explicado praticamente todo o esquema desse jogo resta deixar minha opnião pessoal – eu tive esse cartucho e recomentdo totalmente o joguinho. Há quem implique com ele por não seguir o esquema do Mario, mas não importa, é legal mesmo assim.

Shyguys em cima de baleias

Shyguys em cima de baleias

Outro inimigo clássico, o Pockey.

Outro inimigo clássico, o Pockey.

Curiosidades:
* Alguns personagens que surgiram aqui como Birdo, Ninji, Shyguy e o cacto Pokey continuaram a ser usados em jogos posteriores.

* Super Mario Bros. 2 japonês foi lançado nos Estados Unidos no Super Nintendo com o nome de The Lost Levels.

* Já o Super Mario Bros. 2 americano foi lançado ainda no Nes no Japão com o nome de Super Mario USA.

* Desse jogo surgiram a maioria das referências usadas no desenho Super Mario Bros. Super Show

Esse é o sapão Wart que te aguarda no final do jogo. Ele só é atingido dentro da boca, no exato momento que ele também ataca.

Esse é o sapão Wart que te aguarda no final do jogo. Ele só é atingido dentro da boca, no exato momento que ele também ataca.





The Simpsons Bart’s Nightmare – Esse pesadelo é do jogador

13 03 2009
ZZzzzZZzzzZZz

ZZzzzZZzzzZZz

Título: The Simpsons Bart’s Nightmare
Lançamento: 1992
Empresa: Acclaim
Sistema: Super Nintendo e Mega Drive

Fato 1 – 95% dos milhares jogos lançados dos Simpsons não prestam.
Fato 2 – Esse jogo é chato pra caramba e tem muita gente que gosta…

Se fizeres parte das pessoas que gostam dessa bomba, favor não ler esta resenha porque não vou elogiar nada desse joguinho vagabundo. Estrelado pelo BRAT SIMPSON num roteiro completamente sem sentido onde durante a sua lição de casa ele dorme os papéis voam pela janela enquanto ele tem um pesadelo. Agora me digam o que tem haver ele recuperar a lição de casa dentro do sonho se elas voaram de verdade?!
Infelizmente não só o roteiro é tosco… Graficamente ele é até bem colorido e bem desenhado, mas os quadros de animação ficam devendo. A tela principal são as ruas de Springfield do mundos dos sonhos.

Tela principal... Sofrendo pra tentar entrar na fase

Tela principal... Sofrendo pra tentar entrar na fase

Bart não deve estar dormindo, deve estar completamente drogado devido ao nível de porcarias alucinógenas que aparecem nas ruas: caixas de correios assassinas, velhas bizarras, a cabeça da estátua do fundador da cidade, o peixe deformado passeando fora da água, dentre outros… Enquanto estiver nesta tela é preciso manter a barra de sono (As letras “Z” no topo), pois diminui quando Bart é atingido. Pra isso solte chiclete nos “Zs”que estiverem no caminho. Nesse cenário bizarro procure pelos papéis, onde você deve entrar pulando(estranhamente as vezes ele entra andando). Veja que até a tela inicial já é chato de controlar. Ao entrar no papel há um sorteio de fases, onde você receberá duas portas de cores diferentes…

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“VAMOS ABRIR A PORTA DOS DESESPERAAADOS HAAAAAAA!”
Sérgio Mallandro sobre Bart’s Nightmare

 

As cores representam as terríveis fases do jogo, não explorei todas as portas pois minha sanidade estava em risco. O estilo da jogabilidade vai mudar de acordo com a fase que você escolher. Na fase do Bartzilla ele encarna o lagartão nipônico e você usa direcional pra soltar fogo e botões soltam lasers…

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DUUUUUH!

DUUUUUH!

… na fase do Bartman ele voa por toda a tela e usa estilingue pra atacar, a fase da casa você anda correndo sempre procurando uma arma e deve se livrar dos inimigos, assim por diante… No papel a idéia é ótima, mas a execução foi uma incompetência. A jogabilidade é falha em todas as fases, além de ser muito fácil morrer, pois o HP não vale nada. Devo destacar especialmente na fase da casa onde qualquer coisinha você perde uma vida, pois o Bart é descontrolado e os inimigos acabam rápido contigo.

Bart enfrenta COMISSÃO...

Bart enfrenta COMISSÃO...

 

...e CHOCADINHA, numa fase bem cartoonesca

...e CHOCADINHA, numa fase bem cartoonesca

Nem o som escapa. Na abertura tem aquele coral cantando “The Simpsons”, mas não tem o tema, e o que se vê por aí é só musiquinhas toscas e sem inspiração alguma.

Concluindo: Retorno a questão… Como tem gente que gosta desse jogo?! Não tem nada que se salve aqui, por mais que eu me esforce não consigo botar uma qualidade nele.

Barney alucinogeno... BUUURP!

Barney alucinogeno... BUUURP!

 

HÁÁ HÁÁ!

HÁÁ HÁÁ!

Alguém aí não concorda comigo? Quem não concorda escreva os pontos positivos que encontrou nos comentários, pois eu só consegui ver porcaria nesse título.





Bugs Bunny Double Trouble – Acabaram com o coelho

11 03 2009
Dormindo como deve ser...

Dormindo como deve ser...

Título: Bugs Bunny Double Trouble
Lançamento: 1996
Empresa: Probe
Sistema: Mega Drive

Olha que beleza ele fez de propósito pra combinar com a resenha anterior. Fuck YEAH!

1996 era final de Mega Drive, e ao invés de fecharem com chave de ouro foi um ano paupérrimo de qualidade pro console. Tudo porque a SEGA acreditava que Sega Saturn ia arrebentar a boca do balão. Tomaram bem lá dentro… Agora o que esperar de um jogo do Pernacurta feita por uma empresa que não faz nada que preste chamada PROBE… Um jogo bem PROBE, com certeza.

Se o jogo do Gaguinho era um joguinho de plataforma genérico só mais um na multidão, Bugs Bunny Double Trouble(título clichê ao extremo, no mesmo o Snes teve Donkey Kong com o mesmo subtítulo) já se encaixa como merda completa. A merda já começa na abertura do jogo onde tem um desenho do Bugs muito feio com cores muito mal escolhidas. Seguindo pra cutscene da historinha, vem algo que eu não consegui entender: 

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 O Bugs aparece dormindo, e quando está sonhando aparece o Sam(Eufrasino) vestido de bruxo dizendo que o soro funcionou e do nada o Sam de novo vestido de cientista(Tudo haver! O Looney Tune mais ignorante vestido de cientista) dizendo que quer o cérebro do Bugs pra colocar no monstro dele que é aquele monstro de sempre, grandalhão, peludo e sem braços. Sem nenhum motivo aparente Bugs meche numa máquina e a partir daí você escolhe entre duas fases que tentam simular (sem sucesso) episódios dos desenhos. O 1º é uma caçada do Elmer atrás de Daffy e Bugs e o segundo o episódio da tourada. O que eu vi depois meus amigos foi algo tão ruim que sequer terminei as fases. A começar os desenhos dos personagens são feios, o coelho parece que está com a cabeça amassada, assim como outros sprites esquisitos dos personagens. Indo para o controle, parece que tem manteiga nos pés de tão lisa que é a jogabilidade. O esquema das fases não ajuda, além de uma estrutura horrível, os objetivos são bestas. Na fase da caçada, o Patolino corre pra todo o lado de forma irritante e você tem que atrair pra ele passar por todas as placas da fase antes que o tempo acabe e o Elmer chegue. Mais chato impossível.

Pato trouxa enche o saco!

Pato trouxa enche o saco!

Olha como os personagens estão feios. Pernalonga com cabeça Cearense

Olha como os personagens estão feios. Pernalonga com cabeça Cearense

Tem a tourada nonsense onde deve se levar um coice do touro pra pegar uma dinamite no céu e fazer um buraco pra no subsolo preparar pra atacar… não, não já deu! Manchar o nome do personagem é pouco. Ah podem escutar a trilha sonora no volume máximo também, que os caras capricharam… NA BOSTA! Pior que a trilha sonora do Gaguinho do Snes! Só posso concluir que os caras que fizeram esse jogo queriam fazer uma imitação do jogo do Pernalonga do Super Nintendo onde as fases são feitas em cima dos episódios. O jogo do Snes não é brilhante, mas é muito melhor que essa porkaria PROBE!

La tourada

La tourada

Terrorista atacando

Terrorista atacando