Igor – Um clássico da literatura mundial

23 07 2009

Muita gente que conheceu a “carreira” do Igor na Internet teve seu primeiro contato com um simples, porém longo arquivo de txt escrito pelo próprio como se fosse uma auto-biografia.

O texto tornou-se famoso não pelo conteúdo dramático, mas sim pelo exagero, com influências de mangá no tamanho texto.

Publico aqui a versão resumida do clássico momento da interNERD brasileira, para os velhos relembrarem e os novatos conhecerem a figura.  Leiam e gritem AAAAU a cada cinco segundos.

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“A VIDA DE IGOR DOUGLAS NERY MONTEIRO”

Data de nascimento: 3 de novembro de 1978
Estado civil: solteiro

Ola! Meu nome é Igor, sou carioca e sinceramente tenho uma longa história para contar, mas prefiro dar ênfase a minha vida de jogador. Morei em Fortaleza-CE no período de 1980-1982 onde estava estabelecida toda minha família materna, cursei somente até a primeira série lá. Meu pai, que na época era cabo pela marinha, havia sido promovido e as condições financeiras eram boas para uma nova aventura, para conhecer um lugar diferente: o Rio de Janeiro. O lugar escolhido foi Alcântara que na época era subúrbio de São Gonçalo, uma cidade próxima a famosa Niterói.
Comecei a freqüentar casas de amigos do meu pai, seus filhos tinham na época antigos sistemas de jogos conhecidos apenas como Dismac (mais um clone do velho Atari 2600) porém eu não dedicava todo o meu tempo nisso.
Eu já estava formando muitas amizades, mas amigos mesmo eu tinha apenas 5, os irmãos Lima(Alisson e Bruno) e os irmãos silveira(L.Felipe e Gisele), até hoje tentamos manter contato uns com os outros.
Em 1986 eu comecei a ir em fliperamas da volta do condomínio, lá existiam vários jogos com qualidade que o dismac jamais teria. Muitos deles eram difíceis demais para mim como jogos de carros(POLE POSITION, ZIPPY RACE), e alguns me despertavam interesse(SHIELD ’99, SUPER PAC-MAN, COMMANDO), mas a loucura e a febre terrível aconteceu quando eu me deparei com GRADIUS, era demais, não haveria um porque das outras máquinas, além de que GRADIUS era novidade no meio. Comecei a jogar mas ninguém conseguia passar da primeira parte da primeira fase, nenhum de nós tinha coordenação suficiente para isso. Meu desespero por GRADIUS era tanto que meus míseros cruzeiros já não conseguiam pagar a minha jogatina, comecei a roubar dinheiro da carteira dos meus pais e acordava as 8 da manha para esperar o dono do flíper chegar e eu poder jogar. Não muito tarde, os freqüentadores já estavam começando a ficar com vício na máquina(era a mesma coisa sempre, pegar os mesmos power-ups, matar os mesmos bichos nos mesmos locais), e alguém mostrou superioridade quando conseguiu chegar na terceira fase, era Marquinhos, filho de seu Luís do bloco 5, que saía sorridente do flíper, com a impressão causada nos outros. Eu ficava muito bravo e utilizava isto como estimulante para tentar melhorar minha marca, que mal conseguia passar da primeira fase. Isto me ajudou muito, pois também se aplicava nos estudos, pois sem notas boas, sem dinheiro, por isso, sem GRADIUS.
Cinco meses depois, a rivalidade em GRADIUS entre eu e Marquinhos tinha nos tornado amigos e eu venci o jogo por volta dessa época, o que causou grande impressão entre meus amigos. Fui apresentado por ele ao seu Luís como seu amigo, seu Luís era um escrivão da polícia, que depositava boa parte de seu salário em jogos, sua mais recente compra foi um disk-drive para um revolucionário computador chamado MSX. Eu vi a imensa quantidade e infinita qualidade sobre o atari foi que eu dei atenção para tal coisa.
O ano de 1988 – patrulha estelar já tinha acabado, agora era só Jaspion e Changeman, um pouco também de Macross, a cine-vídeo games começou a freqüentar as bancas. Nós(eu, Alisson, Bruno, Felipe, Marquinhos e um legião de jogadores antigos e novatos) já jogávamos DOUBLE DRAGON, JAIL BREAKER, CHOPLIFTER e RYGAR entre muitos outros, GRADIUS era mania no MSX, a curiosidade de saber quem produzia e como eram feitos os jogos, fizeram algumas estranhas seqüelas em todos os que visitavam a casa de seu Luís(+ de 40!). Começamos a decorar as músicas dos jogos e sair… cantando. É isso mesmo! Cantando no fliperama, na casa, no colégio, no ônibus, no banheiro… Quando um cara botava uma ficha no fliper em qualquer máquina, tinha sempre alguém que fazia o barulho de confirmação do crédito com a boca, tinha alguém assobiando, ou trocando figurinha do G.I. JOE. Com esse clima meio louco, seu Luís um dia decidiu fazer uma coisa, algo que simbolizasse o que o jogador sabia e o que vencia, algo que valorizasse e fizesse ele jogar e ensinar a jogar, a transmitir a emoção de quando vencemos um dificílimo jogo pela primeira vez, a levar isso por toda a sua vida. Foi aí que ele começou a nos educar, a sermos ao que ele via, reais jogadores de vídeo game, os melhores dos melhores de todos os tempos, um cidadão jogador. Por volta desse tempo eu consegui o meu primeiro beijo de uma amiga , dentro de um fliperama.
1989, meu vício já estava se expandindo para fora do condomínio, eu procurava os meus amigos que tinham um Dynavision 2(clone do NES), aliás eu já influenciava muita gente a jogar vídeo game, para onde eu ia todo mundo já sabia quem eu era…
Minhas brigas dentro do colégio e minha disciplina terrível começavam a formar uma personalidade rebelde … tinha também de ser brigão para jogar bem e não apanhar de ninguém dentro do flíper(uma vergonha para o jogador, ficava mal falado, mesmo entre as meninas).
Eu era presença em qualquer lugar a qualquer hora, quando alguém me via, já dizia: “-Lá vem o Igor, ele vai completar o nosso time.”, ou “-Camila, você viu como está o Igor hoje?”. As pessoas gostavam do meu jeito de ser: um sujeito para cada ocasião, brigava muito, cheguei em casa várias vezes com ematomas nos olhos e dentes fincados nos dedos inferiores; um cara que sempre dizia sua opinião em diversos casos quando solicitado, um cara que gostava de amor, pois caia de amores por várias meninas, muitas vezes fui pego de surpresa, até no banheiro do colégio fui beijado.
Paralelamente eu estava lá, querendo saber quando iria chegar o próximo jogo de Mega ou Master, até que eu vi de uma só vez NEMESIS 2, PARODIUS E SALAMANDER. Eu havia ficado extremamente estático, totalmente paralisado, o fenômeno que tinha mudado minha vida retornou, desta vez para ficar, contagiando a todos, pois comparávamos tudo, chegava a ser besta pois brigávamos entre si para comparar uma coisa com a outra, pois nada era melhor que GRADIUS.
1990 – minhas notas eram as melhores no colégio, eu começava a me destacar dos outros alunos do colégio em redações, esportes, etc. Eu tinha sempre dinheiro no bolso… meu número de amigos já era incontável, pois quando alguém passava por mim e me cumprimentava eu naturalmente retribuía o cumprimento mas não conseguia identificar quem era. Me arrastava pra cima e para baixo com alguém “de baixo do braço”, ás vezes colegas, outras vezes eram garotas, que pediam que a acompanhássemos até suas casas, mas no meio do caminho a gente acabava se beijando e íamos tomar banho de loja no centro de Niterói.
Minhas brigas continuavam, várias vezes fui suspenso, apesar do meu ilustre comportamento. Nesta época eu recitava poemas nas aulas de literatura e fazia peças de teatro, meu gosto por ler livros era influenciado pela crescente cultura nipônica que começava a crescer entre nossos meios de comunicação. Mas, a loucura permanecia: minha agenda pessoal estava cheia de dispensáveis bilhetes de garotas, palavrões escritos por colegas e entupida de nomes de jogos de vídeo game da Konami.
Conheci Lívia Vidal Rodriguez , uma linda garota que estudava perto de mim e eu não dava a mínima, pois ela era muito extrovertida e muito bagunceira, uma pessoa a qual minha mãe mandava eu me afastar pois iria “bagunçar minha vida colegial”, ela namorava um cara chamado Cristiano ou “Playboy”. Este, mais velho que eu e era um desgosto para os professores, só queria bagunça e nada de estudar, suas médias eram terríveis, não era exemplo para ninguém. Uma vez eu fui solicitado por Lívia para ajudá-la em uma tarefa de inglês, foi aí que nos conhecemos, conversamos muito, e eu acabei descobrindo que estava apaixonado por ela. Cristiano era muito ciumento e foi assim que começou uma série infernal de brigas, era todo dia, toda semana, lá estava eu e Cristiano, expulsos por brigas, que muitas vezes eu mais apanhava que batia, já que ele era muito mais forte, minha distância de Alcântara e dos meus amigos foi prejudicial pois poderia ter pedido ajuda a eles e a situação seria drasticamente invertida.
Cristiano tentava sempre por seu grosseiro modo de agir: na pancada, só que com todos os que se metiam com ele, o que também chamava a atenção de todos. Por várias vezes Lívia esteve ao meu lado pedindo ajuda, tentando se juntar aos que queriam passar, mesmo não sabendo que o meu objetivo final não era o de passar, e por muitas vezes eu a vi ao lado de Cristiano, já que eram namorados, o que me deixava muito furioso. O ano letivo estava acabando, e mesmo com minhas notas boas, foi inevitável o início de uma guerra dentro de casa, minha mãe queria me prender mais, já que estava achando que eu estava livre demais, chegando tarde demais, e indo longe demais, até meus amigos se surpreenderam, porque eu só tinha olhos para Niterói e não mais em Alcântara. Isso tinha se tornado pessoal, o colégio já não importava mais, era literalmente uma arena. Eu só tinha olhos para Lívia e quando solicitado para GRADIUS.
Seu Luís tinha formado um grande grupo de vídeo game que jogava de tudo, tendo mandado uma vez uma dica de PARODIUS para a AÇÃO GAMES que falava de RUNE MASTER 2 no nome de Marcus Vinícius( o Marquinhos), eu fazia parte desse grupo, mas eu estava sempre com Lívia na cabeça. No desfile organizado pelo colégio, Lívia recebeu o primeiro lugar, e por uma razão desconhecida, Cristiano briga com Lívia, foi a minha brecha. Eu fiquei com Lívia o resto do dia… Aquele foi um dia muito especial, mas não durou muito, minha relação com ela não era fixa, e lá estava ela de novo com Cristiano, decidi então me afastar do “triângulo amoroso”.
Jogando F1-SPIRIT, e E-SWAT de Mega Drive no momento, mas o MSX estava começando a ficar obsoleto, estava disputando espaço com meu Master (minha mãe não queria me dar um MSX), e o novo TOP-GAME de Alysson… Fui receber meu boletim, estava seguramente passado.
Alcântara, Niterói e Santa Rosa, nesses três lugares eu estava deixando a minha marca de jogador de vídeo game, mas não conseguia me sustentar psicologicamente, eu estava ficando aquilo que Cristiano era, só que pior: não conseguia manter mais a imagem de bom aluno, era expulso de aula por motivos idiotas.
Ainda não tínha passado o meio de ano e eu fugia para o novo empreendimento em Niterói, o Niterói Shopping Center, o “must” sobre tudo o que o jovem precisava, e pra mim uma 2ª casa, pois era voltado para o vídeo game e fliperama. Alysson estava louco nesta época, passando por uma experiência parecida com a minha do ano anterior, com uma garota que me lembro do seu apelido: Joana “Mata-Ferro”. Eu considerava muito bonita mas reprimia, porque não achava mais bonita que Lívia. Ela no entanto me foi apresentada por Alysson, que também tinha seu rival ou melhor, rivais. Ela se mostrou uma pessoa muito diferente de Lívia, mais calma, mais generosa…e eu notei isso nela. Depois de algum tempo estávamos amigos, mas nada além disso. Tempo depois, ela então decidiu descer comigo até o Niterói Shopping e por lá ficamos quase que o dia todo jogando. Conheci lá um cara chamado Renato, apresentador de um programa da MTV carioca(MTV nessa época era de graça) e estudava comigo.O meio do ano chegou e minhas notas continuavam ruins, meus pais forçavam seu domínio sobre a minha pessoa.
O Super Famicom havia chegado nas prateleiras dos Shoppings, e FINAL FIGHT era um hit, era uma obrigação jogar, ou ir para o flíper ver a nova moda dos games: STREET FIGHTER2, SIMPSONS e TARTARUGAS NINJA, pessoalmente eu ficava muito feliz quando via o logotipo da mesma marca da empresa que havia inventado GRADIUS, me lembrava da época que tudo começou. A matança de aula continuava e Joana estava lá, sendo cantada por Alysson e mais uns tantos, mas nada adiantava, ela não ficava com ninguém. Em Alcântara seu Luís começava uma bateria de exames médicos pois estava ficando com problemas pulmonares, mas não diminuiu a jogatina que havia em sua casa, ele tinha todos os lançamentos de vídeo-game, seu objetivo agora era comprar um Super Nintendo para que jogássemos CASTLEVANIA 4. Eu ia todos os domingos a missa na igreja de Alcântara e via a mulher dele, fazendo orações, talvez para pedir melhoras para seu Luís, nessa época o grupo de jogo estava enorme e jogávamos em todas as casas de gente que tinha vídeo game disponível do grupo, vencíamos tudo o que dava para vencer, mas Y’S de Master System estava dando dor de cabeça. Nessa época eu estava um tanto estranho, tinha pedido para que Gisele ficasse comigo na frente de todo mundo no meio da minha festa de aniversário. Foi uma vergonha tanto para ela quanto pra mim, ela para mim era como uma irmã, não entendi porque tinha feito aquilo.
Alysson se divertia em todos os lugares e junto ia sempre com uma mulher em baixo do braço. Ele me perguntava sempre porque eu não tinha ninguém ao meu lado, eu nada respondia. Seu Luís estava piorando, eu não notava mas algo de muito ruim estava acontecendo. Comecei a pensar, algo de bom que tinha mudado a minha vida tinha ficado para trás.
Até que um dia fui para o Niterói Shopping sozinho, e lá eu encontrei a nova versão da loucura da minha vida, estava lá, em cima de uma caixa de vidro como um troféu em cima de um altar, era simplesmente GRADIUS 3 de Super Nintendo, minha expressão facial mudou completamente, imaginava a felicidade que seu Luís e os demais ficariam se soubessem de tal fato, porém aconteceu outra coisa talvez coincidência do acaso ou da sorte, eu não estava preparado, um momento literalmente congelante para mim, pois Lívia estava me chamando do outro lado do shopping vestida com uma saia, um conjunto rosa, mais bonita que antes, eu fiquei extremamente feliz e fui de encontro a ela e ela até mim, para talvez nunca mais se separar, Lívia e GRADIUS 3 no mesmo dia, era demais para mim.
Começou um inútil levantamento da minha moral, eu saia todo dia do colégio, ia pro flíper, ia atrás de Lívia e depois para casa estudar cantando música de vídeo game, que me motivava a estudar.
Eu iria repetir de ano. Ao final do ano, era considerado por todos um fracassado mesmo mostrando notas boas no final do curso. O único que acreditava no meu potencial era seu Luís, que estava muito doente, e a grande quantidade de gente que ia lá para jogar, havia se acalmado, ele dizia que eu era o único que não poderia cair, que só ele confiava em mim, nos fliperamas, nossa marca estava lá, todos nos conheciam no flíper, e eu achava que só o respeito deles não bastava, precisava do respeito de todos, de todos os que moravam em Alcântara.
Encontrei Joana, sentada no final do corredor do colégio, ela tinha passado, foi duro dizer que eu não tinha tido a mesma sorte, mas pouco importava, pois eu talvez me mudaria novamente, e tudo talvez ficaria como minha mãe sempre quis, ou seja, na maneira dela e não como eu quero, ela entendeu isso e ficamos olhando um para o outro, lamentando sem palavras, depois de algum tempo eu tinha que ir embora, e ela pediu que a beijasse no rosto e eu o fiz demoradamente.
Janeiro de 1992, Sonic chega as minhas mãos como um tesouro, um dos jogos mais bem falados, estava sendo jogado por mim, e por muitos outros jogadores em diversos pontos do Rio. Meu pai começa um a série de viagens ao Rio Grande do Sul, dizia ele que era a serviço da marinha. Seu Luís recebe baixa de um hospital em São Gonçalo, seu estado é regular, muitos de nós ficamos com medo, medo de que algo de muito ruim poderia acontecer. Lívia e eu agora nos encontrávamos com um certa freqüência…

“Infelizmente meu arquivo da vida do Igor estava incompleto, mas lembro na época que o dramático final Igor via livia morrer atropelada… NOSSA QUE COISA MAIS OTAKU!!!”

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6 responses

23 07 2009
vaarpen

toda força aí pra vc nessa hora, tá?
abraços!! =)

23 07 2009
Eurritimia

Você não conhece alguém que tenha a versão completa desse incrível relato?

23 07 2009
Tio_Panda

JESUSMARIAJOSÉ!!!!! Cara!!! ISSO É MUITO MAIS EMOCIONANTE QUE NARUTO!!! xD Este roteiro merece virar mangá, anime, filme, Hollywood, sei lá… Eu ri muito, eu me emocionei, quase chorei, em alguns momentos eu refleti, lembrei do passado… Sério… Este texto tem todos os elementos necessarios pra criar um blockbuster!!!

Da forma como este cara conta, pode ter exageros, mentiras, foda-se, É MUITO EMPOLGAMTE!!! A vida desse cara parece ser uma aventura sem fim. Isso merece virar filme!!!

E este roteiro ainda serve para contar como era a vida da juventude naquela epoca, qual era o cntexto de games naquela epoca…. eu tenho 20 anos, portanto nao passei por essa epoca dos anos 80… Minha experiencia com games começa com Atari (jah defasado) e depois do atari soh me lembro do mega drive pra frente (sonic 2 em diante)

Lol amigos! Arguinhos, eu quero ver sta historia de vida, este exemplo de perserverança e heroísmo nas telonas, o quanto antes!!! \o/

Reirom é lendario, mas le eh soh um lammerzinho (lammer-mor, tah…sei…) que falava bobagem e fazia bobagem… O Igor Douglas é um PERSONAGEM!!! O cara tem histpria, e soube, ontar/excrever muito bem!!!! O texto eh viciante e impossivel de parar de ler antes do fim!

Nossa! Que comment gigante… aho que fui influenciado… ^^’

Ok, parei… ateh
o/

24 07 2009
Raphael Belmont

Um verdadeiro clássico. Me lembro que no saudoso site “O Maior Coro do Mundo”, que contava todas as aventuras de Igor, esse texto estava na íntegra, inclusive com seu emocionante e triste final. Lágrimas masculinas rolaram, amigos. Haja coração.

Tô disposto a pelo penos contar o final da história como eu lembro dela. Rola?

5 06 2010
Ziriguidum

mas
que
PORRA
é
essa?

Faz tempo que minhas BOTCHECHAS não doíam tanto.

1 09 2010
Smailin

Nem comento nada. tsc tsc tsc

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