10 motivos para se ter um Play Station 1

25 08 2009

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A geração 32/64 bits, tendo como representantes o Sega Saturn, Nintendo 64 e Play Station One, consagrou PSONE como vencedor. Devo dizer que esta não é minha geração favorita, na verdade acho o pior período para jogos se comprada a dos 8 e 16 bits. Mãããssssss como o PS1 se consagrou, sempre existem preciosidades a serem escavadas, e aqui estão elas:

10 – Resident Evil:

10 - Residentes

Resident Evil é um jogo da Capcom que seguiu um caminho não muito comum da empresa: vamos pegar uma idéia de uma outra empresa e tentar deixar mais interessante. Assim, copiando o estilo do Alone in The Dark, o estilo Horror Survivor tornou-se POP com um roteiro sobre uma organização sombria com o nome de Guarda-chuva(?!?!) criando um vírus que faz as pessoas e animais virarem zumbis. O primeiro jogo, favorito da maioria, tem uma das piores aberturas já feitas pra um jogo, capaz de matar qualquer um de rir com tanta cenas e atuações TRASH. Ainda assim é muito lembrado pelos puzzles e desafios. No 2º, apesar de zumbis e monstros trash continuarem, era mais centralizado na ação do roteiro. Já o terceiro tenta por um equilíbrio entre os dois jogos, enquanto tapa alguns buracos no roteiro. Daí em diante Resident saiu pra tudo quanto é console e babilhões de versões.

09 – Metal Gear Solid:

09 - metal gear

Hideo Kojima estava a 8 anos sem trabalhar com Solid Snake e seu combate contra Metal Gears, e o velho herói foi trazido de volta no jogo mais cinematográfico do PS1. A geração que começou a jogar no PS1, provavelmente não conhecia a aventura anterior para MSX2, mas para os mais velhos e curiosos este jogo não surpreendeu tanto por copiar quase todas as armadilhas do jogo antigo. De novidade mesmo foi colocar o jogo em 3d, além da melhoria na jogabilidade. Aumentou também o nível de drama no texto, muitas vezes chegando ao exagero, mas acho que a maioria aprova os exageros TRASH do Metal Gear. Há um personagem que vale a pena relembrar chamado Psycho MAntis que era um telepata que lia seu memory card e comentava sobre alguns jogos da Konami que estivessem gravados nele como Castlevania. O mesmo personagem perdia seus poderes se fosse enfrentado usando-se o 2º joystick. O jogo ganhou um remake para Game Cube e mais continuações nos Play Station 2 e 3.

08 – Megaman:

08 - Megaman

Nesta geração Megaman teve altos e baixos, mas felizmente os altos foram mais marcantes. A começar pela série clássica no seu oitavo jogo, onde dessa vez tinham vozes e cenas de anime, agradou a uns e desagradou a outros. Já a série X apareceu em 4 jogos, X3 adaptado do Super Nes, ganhou cenas de anime, mas também muito LOAD TIME. X4 é considerado por alguns o melhor momento da série, pela primeira vez o roteiro não é só uma desculpa para passar as fases, trazia duas tramas completamente diferentes pra Megaman X e Zero. Aqui Zero deixa o personagem título quase como coadjuvante pois sua trama era muito mais envolvente e chamativa, falando sobre o passado sombrio do personagem que um dia chegou a ser um vilão. X5 serviu apenas como complemento da série e X6 é odiado por alguns (como eu por exemplo), mas há quem simpatize com este sexto episódio.

07 – Final Fantasy:

07 - Final Fantasy

Vocês podem perguntar porque eu não coloco a geração PS1 no topo ou quase no topo desse top… O fato é que não acho a trilogia do PS1 tão legal quanto foi no Snes. FF7 e 8, além de uma grande campanha de marketing para aumentar o consumo de RPG no mundo, o que influenciou toda a geração PS1, trazia visual cinematográfico e um apelo mais popular com personagens mais cheios de poses e metidos a bad boys, mas também meio boiolas, afim de chamar atenção também do público feminino. Ambos os episódios traziam também universos estranhos para o tema Final Fantasy, onde quase tudo se centralizava em maquinaria pesada, ficando um jogo irreconhecível para quem esperava algo semelhante as origens dos jogos de NES, porém a diferenças consideráveis de FF7 para FF8. Em FF7, apesar do universo, as batalhas eram semelhantes a de FF6, com alguns leves toques de Chrono Trigger. Já FF8 trazia uma batalha um tanto quanto diferente de todos os jogos da série, o que dividiu os fãs. Uma diferença bastante marcante em FF8 foram os personagens que ficaram realistas, pois de FF7 pra baixo eram estilo anime, com corpos pequenos (SDS). Fechando a trilogia, foi lançado FF9, que foi o único dos 3 que se inspira nos jogos originais da série, inclusive tem um Black Mage em seu grupo como nos títulos de 8 bits. Porém FF9 não trouxe nenhuma novidade para série, sendo mais um jogo para fãs. Também é considerável a grande diminuição da dificuldade do jogo. Espero que entendam que considero esta terceira trilogia de FF jogos divertidos e importantes para geração PS1, mas quis mostrar nesta descrição o porque de não estarem no topo da lista e porque considero a segunda trilogia a melhor da série.

06 – Parasite Eve:

06 - Parasite

Enquanto todos só falavam de Resident Evil, eu só ficava no Parasite Eve e suas mitocôndrias assassinas. Ambos os jogos são horror TRASH, mas essa também é a única semelhança entre eles. Estranhamente chamado de Cinematic RPG, Parasite tenta criar um RPG de horror urbano, com o roteiro se passando em locais reais, e apesar do estilo realista, os rostos dos personagens são estilo anime. A batalha, bastante interessante, misturando estilo tradicional de RPG com ação, apesar de já usado em Tales of Phantasia, aqui funciona de forma diferente por ser em 3d. Ouve uma continuação ainda para PS1, mas este lembrava os survivor horror estilo Resident, por isso, prefiro a aventura de Aya Brea e seu festival de auto-combustões na primeira versão.

05 – Suikoden:

05 - suikoden

Usando gráficos de 16 bits, Suikoden surpreende com uma batalha dinâmica e um roteiro muito bem trabalhado para o seu exagerado número de personagens que passam de 100, tanto na primeira como na segunda versão. E ainda é possível enviar o elenco do primeiro jogo para o segundo, tendo um save do primeiro no memory card, somando mais de 200 personagens no segundo jogo, que algumas pessoas consideram o melhor RPG para PS1.

04 – Bust a Move (Groove):

04 - Bust a move

Foi nesta geração que jogos musicais como o pioneiro Dance Dance Revolution e Pump it Up começaram a surgir, dando início aos jogos musicais. Enquanto Dance Dance e Pump tentam simular em seus tapetes controles passos de danças reais, Bust a Move é mais um desafio de sincronia para suas mãos do que uma simulação de dança, e considero o mais divertido jogo para PS1. O grande diferencial foi trazer para o estilo de dança algo que os jogos de luta tinham: personagens carismáticos, cada um com sua missão pessoal. E assim foi feito um elenco inesquecível, e bizarro ao mesmo tempo como a heroína Kitty N, o rapper Strike, o esquentado Heat, o gordão HAM, o imitador do João Travolta Hiro, a loli Shorty, a erótica Kelly, os aliens Capoera, o robô gigante ROBOZ e o baitolão final Pander.

03 – Castlevania:

03 - Castlevania

Série tradicional, 2d no seu melhor estilo, labirintos intrigantes, um personagem popular, trilha sonora perfeita… tudo isso é Castlevania Synphony of the Night, então porque não subir mais posições para esta versão? Bem, apesar de tudo isso ser verdade, há duas coisinhas sobre Castlevania SON que ainda me incomodam – é o mais fácil jogo da série e o fato do segundo castelo ser o mesmo primeiro castelo de ponta cabeça. Foi em SON que o estilo tradicional do jogo se misturou ao estilo que até então ninguém tinha ousado tentar copiar, a do lendário Metroid da Nintendo, o que acabou apelidado mundialmente de estilo Metroidvania. Em alguns momentos fica até descarado a imitação, mas Castlevania tem aquele jeitão da série que conquista o público, e é das séries antigas a que mais tem fôlego nos dias de hoje. Ainda no PS1, foi lançado um remake de um desconhecido jogo da série que havia sido lançado para um computador japonês. Trata-se de uma variação do Castlevania 1, apesar de não ter o desafio a altura do 1, é um jogo com uma dificuldade considerável e vale a pena jogar.

02 – Valkyrie Profile:

02 - Valkyrie

Se fosse considerar os estilo, gráficos, elenco e roteiro do jogo Valkyrie Profile estaria no topo dessa lista. O que me impediu de levá-lo ao topo foi apenas um fato: como boas idéias dentro do jogo não são aproveitadas. Colocando isso de forma explícita é o seguinte – todos os personagens do jogo, sem exceção, são ótimos, carismáticos e com tramas maravilhosas. O problema fica por conta do objetivo da personagem principal, a igualmente maravilhosa Valquíria Lenneth. Ela deve montar seu exército formado por guerreiros mortos, ou seja ela vai surgir no dilema pessoal de todo o elenco. O que acontece é que depois você conhece a trama de um personagem e quer saber como ele vai acabar, você não vai saber… ao fazer parte do exército da Valquíria, eles não tem mais opções pessoais – ou lutam ao lado dela, ou vão servir Odin, e se caso resolva seguir Odin você não poderá mais usá-lo durante o jogo. As histórias deles são tão boas que é como se vários RPGs tivessem sido iniciados ao mesmo tempo, porém nunca terão seus roteiros desenvolvidos ;( . Bem superando esse drama, Valkyrie Profile é uma experiência de jogo inesquecível, um dos melhores sistemas de batalhas já criados, simples e bem feito ao mesmo tempo, onde todos podem atacar juntos, fazendo combos gigantescos. Ganhou um remake para PSP e continuações para PS2 e DS.

01 – Chrono Cross:

O jogo tem detalhes impressionantes para o fraco hardware do PS1. Repare nos tendões da Kid e os efeitos de sombra.

O jogo tem detalhes impressionantes para o fraco hardware do PS1. Repare nos tendões da Kid e os efeitos de sombra.

Algumas controvérsias neste título. Apesar de ter referências, músicas e ligações com Chrono Trigger, Cross não é uma continuação. Segundo o diretor, seria muita responsabilidade e quase impossível fazer algo tão bom que mereça o título de Chrono Trigger II, então para tirar esta responsabilidade imensa, foi criado uma trama dentro do mesmo universo, se passando num continente não explorado daquele mundo e sobre um outro personagem. De fato Cross não é e nem tentou ser comparável a Trigger, mas trás qualidades o suficiente para estar no topo da minha lista. É o jogo com gráficos em 3d mais bem explorado do PS1, tem uma trilha sonora inesquecível e muitas coisa a se explorar. A trama agora trata de viagens dimensionais ao invés das viagens no tempo do anterior, e a batalha trás elementos novos bastante inteligentes. Há mais de 40 personagens a serem adicionados no grupo, mas apesar disso, somente 7 ou 8 tem alguma grande importância no roteiro, sendo portanto os outros servindo apenas como complemento das sub quests do jogo.

Sentiu faltas desses?!

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Ashley e as técnicas da Xuxa de mensagens subliminares.

22 08 2009

Assim como a Rainha da Macum… digo dos baixinhos, a personagem Ashley do Wario Ware de DS e Wii, também tem menssagens subliminares ocultas no seu tema, tema este que pode ser escutado no jogo de DS e no Smash Bros.

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WarioWare: Touched!

“SINGERS: Who’s the girl next door living in the haunted mansion?
ASHLEY: You’d better learn my name, ‘cause I am
SINGERS: Ashley! She knows the darkest spells and she brews the meanest potions.
ASHLEY: You might be the ingredient I seek.
SINGERS: Don’t let yourself be fooled by her innocent demeanor.
ASHLEY: You should be afraid of the great—
SINGERS: Ashley! She doesn’t play with dolls and she never combs her hair.
ASHLEY: Who has time for girly things like that? {music solo} Eye of newt, I cast a hex on you. Grandma’s wig, this will make you big. Kitten spit, soon, your pants won’t fit. Pantalones giganticus! Oh no, not again…
SINGERS: She can rule the world and still finish all her homework.
ASHLEY: Everyone knows that I’m the greatest SINGERS: Ashley! You’d better watch your step, or she’ll cast a spell on you. ASHLEY: I turned my teacher into a spoon. I’m a slave to my spell book, and yes, it’s true: I don’t have as many friends as you. But I think you’re nice, and maybe we could be friends. And if you say no, you’re toast. SINGERS: Who’s the girl next door living in the haunted mansion? ASHLEY: You’d better learn my name ‘cause I am SINGERS: Ashley! Just remember this when you see her on the street ASHLEY: I’m the cruelest girl you’ll ever meet.”

Bem, o que acontece é que se essa letra bonitinha da Ashley for acelerada ( e ojogo fornece a opção de acelerar a letra) uma menssagem satânica aparece: “I have granted kids to hell”. O pior/melhor é que isto combina perfeitamente com a personagem que é uma garota bruxa que faz altas macumbas e tem como melhor amigo umfilhote de diabo.

Não acredita? Acompanhem:

HHAUHAUAHAUAHUAA

SINISTRO!

Este post é aprovado por Xuxa mene Hell e Sashanás

Este post é aprovado por Xuxa mene Hell e Sashanás

Você acha ela bonita?

Você acha ela bonita?

Mas esta é a realidade

Mas esta é a realidade

Queimem malditos!

Queimem malditos!





10 motivos para se ter um Game Boy Advanced

20 08 2009
gbaGBA SP

gameboy-microBem, comparado ao que foi fazer o TOP do Mega, Snes e Nes, fazer o de GBA foi mais tranquilo pois é um sistema com bons títulos, mas não com tantos como foram os anteriores mencionados ou seu sucessor DS (e olha que o DS ainda tá trabalhando a todo vapor, quando ele se aposentar nem quero imaginar a difilculdade que vai ser fazer uma seleção de 10 séries). O Game Boy nasceu em preto e branco e com 8 bits em 89, foi upgradeado 9 anos depois com o Game Boy Color, ainda com 8 bits, mas em cores, porém a qualidade dos jogos diminuiu. Com a chegada da versão Advanced, os 8 bits passaram a 32, porém lembrava mais a época dos 16 bits. Os jogos voltaram a ter um bom padrão como era na geração preto e branco. Versões alternativas do console foram lançadas como Game Boy Advanced SP e  Micro. Desta lista, 6 são RPGS, ficando claro qual o forte deste console. Aqui vai meu TOP de GBA:
10 - Mario & Luigi - Superstar Saga

10 – Mario & Luigi Superstar Saga: Só fui terminar esse jogo recentemente. Super Star Saga tenta se inspirar no memorável Super Mario RPG, mas segue um caminho mais simples e cheio de piadinhas infantis, porém engraçadas. No final parece uma mistura do Mario RPG com Paper Mario(N64). No roteiro um novo vilão/vilã chamada Cakleta rouba a voz da Princesa para acordar um estrela sagrada, o resto vocês podem imaginar. O jogo marcou a volta do Luigi ao lado do Mario como protagonista, pois na geração Nintendo 64 ficou restrito a participações especiais, e inclusive durante o jogo eles fazem piadinhas do tipo “Luigi?!QUem é Luigi?!” Dentre os destaque está a volta dos Koopalings na última fase e a trilha sonora de Yoko Shimomura.

09 - Mother 3 (J)09 – Mother 3: Pra vocês o que é mais difícil? Fazer um produto para adultos, ou fazer um produto bem trabalhado para crianças que acabe cativando o público adulto (Assim como são os filmes da Pixar)? Muitos jogos populares atuais, dirigidos ao público adulto, que são erronea idiota e retardadamente chamados de “Hardcore” são muito mais simples do que parecem. Vamos imaginar: “um clima sombrio, sangue e assassinatos sem nenhum bom motivo, mais tiro do que história, uma dificuldade de fácil a mediana e enrrole o jogo com missões extras sem pé nem cabeça pra demorar mais a terminar. Essas são algumas regras que alguns jogos recentes sem graça seguem pra ter garantia de sucesso. A série Mother é um grande sucesso no Japão, mas nunca teve grande destaque no ocidente. Criada para Nes, migrou para Snes e teve seu nome ocidental batizado de Earthbound. A terceira versão no GBA, talvez a melhor da série, nunca saiu oficialmente do Japão, mas uma tradução feita por um grupo de fãs foi campeã de download. Resta saber se a aventura do garoto psiônico Lucas vai um dia chegar oficialmente as lojas, ou ficará apenas entre os fãs de Smash Bros. ou de jogos mais underground. Os gráficos são simples, é infantil, mas é muito inteligente.
08 - Fire Emblem
08 – Fire Emblem: Outra série nascida no Nes que nunca teve grande destaque fora do Japão. Uma série pioneiro no estilo de batalhas de estratégia, sempre seguindo um roteiros típicos de fantasia medieval. Começou a ganhar destaque depois que personagens foram inclusos nos jogos de Smash Bros. No GBA e Game Cube as primeiras versões ocidentais começaram a chegar oficialmente, e mais recentemente no Wii e DS, que relançou o jogo original. Resta saber se haverá interesse por parte da Nintendo de trazer os jogos que ficaram só pelo Japão. Os 2 lançados para GBA por sinal são muito bons, eu pessoalmente gosto mais de Fire Emblem, apesar de achar o F.E. Sacreted Stones mais bonito.
07 - Sword of Mana
07 – Sword of Mana: Este na verdade não é um novo jogo, mas um remake… Na verdade uma reformulação completa do primeiro Mana, que não é o Secret of Mana como muitos pensam, mas sim um jogo lançado originalmente para o Game Boy preto e branco. O roteiro ficou muito mais complexo e cheio de intrigas, o gráfico é similar aos vistos em Seiken Densetsu 3 (Snes), mas dessa vez apenas 2 personagens a escolher. Independente de quem for seu personagem principal, eles vão acabar se encontrando para cumprir juntos a missão de salvar a árvore de Mana. O sistema de batalha também foi todo reformulado, se ficasse um pouco mais próximo ao que era a batalha de Secret of Mana provavelmente este jogo subiria algumas posições neste TOP.

06 - MegaMan Zero 206 – Megaman: A esta altura do campeonato já existiam várias séries com vários MEga Mans diferentes. Além do clássico e do X, já haviam aparecido Dash, EXE e por fim, Zero. Enquanto a série X vivia um momento de críticas negativas(muitas com fundamento) por conta dos episódios X5, X6 e X7, o GBA lançava a série Zero que seria o futuro do futuro, ou seja o futuro da série X. A garota Ciel, tentando melhorar o que um dia foi MEgaman X, acabou modificando demais o coitado e ele se tornou tão obsecado por justiça que enlouqueceu. Durante uma missão encontrou os resto de Zero e seu Cyber-elf consegue traze-lo de volta a vida. E agora o vilão é o… Megaman?! Com situações novas e um sistema mais interessante, a serie Zero acabou ofuscando os últimos jogos da série X, voltando a ganhar algum destaque apenas com o lançamento do X8. Megaman Zero gerou 4 jogos, todos para GBA.

05 - Legend of Zelda_Minish_CaP05 – Legend of Zelda Minish CaP: Com a popularização do jogo Ocarina of Time para Nintendo 64, a imagem do Link adulto ficou marcada, mas esta fugia da idéia original de Shigeru Miyamoto. O GBA e o Game Cube ganharam versões de Zelda que fazem Link voltar a ser o que era na primeira versão do Nes: uma criança que deve aprender com as dificuldades para se tornar mais “adulto”. Este belo e divertida versão de Zelda para GBA, trás momentos de nostalgia pois lembra o clássico Link to the Past, mas tem uma grande influência dos jogos 3d de Zelda como Ocarina e Wind Waker, apesar de ficar claro as características próprias desta versão como os poderes especiais do chapéu vivo de Link , capaz de fazê-lo mudar de tamanho(Chapolim?!?!).

04 - Golden Sun04 – Golden Sun: Camelot, conhecida por jogos de esportes da Nintendo como Mario GOlf e Tennis e Hots Shots Golf no Play Station, lançou de surpresa o jogo que considero o melhor desta lista. Golden Sun gerou duas versões para GBA e a terceira já está chegando no DS. QUem jogou sabe que esta série tem em sua inspiração a era de ouro dos RPGs de 16 bits, e que tem um roteiro muito bem trabalhado e sem dar muitas voltas que é o que realmente interessa.

03 - Metroid Fusion03 – Metroid: Eles demoraram a lançar Metroid de novo, mas quando veio foi de uma vez 4 jogos, 2 em 3d e 2 em 2d. Esta série lendária nascida no Nes tinha destaque pela sua alta dificuldade e labirintos muito complexos para um jogo dos anos 80, mas a popularização ocorreu com o terceiro jogo no Super Nes. Os dois jogos em 3d “Metroid Prime” lançados para o Cube foram bem reebidos por uns e bombardeados por outros por se tratar de um jogo de tiro em 1ª pessoa com características da série, e posteriormente ganahria o 3º e último episódio para Wii. Os fãs que esperavam uma continuação do que era a série em Super Metroid tiveram que recorrer ao GBA e foram muito bem recompensados com Metroid Fusion. A caçadora espacial Samus além de fazer tudo que fazia no jogo anterior, ganhou novos movimentos, um roteiro ainda mais sombrio e novidades para série como o sistema da roupa parasita que vai mudar de acordo com a cor. Pouco tempo o GBA ganharia Metroid Zero, que era uma total reformulação (assim como Sword of Mana) do jogo original, onde adicionaram mais áreas para vasculhar, mais chefes e inimigos, um mapa popup, já que o original você tinha que desenhar o mapa num papel. A dificuldade foi moderada também, o que pode não agradar aos que querem um desafio a altura do original.
02 - Wario Ware
02 – Wario Ware: Não estranhem a foto do Super Mario Bros. 3 acima, isto não é uma foto de Nes que parou por engano aí. Wario apareceu com o seu Wario LAnd na quarta versão do título popularizado no Game Boy de 8 bits. Apesar de ser bem legal, a novidade que mais me chamou atenção do GBA foi mesmo a coleção de minigames nonsense completamente pirados de Wario Ware. Se você me perguntasse a alguns anos atrás, eu diria que esse jogo era só mais um Mario Party, jogo que nunca simpatizei. Sabe como é, Wario -> Mario -> minigame, ganhei antipatia logo de cara, ainda mais depois da primeira testada, vi uns joguinhos tipo segure um pauzinho que cai na tela, pule no momento certo… desisti sem dar uma chance. Certa vez, vi meu irmão jogar uma sequência de minigames feitos em cima de clássicos do Nes como Super Mario Bros, Ice Climber e Legend of Zelda. Voltou meu interesse pro jogo. Acabei descobrindo que o Wario nesse Wario Ware é só uma desculpa pra apresentar vários personagens que acho até mais legal que o Wario como Mona a garota perfeita, Kat e Ana as pequenas ninjas, Dr Crygor o cientista mais burro do mundo e claro, 9-volt o garotinho nerd que é apaixonado por jogos e visuais dos anos 80. Posteriormente nas continuações seriam apresentada a garota demoníaca Ashley(DS) que se inverter o tema cantado dela aparece uma menssagem satânica, mas isso fica pra outra vez… São duas versões para GBA, Wario Ware Mega Micro Games se joga com os botões e a Twisted usando o sensor de movimentos do GBA para girar. Wario Ware é isso: humor nonsense, reação rápida, músicas marcantes (Peguem a música da Kat e Ana do Mega Micro Games, é a melhor!). Deve-se destacar que dos 6 jogos lançados até hoje da série Wario Ware, sempre se muda a forma de jogar.

01 - Castlevania - Circle of Moon01 – Castlevania: Mas não adianta a inteligência e originalidade do Wario Ware, porque o que o tradicionalismo desta série que já tem quase 25 anos me prende mais ainda. Foram 3 versões para GBA Circle of the Moon, Harmony of Dissonance e Aria of Sorrow. O segundo, Harmony of Dissonance, tem seus momentos, mas é um tanto confuso e muitas vezes parece faltar investimento. Circle of the Moon foi, lançado primeiro, foi um investimento de baixo orçamento, a própria Konami não esperava muito, mas surpreeendeu a todos, devido ao interessante sistema de poderes por combinação de cartas deixadas por alguns inimigos, e o desafio um pouco maior do que o apresentado no jogo anterior(Synphony of the Night para Psone e Sega Saturn). Percebendo onde deveriam investir, na terceira versão, Aria of Sorrow, o time que fez de Synphony estava completo, o que gerou um dos melhores jogos da série. Diferente da maioria dos jogos da série, Aria se passa em 2035 no Japão, quando um estudante estrangeiro Soma Cruz e sua amiga Mina Hakuba são tragados pelo eclipse lunar para dentro do misterioso castelo, ao lado de um certo colega chamado Genya Arikado(alucard disfarçado). Enquanto exploram os horrores tradicionais deste castelo, vão descobrir o que aconteceu com Drácula e os descendentes do clã Belmont. Além da costumeira belíssima trilha sonora da serie, este trazia uma novidade que era um sistema de roubo de almas. Seu personagem poderia usar os poderes dos inimigos como MEgaman, mas não apenas dos chefes de fase: do morceguinho mais fraco ao demônio mais poderoso, todos podem te dar poderes, fazendo com que você tenha um bom motivo para passar algumas horas trocando almas por cabo de Link ou passando pela mesma fase várias vezes afim de completar sua coleção. Ganhou uma continuação direta no Nintendo DS, chamado Dawn of Sorrow.

Kingdom Hearts Chain of Memories (U)





10 motivos para se ter um Mega Drive

18 08 2009

SegaGenesis1

Cá vamos nós de novo, nesta singela homenagem aos sucessos dos sistemas passados, desta vez o grande Sega Genesis / Mega Drive. Iniciando, já contando com as tradicionais injustiças devido ao grande número de ótimos títulos.

10 - Contra - Hard Corps
10 – Contra Hard Cops: Há uma super valorização do terceiro Contra(Snes), mas prefiro as versões de Nes e este título para Mega. Este por sinal tem características inéditas como 4 persogens com armas distintas para escolher, um fortão, uma gostosa, um lobisomem e um androíde anão(?!). Além disso é possível escolher caminhos entre as fases(estilo Castlevania 3), que pode influenciar o final do jogo que por sinal, possúi vários.

09 - Quack Shot Starring Donald Duck
09 – Disney by Sega: A Capcom trouxe a Disney nos 8 e 16 bits da Nintendo, e na concorrente a própria Sega cuidou com muito talento de adaptar os famosos personagens. Os títulos que mais se destacam são Mickey Mouse in Castle of Ilusion e Quackshot Starring Donald Duck. Além dos belos cenários e das músicas memoráveis, diversão e criatividade eram os pontos altos dos títulos que eram tratados como se fossem os grandes títulos da marca, independente de ser licenciamento de marca.
06 - Kid Chameleon (JUE) [!]000
08 – Kid Chameleon: Apesar da clara semelhança com Super Mario, KC trazia diversão em mais de 100 fases, num psicótico título sobre um nerd que vai resgatar seus amigos presos num arcade de realidade virtual e se torna o herói Kid Camaleão, capaz de de mudar de forma e de poderes de acordo com o capacete que está usando (similar as roupas especiais do Mario 3, mas em maior número). O desafio maior era conseguir terminar o jogo em um dia, pois não havia save nem password.  Um jogo lembrado até hoje, mas que nunca houve interesse por parte da SEga por uma continuação.
07 - Phantasy Star 4 - The End of The Millenium
07 – Phantasy Star 4: O Mega não tinha tantos RPGs memoráveis como no Super Nes, porém a série Phantasy Star gerou seu episódio mais marcante, muito mais inteligente, bem escrito e com elenco mais carismático que muito RPG pop moderno. Um grande diferencial da série eram que ao invés de usar bonequinhos  tentando representar situações, eles usavam belos desenhos nas cutscenes(estilo mangá). Um remake deste episódio seria mais do que bem vindo.
06 - Gunstar Heroes
06 – Gunstar Heroes: Poucas vezes um jogo estilo Contra conseguiu ser tão chamativo quanto GUnstar Hereos, mais chamativo até que as continuações de Contra e do popular Metal Slug. Gunstar Heroes além dos tiros por todo lado, tinha muita velocidade, uma historia muito legal e um estilo de desenho único. Mas o grande destaque era a união da mencionada velocidade com m número muito grande de sprites na tela, testando todo potencial do Mega Drive. Se em algum momento um leve slowdown ocorrer, pode crer que é um caso totalmente justificável.
05 - Revenge of Shinobi, The
05 – Shinobi: Uma coisa que não ficou claro pra algumas pessoas é que existem 3 séries do Shinobi, a que iniciou nos arcades(que ficou conhecido também pela adaptação para Master) e teve duas continuções com o nome Shadow Dancer; A originária do Mega Drive que teve duas continuações, uma no próprio Mega e outra no Saturn, e a mais recente com 2 jogos para Play Station 2. A semelhança são apenas que são ninjas do mesmo clã. A geração do MEga Drive é a mais brilhante, com os 2 jogos de Revenge of Shinobi e o Shadow Dancer. São séries criativas, sombrias e desafiante, tudo com a trilha sonora do grande Yuzo Koshiro. A curiosidade é que no Revenge of Shinobi orginal a Sega usou descaradamente clones de super heróis Batman e Homem aranha e depois tomou um processo.
04 - Castlevania - The New Generation
04 – Castlevania: No único título para Mega Drive, Castlevania mostrou uma história sem a família Belmont pela primeira vez e a estréia da brilhante Michiru Yamane no soundtrack. Como personagens principais selecionáveis, Eric Lecard, o cara da lança gigante e o chicoteiro John Morris. Ao invés de se passar o jogo inteiro no castelo do drácula, as fases se passam em locais famosos de vários países da Europa como Grécia, Alemanha, França e Inglaterra. Ganhou uma continuação direta para Nintendo DS entitulado Portrait of Ruin.
03 - Toejam & Earl
03 – Toe Jam & Earl: Aliens funkeiros?!!?!(Funky de James Brown, não aquela porcaria que fazem nos morros do Brasil). Whatever! Foram duas versões pra Mega Drive e um terceiro episódio obscuro para Xbox. No primeiro, Earl quebrou a nave que os levaria de volta para Funkotron. Isso é apenas uma desculpa para o melhor jogo para 2 Players do Mega Drive, similar ao Goffy Troop no Super nes, porém muito melhor por ser maior, com mais desafios e com mais itens para achar. A segunda parte era um jogo de plataforma a primeira vista bem tradicional, psicótico, mas cheio de passagens secretas e fases de bonus divertidas pra achar. Com o passar das fases vão se adicionando elementos de RPG como itens específicos para achar e personagens para interagir conversando. Dosi títulos memoráveis cheios de balanço para dançar ;p.
02 - Streets of Rage
02 – Streets of Rage: Jogos estilo Beat’n’Up, estilo em que personagens só andam e batem em inimigos, são geralmente um tanto repetitivos, mas a trilogia Streets of Rage fugia a esta regra.Com personagens carísmaticos e uma trilha sonora inovadora de Tecno e Dance por Yuzo Koshiro, os jogos prendem tanto o jogador que você não se importa de estar esmourrando o mesmo criminoso pela milionésima vez. Adam, Axel, Max, Skate/Sammy e claro a coxuda Blaze, partem pra cima de uma gangue inteira de criminosos mafiosos comandados por um certo Mr. X. Ganho uma nova versão para PC feita por fãs, mas tão boa quanto os originais. Cadê a Sega com uma continuação?!
01 - Sonic the Hedgehog
01 – Sonic the Hedgehog: Obviamente Sonic foi o jogo que mais influenciou a maioria para aquisição do Mega Drive. O personagem, criado para ser um herói oposto a Super Mario, apesar da influência do encanador estar em itens e alguns detalhes do jogo. O grande diferencial do jogo era unir além de criatividade, cenários temáticos e uma trilha sonora envolvente, muita velocidade, de um jeito jamais explorado nos jogos. Foi um sucesso, e Sonic incomodava diretamente a Nintendo e seu quarto episódio de Mario(World). Foi criado a marca Sonic Team que existe até hoje. Com Sonic 2 o sucesso atinge o auge e o Mega Drive vira o queridinho dos Estados Unidos, no Japão apesar do mercado ter recebido muito bem Sonic, a Nintendo continuou por cima. O terceiro trazia uma novidade que parecia inovadora, mas acabou ficando só por esse episódio do Sonic, o cartucho Lock On. Eram dois jogos, Sonic 3 e Sonic & Knuckles que podiam se misturar entre si e com o Sonic 2, criando novas situações nos jogos, como jogar com o rival Knuckles em ambos os jogos. Há ainda uma informação não confirmada que Michal Jackson foi escalado como compositor substituindo os J-Pop do “Dreams Come True” da versão anterior, mas os escândalos da época fizeram ele usar um nick “Scirocco”, e outra evidência seriam semelhanças da músicas do jogo com sucessos do Rei do Pop e a participação de nomes ligados a produção dos albuns de Jackson na produção do jogo. De qualquer maneira Sonic 3 & Knuckles, apesar de não ter obtido o mega sucesso do segundo, é o melhor jogo do Sonic Team até hoje.

Shining Force





Duck Hunt Dog – Agora vamos atirar!!!

15 08 2009

Quem conheceu o canino mais odioso do universo?

Quem jogou Duck Hunt sabe de quem estou falando, mas se não jogou aqui está umpequeno review da figura em questão.

No inicio ele parece ser seu companheiro fiel.

No inicio ele parece ser seu companheiro fiel.

Até ele pega os patinhos mortos numa boa.

Até ele pega os patinhos mortos numa boa.

Mas não adianta, o que ele gosta mesmo é ver você se ferar com esta risadinha tosca!

Mas não adianta, o que ele gosta mesmo é ver você se ferrar com esta risadinha tosca!

Bem, já que meu Wiimote emula a Zapper numa boa, estava jogando vários clássicos, incluindo o meu jogo não licenciado favorito, Crime Busters, mas deparei com um que de fato numa ouvira falar…

“Barker Bill’s Trick Shooting”

O jogo é uma peuqena gincana de tiro ao alvo comandado por um bigodudo e sua assistente de bikini, nada mais tradicional. Mas o que acontece é que o cachorro do Duck Hunt está no show do bigode!

O Filho da Puta rindo de novo porque eu errei!!!

O Filho da Puta rindo de novo porque eu errei!!!

Ele está num dos jogos da gincana onde deve se atirar em balões. E a função dele é apenas te encher a paciência como no jogo anterior.

Mas, a Nintendo, sabendo do ódio que certos jogadores nutrem pelo personagem adicionou dessa vez uma opção inédita que  independente da qualidade deste jogo, já faz dele um clássico memorável! Você pode se vingar do cachorro e mandar bala no FDP! Acompanhe as fotos:

O objetivo desta prova é estourar vários balões.

O objetivo desta prova é estourar vários balões.

Quando começas a vencer, o cão inconformado vai olhar mais de perto...

Quando começas a vencer, o cão inconformado vai olhar mais de perto...

E aí você dá o bote! Estoure o maldito!

E aí você dá o bote! Estoure o maldito!

Caso ainda não estaja satisfeito e queira ver o cachorro morrer de forma mais realista,  você pode se contentar com o video abaixo… Deviam botar este maldito no Smash Bros. pra colocarmos nossa raiva pra fora acumulada por mais de 20 anos.





10 motivos para se ter um Super Nes

12 08 2009

Assim como nos motivos do NES, não foi fácil mencionar as 10 series/jogos sem injustiçar algum jogo legal. Quem quiser lembrar algum que não apareceu no TOP, mande nos comentários. ^_^

Uma das grandes diferenças do Snes para o Nes é que aqui se destacaram mais RPGs e esportes ao invés de ser uma geração marcada por jogos de plataforma. Um exemplo disso é que na geração do NES coloquei Super Mario Bros 3 no topo do Nes e aqui o World aparece na décima posição:

10 – Super Mario World:

10 Super Mario World

Seguindo os moldes do grande sucesso anterior, Mario World já era sucesso antes mesmo de seu lançamento. Uma das novidades em Mario World é que os segredos que se destacavam eram de fases escondidas enquanto Mario 3 era um jogo com passagens secretas por todos os lados. O famoso personagem Yoshi também estreiou aqui, e servia como montaria que devorava inimigos. Só faltou uma variação maior nos temas dos mundos e mais roupas especiais (só a flor e a pena aqui).

09 – Super Metroid:

09 Metroid_3

Metroid criou um setilo de jogo que seria bastante copiado num futuro, é um jogo muito a frente de seu tempo. Esta é a terceira aventura de Samus e continua exatamente onde parou a segunda(para Game Boy). Além da melhoria na jogabilidade em relação aos 2 anteriores, o clima sombrio do jogo, e a adição de um mapa completo de toda a região fizeram desse um grande hit do Super Nes.

08 – Megaman:

08 Mega Man X

A serie tradicional continuou, com Megaman 7, uma boa melhora em relação aos dois últimos do Nes, 5 e 6. Mas nos 16 bits o que realmente se destacou foi a nova série, Megaman X, erronemente confundida por alguns como Megaman 10. AO invés dos personagens bonitinhos da serie clássica, X trazia um clima mais sombrio, neo apocalíptico, sem personagens engraçados. Foram 3 episódios, mas o primeiro ainda se destaca como o melhor da série X(sem falar na trilha sonora) que chegou a tre 8 episódios e um RPG.

07 – The Legend of Zelda:

07 Zelda - Link to Past

Apenas um jogo de Zelda no Super Nintendo, mas ainda o melhor em 2d, quiçá o melhor da série. Depois das reclamações em relação ao segundo jogo(nes), este terceiro trazia de volta e reformulava para muito melhor o estilo do primeiro. 2 mundos a se explorar, uma trilha sonora memorável, segredos por todos os lados.

06 – Super Mario RPG:

06 Super Mario rpg

Mario RPG apareceu em 1996, quando começava a fase de despedida do Snes. Maravilhados com o sucesso de jogos como Secret of Mana, Final Fantasy e Chrono Trigger, a Nintendo chama a Square Soft para fazer do seu mascote um herói de uma aventura épica; e assim foi, Mario forma o grupo de heróis mais esquisito de todos os tempos estrelado por Mario, Peach, o girino(?) Mallow, o fantoche phoda Geno e o Rei Koopa (!!!), todos contra um velho monstruoso chamado Smith, que além de dominar o Reino dos Cogumelos pretende destruir a Star Road e impedir os sonhos de todos os seres se realizem. Os gráficos eram no mesmo estilo dos jogos de Donkey Kong, que foram um grande destaque para RPGS que não costumavam chamar tanta atenção graficamente na época. Na trilha sonora nomes como Koji Kondo e Nobuo Uematsu se destacavam.

05 – Seiken Densetsu (Secret of Mana):

05 - Seiken Densetsu2

Os 2 melhores jogos desta série nascida no Game Boy estão no Super Nes. Secret of Mana trouxe elementos de RPGs de livro para os RPGs de ação, já que Zelda não trazia elementos como Level UP, armas e armaduras variadas. Já no Seiken Densetsu 3 a novidade era o roteiro “configurável”, dentre 6 personagens, 3 homens e 3 garotas, cada um com um estilo de luta diferente, sendo possível indicar quem seria o principal e seus 2 coadjuvantes. Os jogos que se sucederam para Play Station 1 e 2 e Nintendo DS nem se comparam ao brilhantismo destes 2.

04 – Castlevania:

04 Castlevania 4

Dois episódios no Super Nes, Castlevania 4 e Dracula X. Dracula X é um jogo lamentável, que deve ser ignorado, é uma versão bastante piorada do brilhante Rondo of Blood(PCE). Já Castlevania 4 é um dos melhores episódios da série que também trás uma das melhores trilhas sonoras. O jogo era apenas uma nova versão para a aventura de Simon Belmont(do jogo original). Com belos cenários e uma grande melhoria na jogabilidade, o jogo também destacava efeitos “novos” do Snes como MODE 7 e ZOOM que eram grandes destaques do marketing do console. Ficou faltando a variedade de caminhos, personagens e alguns diálogos como no jogo anterior de Nes.

03 – Donkey Kong Country:

03 Donkey Kong Country

A maior revolução gráfica 2d foi feita com a ressureição do personagem Donkey Kong, que não aparecia desde de 1984, sem contar uma participação em Super Mario Kart, também no Snes (1992). Aqui o personagem foi reformulado, virando um herói de jogo de plataforma. A missão é apenas derrotar uma gangue de jacarés piratas que roubaram as bananas do Donkey. Ao seu lado estão Diddy Kong(um tipo de Tails) e vários animais amigos como Rambi o rinoceronte e Enguarde o peixe espada. Ganhou duas seqüências, sendo que considero o segundo o melhor dos 3, tanto na variação de cenários como a épica trilha sonora. O segundo tem como estrela o Diddy e sua Namorada Dixie com seu cabelo planador que ajuda mais do que qualquer personagem do jogo. O terceiro serve de complemento e a estrela passa a ser Dixie e o bebezão Kiddy.

02 – Final Fantasy:

02 Final Fantasy VI

Um dos primeiros RPGs, nascido em 1987 no Nes, teve seu destaque no 8 bits, mas a partir dos 16 bits ganhou roteiros cinematográficos. Os 3 jogos são memoráveis, Final Fantasy 5 é ótimo, tem personagens inesquecíveis como a maravilhosa Faris, mas FF5 não é páreo para 4 e especialmente 6. $ surgiu em 91 e trás um dos roteiros mais cheios de reviravoltas da historia dos RPGs, com um personagem principal único na série(Cecil). Outro destaque é Rydia, a summoner inicia o jogo criança, saia do grupo e devido ao poder do mundo das invocações voltava ao grupo como uma linda mulher. Já Final Fantasy 6 era um universo diferente para série que misturava um mundo futurista com medieval. O grande diferencial do roteiro de FF6 era que todos os 14 personagens, o maior número de personagens jogáveis que a série já apresentou, apesar de ser Terra a protagonista(outra novidade), em algum momento todo o resto do elenco tem seu momento de principal com um roteiro próprio definido. E em todos os 3 episódios temos Nobuo Uematsu na trilha sonora, e mais uma vez FF6 se destaca nesse aspecto, além de mais e melhores músicas, trouxe novidades como uma ópera completa e até uma musiquinha eletrônica.

01 – Chrono’s Trigger:

01 Chrono trigger_00000

Não há questionamentos de ninguém em relação a este. Sem apelos pop no roteiro como certos RPGs da geração Play Station, Chrono juntou um time que além dos grandes nomes envolvidos com Final Fantasy e Dragon QUest, teve também a participação do famoso desenhista Akira Toriyama no character desing. O roteiro sobre viagem no tempo, com o dferencial que se passa dentro de um novo universo de fantasia, já que o tema de viagem no tempo anteriormente só era explorado dentro do universo “real”. Não há aspecto onde não se destaque gráficos que lembram anime, músicas que levaram as “mids” do Snes a um nível de orquestra e uma grande variação de temas e personagens durante a trama principal. Foi relançado em outros consoles com cenas de anime que se encaixam perfeitamente no roteiro do jogo.

snes mencionados





Paródias de Filmes com Games – TUALIZADO!

10 08 2009

Montagens que fiz no tempo que eu usava fotolog.com

Tinha esquecido desse:

300

rush

ratta

free willy

kano

rockyman

jones

tropa

zombies