Mais retro chegando no Wii

4 06 2010

Logo mais, um novo jogo de 8 bits estará disponível no Wii. Seria um GTA de NES?!

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Castlevania – TOP 10

26 03 2010

Empolgado com o meu TOP do Mario vou agora para um TOP dos jogos imperdíveis de Castlevanias.

10 – Castlevania Dawn of Sorrow

Anteriormente no Game Boy Advanced, Aria of Sorrow trouxe uma novidade para a série que é a idéia de Megaman de copiar o ataque do inimigo, mas aplicando isso a todos os inimigos do jogo. Com uma resposta muito boa do público, fazendo o fraco Curse of Darkness (PS2) ficar no vácuo, ganhou uma seqüência tão boa, quanto a original, ou melhor dizendo, superior a original, com melhores músicas, estrutura , variedade de cenários e ainda usava alguns recursos no Nintendo DS que era a grande de novidade. A aventura aqui se passa no Japão e no futuro da série, continuando com Soma Cruz, a reincarnação do Drácula, tentando evitar de despertar seu lado maligno. Ao seu lado a quase namorada sacerdotiza  Mina; Yoko descendente das magas da família Belnades (Fernandez);  Julius Belmont, o homem do chicote da vez; e Arikado, o disfarce oriental de Alucard. Destaque para o Julius Mode onde é possível jogar com três personagens ao mesmo tempo.

09 – Castlevania Adventure Rebirth

Os 3 jogos de Game Boy 8 bits de Castlevania nunca foram os mais atraentes da série, mas isso se deve ao primeiro e ao terceiro, pois o segundo é um jogo muito legal que merece ser terminado. Aproveitando aonda de jogos retro que invadiu o Wii Ware, Koji IGArashi resolveu matar dois coelhos com uma cajadada: fazer de Castlevania Adventure 1 um jogo que mereça ser jogado, e revisitar a fórmula clássica da série, criando um desafio similar ao primeiro Castlevania. E foi isso que nasceu um jogo recente, centralizado apenas no que mais importa: vencer um altíssimo desafio num jogo de ação. Mesmo usando elementos do Adventure, a jogabilidade e estilo vem toda dos jogos de Nes, mas sem aquele pulinho travado(mas este pode ser liberado). Interessante nos efeitos sonoros são uma grande mistura, com sons de Nes, Mega e Synphony of the Night. Christopher Belmont deve invadadir Castlevania e passar por 6 áreas, divididas em vários blocos e guardadas por 9 chefes, incluindo o Drácula.

08 – Castlevania Synphony of the Night

Originalmente lançado nos dois sistemas 32 bits, SON trouxe para a série algo que até antes só Metroid tinha conseguido implacar com sucesso absoluto: um jogo sobre uma fase gigantesca de labirinto. A trilha sonora de Michiru Yamane, aqui brilha mais do que nunca, com certeza está entre as 3 melhores da série. Alguns devem perguntar porque eu não acho o Castlevania mais pop o melhor, então vou dizer porque aqui nem tudo são flores: o desafio, antes considerado uma obrigação de Castlevania, caiu muito e este é também o mais fácil dos jogos da série, e a idéia de passar o jogo inteiro de ponta cabeça, deixa tudo mal estruturado, parece mais um idéia para esticar o jogo. A trama é uma continuação direta de Rondo of Blood do PC Engine, e fala sobre a rápida volta do castelo do Drácula após a derrota do mesmo nos eventos do jogo anterior. Para completar os heróis anteriores Richter Belmont e Maria estão pelo castelo, mas Richter desapareceu. Alucard então acorda de seu sono e resolv por um fim a essa nova ameaça.

07 – Castlevania Lamment of Innocence

Medusa Head gigante vinda do Castlevania 1

Todos nós já percebemos que transformar 2d em 3d, mantendo a mesma qualidade e popularidade do 2d é uma tarefa quase impossível, apenas Super Mario e Metal Gear conseguiram tal feito. Mesmo não sendo o mais popular dos jogos da série acho que LOI é um grande jogo e o único dos 3 jogos em 3d que conseguiu ficar com a cara de Castlevania, e criou o melhor roteiro da série até hoje. Com a jogabilidade tentando seguir a linha de Devil May Cry, mas adaptadno tudo ao chicote, Lamment também é um raro jogo em 3d cheio de passagens secretas e ótimos cenários, especialmente vendo a época que foi lançado, pois nem Curse of Darkness conseguiu ter cenários tão legais. A trama dessa vez conta o primeiro episódio da série, antes dos Belmont se tornarem matadores de vampiros, houve uma batalha por motivos pessoais entre Leon Belmont e o antigo vampiro Walter. Mas as origens do atual Drácula são ainda mais surpreendentes, e isso você deve descobrir jogando.

06 – Castlevania Bloodlines

O único Castlevania que foi exclusivo para um console da SEGA, tirava a trama da era medieval pela primeira vez, se passando um pouco antes da segunda guerra mundial. Sem sinal da família Belmont, o chicote acabou parando na mão do americano Jonh Morris, que parte na caça de vampiros com seu amigo Eric Lecard, dono de uma técnica especial com uma lança gigante. O jogo não tem trouxe grandes novidades para a série, além de cada fase ter chefes e subchefes, mas há algo diferente na ambientação:  ao invés de ficar o tempo inteiro em Castlevania, Bloodlines leva o jogador a rodar vários países da Europa, que foi inteira dominada pelas forças do mal. Esse episódio também foi o primeiro a trazer para série a compositora Michiru Yamane, que substituíu a banda Kuheiha Club, mantendo a trilha no mesmo nível.

05 – Castlevania

O primeiro Castlevania é sinônimo de desafio. Mas se você olhar pra produção vai ver que significa muito mais coisas: criar uma produção com uma trilha sonora tão envolvente, cenários variados (pra época) em 1986 foi algo mais do que complicado. As 6 fases podem não ser tão longas, mas devido ao alto desafio, o jogador muitas vezes vai ser obrigado a tentar criar a melhor estrátegia para não morrer em determinados momentos. O personagem, acabou sendo o que mais foi usado em jogos da série até hoje, Simon Belmont, um dos personagens mais lendários dos video-games. Raramente a trama das produções da época eram detalhadas e Castlevania1 conta muitos detalhes sobre Simon e a situação do mundo naquele momento, mas tudo que se sabe é que os membros da família Belmont devem matar o Drácula toda vez que retorna a vida, e agora é a vez de Simon invadir Castlevania. Ao final ele recebe uma maldição que só será quebrada na sequência, Simon’s Quest, o segundo da série lançado um ano depois.

04 – Super Castlevania 4

O quarto jogo na quarta posição ;op. Assim como Adventure Rebirth, na teoria é um remake, na pratica é um jogo totalmente novo. O quarto Castlevania recria a primeira aventura de Simon Belmont, mas num jogo mais longo, com muitos mais cenários e uma trilha sonora totalmente nova e ainda mais marcante. O que mais chama atenção neste game é o trabalho com a jogabilidade, embora muitas vezes não faça muito sentido, como pular esubir as escadas no meio do pulo, nunca fora tão leve. O pulinho travado aqui se foi também, e o chicote ganhou tantas maneiras de ser usado que parece mais um extensão do braço de Simon do que uma arma. Estranhamente os jogos seguintes(Bloodlines e Rondo of Blood) ignoraram essas mudanças e seguiram mais a linhas do Nes.  A história de Simon ainda ganharia uma terceira versão para computadores(convertido depois para Play Station 1), Castlevania Chronicles, mas este é bem mais parecido com o Castlevania 1.

03 – Castlevania Order of Ecclesia

Por este TOP, vocês provavelmente já perceberam que eu prefiro a série seguindo sua linha original, mais ação e menos Metroid. Porém Ecclesia é o único Metroidvania que considero do mesmo nível do estilo tradicional da série. Ecclesia trás elementos dos jogos modernos: labirintos, cutscenes, level up e vários equipamentos, mas também vários elementos das raízes como fases 100% de ação(só seguindo em frente), itens escondidos que aparecem ao se abaixar e principalmente: é o único jogo moderno com dificuldade semelhante aos jogos do Nes. Há novidades também no estilo como um mapa mundi estilo RPG antes de invadir o castelo(a 1ª metade é toda fora dele), e excluindo o Drácula e a morte, todos os chefes são novos também. Devo destacar que o characterdesing do artista Masaki também é o melhor que já vi na série até hoje, além de seguir um traço japonês mais realista, consegue ser gótico, e sem afeminar os personagens masculinos como o traço de Ayame Kojima.

Como não amar esta garota?

A personagem é a maga Shanoa, e isso causa uso de MP para praticamente tudo.  Com a ausência dos Belmont ela está sendo treinada para acabar ocm as forças do mal dominando o poder oculto conhecido por Dominus. Mas o centro dessa história ainda está cheio de reviravoltas que só jogando para ver.

02 – Castlevania Rondo of Blood

Apesar de lançado em 1993, era pouco conhecido do grande público até antes de 2007 quando foi ganhou sua primeira versão americana no remake para PSP, e a duas semanas atrás foi portado para Nintendo Wii. Rondo of Blood segue o estilo tradicional, mas parece um ponto de encontro com a fase moderna da série. Aqui encontramos elementos de Castlevania 3:  personagens selecionáveis(mas só 2 aqui) e caminhos que se dividem e podem levar a novas fases. Mas aqui a divisão acontece escondida dentro das fases ao invés do final. Rondo também deu destaque as tradicionais sub-armas, fazendo com que cada uma tenho um super poder oculto como a chuva de água-benta ou a metralhadora de punhais. Foi o último trabalho da Kuheiha Club na série também. A trama sobre  Richter Belmontque teve sua cidade atacada pelas hordas do Drácula antes que ele pudesse lutar com o demônio. Agora diversas garotas foram sequestradas para que sirvam de sacrifício ou simplemente como escravas. Este jogo mostrou também Carmilla, a vampira como chefe de uma das fases.

01 – Castlevania 3 Dracula’s Curse


É isso, pessoal, eu ainda acho que o auge foi a trilogia do Nes. Lançado no finalzinho dos anos 80 no Japão (22/12/89), e em Setembro de 1990 nos Estados Unidos, o jogo pegou o estilo do Castlevania 1 e melhorou, colocando uma trama mais profunda, relação entre personagens, diversas fases, e opções de rumos a se tomar. Para se jogar todas as fases é preciso terminar no mínimo 4 vezes. A trilha sonora é magnífica também, a melhor do Kuheiha Club na série, que merece um álbum inteiro orquestrado.

Os 4 heróis e o castelo

A história dos 4 heróis Trevor Belmont, o herói que volta para salvar o mundo da maldição do Drácula, após ter visto sua família ser expulsa da região de Warakiya; Syfa Belnades uma poderosa feiticeira caçadora de vampiros que acaba sendo petrificada(cabe a você salvá-la ou não) e pode acabar formando um par romantico com Trevor(ou não); Grant Danasty – o pirata que teve a família morta pelo Drácula e foi transformado em Fleaman; Alucard – O filho do vampiro que se rebela contra seu pai devido uma promessa feita no leito de morte da sua mãe. O mais memorável dos títulos viria a ganhar um filme de animação (3d),  mas o projeto está engavetado. Resta aguardar, e ver se o IGA pode fazer alguma coisa.

Arte conceitual do filme com Trevor e Syfa. Será que um dia sai do papel?





Lançamentos da Semana Passada

22 03 2010

Cara que semana boa essa que passou.

Além do aguardado God of War III no PS3, que até agora só pude observar na casa de um amigo e pelas divulgações antes da hora do youtube ; p

Essa semana tivemos o lançamento da Platinum Games (criadores de Bayonetta, Mad World, Okami) Infinite Space para Nintendo DS. O jogo foi vendido como RPG, mas na verdade é um simulador de naves. Na verdade você comanda o capitão que deve dar ordens a seu esquadrão de naves. Quem espera um jogo de ação aqui não é esse o jogo, mas quem ama Space Opera e sempre quis bancar de Capitão Kirk vocêachou seu jogo.

Wario Ware é uma série já conhecida do público e ganhou uma nova versão que te dá liberdade de criar seus jogos. Muito bom como sempre.

Ainda foi lançado um RPG altamente poetico e com uma trilha sonora grandiosa, que já indico como uma das melhores do ano, Fragile Dreams.

A sequência de Red Stell também chegou:

E pra completar, um retrozinho pra vocês, saiu hoje mesmo depois de muito atraso:





Super Mario – TOP 10

19 03 2010

Aproveitando que já passaram 3 meses de New Super Mario Bros. Wii (mesmo ele ainda continuando entre os 3 jogos mais vendidos do Japão), resolvi fazer aqui meu TOP pessoal dos 10 melhores jogos de PLATAFORMA do encanador, aproveitando também para dizer para quem mora ou está passando por São Paulo, (que não é o meu caso ;- (  ) que Charles Martinet, o dublador oficial do Mario virá como convidado especial no evento Gameworld, que ocorrerá nos dias 30 e 31 desse mês no  Centro de Convenções – Frei Caneca – Shopping Frei Caneca – Rua Frei Caneca 589. Mais informações: http://www.gameworld.com.br/

E agora…

Super Mario TOP 10

10 –  Super Mario Bros. 2

Blobber fora da água

Super Mario Bros. 2, é mais um pacote de expansão do Super Mario Bros. original. Movido a muitas drogas ou seja lá o que for que deixou Shigeru Miyamoto completamente louco enquanto planejava esta versão. O japa devia estar cheio de sake quando resolveu botar blobber fora d’água, algumas estruturas completamente inesperadas e pés-de-feijão que você quase não consegue encontrar. O que esse jogo trás de mais interessante é o desafio, que apesar do continue infinito é capaz de enlouquecer qualquer jogador. Nunca um jogo de Super Mario conseguiu sequer chegar perto do desafio desta versão.

09 –  Super Mario 64

Convenhamos que Super Mario 64 tem lá seus problemas, os controles são pesados e as vezes fica difícil calcular o pulo, e principalmente controlar o personagem quando se tem poucas oportunidades de voar. Repetir várias vezes a mesma fase pode ser cansativo também, apesar de algumas fases muito legais como aquela segunda do gelo.  Certo que parte dos problemas foram solucionados com a conversão para DS, além da melhoria gráfica, mas o grande mérito dessa versão foi ter criado um mundo 3D de plataforma que serviu como base para tantos outros que inovaram e outros que simplemente imitaram. Este também marcou a estréia de Charles Martinet como a voz de Super Mario.

08 –  Super Mario Land 2

A primeira tentativa de adaptação de Super Mario no Game Boy preto e branco, apesar de muita gente lembrar, não saiu bem como o esperado, sendo uma versão mais simples que o Super Mario Bros. original. Explorando melhor as capacidades da maquininha Mario Land sofreu uma grande repaginada, criando um jogo um tanto diferente, mas com influências de Super Mario World e Super Mario Bros. 3. O resultado foi um jogo que foge dos padrões habituais dos ambientes de Mario, e ao mesmo tempo trás lembranças dos jogos já consagrados como o pulo girando e os poderes especiais do encanador. O jogo também trouxe um novo vilão que foi aprovado pelo público e acabou virando um anti-herói, Wario veio pra acabar com o aspecto 100% bonzinho do universo de Super Mario.

07 – Super Mario USA

Super Mario USA virou Super Mario Bros. 2 nos Estado Unidos. Não é um típico jogo de Mario, na verdade nem era um jogo do Mario. Movimentos típicos como o pulo na cabeça dos inimigos para derrotá-los não estão inclusos aqui. Ao invés disso, pode-se agarrar itens e vegetais para serem usados de armas. Nenhum inimigo do jogo anterior também está presente aqui. Algumas adaptações foram feitas para se manter alguma semelhança com  a série como o tema de Super Mario 1, cogumelos de itens e a estrela. Apesar de não ser Mario o jogo tem fases divertidas e bem trabalhadas, com ambientes variados. Também colocaram a possibilidade de se escolher entre 4 personagens, inclusive a princesa provou ser também uma boa heroína. Luigi aqui ganhou sua aparência diferenciada do irmão, seguindo com esta aparência até os dias de hoje.

06 –  Super Mario Bros.

Esse dispensa apresentações, talvez seja o jogo mais importante de todos os tempos. Super Mario Bros. salvou o mercado de consoles da falência, definiu os rumos que os jogos deveriam seguir, criou regras do estilo de jogo plataforma iniciado com Pitfall, e fez o mundo ficar ligado em como o Japão iria seguir como mercado principal dos games. A busca pela princesa pelos 8 mundos do fantasioso reino dos cogumelos fez tanta gente ficar ligado que Super Mario se tornou uma máquina de dinheiro ainda mais rápido que Mickey Mouse, chegando a passar a popularidade do personagem. E o melhor de tudo, o jogo continua divertido até os dias de hoje, e olha que já se passaram 25 anos.

05 –  New Super Mario Bros. DS

New Super Mario Bros. DS teve o desafio de provar que a teoria de Shigeru Miyamoto, de que novos jogadores podem gostar de Super Mario a moda antiga tanto quanto os mais velhos. Foi criado um jogo inspirado no original, mas com mundos temáticos e novos chefes, além da presença de Bowser Jr., personagem apresentado em Super Mario Sunshine. Este está entre os mais vendidos e melhores jogos do portátil, mas mesmo conseguindo atingir seus objetivos, Shigeru Miyamoto não estava totalmente satisfeito com a produção. Segundo ele, pegaram leve no desafio para não assustar os mais novos, e depois ele reparou que isso não seria necessário. O erro foi corrigido pouco tempo depois no Nintendo Wii.

04 –  Super Mario World

Talvez o jogo mais anciosamente esperado pelos fãs de Super Mario, vindo na empolgação do sucesso de Super Mario Bros. 3.  Chamado inicialmente de Super Mario Bros. 4, além de apresentar gráficos muito coloridos, aproveitando o potencial do Super Nes, o mais novo console da época, Mario World fez Mario aprender novos movimentos como o giro que quebra blocos e principalmente trouxe Yoshi, um dos personagens mais queridos da série. O desafio era rodar o mundo destruindo os Koopalings para no fim salvar a princesa do Rei Koopa, ou “Bowser”.

03 –  New Super Mario Bros. Wii

A continuação de Super Mario Bros. mais próxima dos jogos originais foi esta. New Super Mario Bros Wii conseguiu realizar uma grande vontade de Miyamoto, a aventura com suporte a 2, 3 ou até 4 jogadores simultâneos, dentro de um jogo no estilo original do encanador. Além das roupas que dão poderes a Mario, estão de volta aqui os mundos temáticos clássicos, o Yoshi a moda antiga e os Koopalings que andavam esquecidos, salvo a participação da última dungeon de Mario e Luigi Super Star Saga. Também é legal ver que há elementos de todos os jogos como por exemplo o swich palace de Mario World e até os itens que podem ser jogados de Mario USA como o POW. Um bom destaque desta versão também é o desafio, apesar de que há muitas vidas no jogo, existem fases que podem fazer jogadores menos acostumados ao estilo clássico perderem a paciência.

02 – Super Mario Galaxy

Se existe um jogo nascido em 2d, que conseguiu manter a mesma qualidade em 3d este é o único. Super Mario Galaxy trouxe TUDO que tinha de mais importante em Super Mario Bros. 3 e adaptou ao 3d:  Gráficos que exploram bem os recursos do sistema, jogabilidade leve e fácil de controlar, fases com temas variados(até mais que o Mario 3), poderes variados, além dos ângulos mais loucos já captados num jogo de plataforma desde Nights, e a possibilidade de voar, apesar de não ser tão constante como nos jogos 2d. Galaxy tem também a melhor trilha sonora da série e outra boa vantagem desse jogo em relação aos anteriores em 3d é que as fases não cansam com o tempo, apesar de você voltar no mesmo local, novas rotas vão se abrindo, fazendo praticamente delas fases diferentes umas das outras. Pela primeira vez uma série consegue colocar em harmonia sua versão 2d e 3d, e claro que tal feito só podia ter vindo com a série que ensinou a fazer jogos de plataforma. O que falta agora? Explorar mais a possibilidade de voar em 3d, será que veremos isso na sequência ou num próximo console? O certo é que Yoshi vai retornar .

01-  Super Mario Bros. 3

20 anos depois, Super Mario Bros. 3 ainda impressiona. Foi o jogo de download mais vendido do ano passado no Wii. Porque Super Mario Bros. 3 é insuperável? Além da questão do 2d ser algo melhor de trabalhar que o 3d, a inspiração das fases, da quantidade de poderes, e o número de segredos que existem nas fases do jogo(provavelmente ainda tem algumas passagens que você não encontrou) fazem as outras versões manterem uma grande distância desta. Para um jogo de Nes, trazer a variedade de ambientes durante os 8 mundos é algo impressioante. Os Koopalings estreiaram nesta versão junto com seus terríveis airships. Se quiserem algo contra aqui vai: evite a versão de GBA, foi facilitada ficando um tanto retardada. O melhor é jogar no original pra saber porque o jogo impressiona tanto para os padrões da época, e pra quem achar muito longo pra jogar de uma vez(sem warps seu folgado), use o Virtual Console para usar o suspend play.

Observações: Se estiverem curiosos em saber porque eu não coloquei Yoshi Island e Super Mario Sunshine neste TOP, o primeiro eu não considero um jogo de Super Mario apesar da presença do mesmo, vejo como a série do Yoshi (Yoshi Story, Yoshi Island DS). Sunshine, apesar da melhora na jogabilidade em relação a Mario 64, e da voz da Peach ser linda de morrer, acho um jogo muito limitado para os padrões de Mario, e algumas vezes com idéias sem graça. Satisfeitos?





Mais sobre Zangeki no Reginleiv

12 03 2010

Bem, estreiou em Fevereiro nas terras japonesas, Zangeki no Reginleiv, o jogo que quebrou o tabu da Nintendo, ou seja é um jogo sobre retalhar criaturas enquanto se toma banhos de sangue. Para alertar ao público que este não é um jogo tradicional da Nintendo, o jogo foi lançado com uma caixa preta, ao invés da tradicional que é branca:

Não sei exatamente por qual motivo, o Cosmão tinha dito que o jogo seria decepcionante por ser On-Rails, que pra quem não sabe, é o que na época do 8 bits eram simplesmente chamados de jogos de pistola (porque não chamar de jogo de pistola, de tiro sei lá…), ou seja, aqueles jogos em que você só controla a ação dos tiros. Não sei que preconceito é esse com jogos de pistola, eu sempre gostei deles.

Whatever, quando fui assistir o gameplay do jogo não tinha nada de estilo pistola, é um jogo sobre matar monstros com espadas e magia, parecendo uma mistura dos jogos da série  Samurai Warriors com os Resident Evil mais recentes.





Megaman 10 – O Castelo de Willy

10 03 2010

Versão Play Station 3 chegando hoje

Como vocês podem imaginar, o castelo de Dr. Willy, assim como em versões anteriores é um mix das fases anteriores. Inimigos que antes só apareciam numa determinada fase se misturam com outros inimigos “exclusivos” de outras. Alguns minibosses vão voltar também. Armadilhas também acabam se misturando como o “carrinho” do Blade Man que é colocado numa fase de água aqui. Pra quem já passou as fases anteriores não vai encontrar nenhuma grande novidade aqui, apenas na fase 3, existem essas plataformas móveis que sobem direto num ambiente lotado de spikes e você deve comandá-la para direita ou esquerda, pisando nos botões laterais.

Atente que a plataforma se move lentamente, portanto quando for desviar, não deixe pra fazer em cima do spike.

Agora uma geral nos chefes:

Invocando Gemini Man

Boss 1 – O chefe dessa fase chame simplesmente “Arquivo”. É uma máquina que invoca poderes do passado. Essa máquina tem três formas, que devem ser enfrentadas no decorrer da primeira fase do castelo. Em todas as formas ele deve ser enfrentado com a arma de Blade Man. Na primeira forma, ele invoca Elec Man, Wood Man e Gemini Man. Antente para as folhas de Wood Man e no padrão de movimento de Gemini Man que é meio chato de desviar. A segunda forma ele ataca com Ring Man, Napalm Man e Flame Man. Quando ele invaca Napalm é um momento chato pois ele fica em cima do Megaman o tempo inteiro, enquanto solta bombas. É difícil tentar desviar, portanto tente destruí-lo rápido. Finalmente a terceira e última forma são Slash Man, Frost Man e Tornado Man. O ataque de Frost Man é rápido e deve-se ter caute-la para pular a onda de gelo, enquanto o de Tornado Man pode acabar atingindo Megaman de surpresa pois o ataque vem de baixo pra cima, só dá pra descansar no ataque de Slash Man. O segredo é ser rápido e certeiro para ele não ter chance de fazer muitos ataques.

Boss 2 – AUCH! Um meme de internet! GIGANT ENEMY CRAB!!!

Para se livrar desses chefe use as explosões da bomba do Commando Man nos olhos dele. É possível destruir as garras da criatura, mas use outra arma pra isso. Em determinados momentos ele tenta esconder os olhos ou colocar em um local mais difícil de atingir. Lembre-se de usar as plataformas ao redor a seu favor.

Boss 3 – Agora Willy resolveu fundir dois chefes clássicos: Yellow Devil e os Blocos vivos, o segundo chefe do castelo de Megaman 2, nascendo assim Block Devil.

É o chefe mais difícil do jogo, portanto se quiser um desafio mais leve, use aqui a armadura que diminúi o dano pela metade, lembrando sempre que ela é descartável e perde o efeito após o fim da fase ou quando se perde uma vida. Quando os blocos do chão saem para formar o chefe, vão deixar buracos, portanto qualquer deslize e vai começar tudo de novo. Só é possível atingí-lo quando o olho do monstro surge, que é sempre a última peça. A arma mais efetiva infelizmente é a do Sheep Man, quando solta o raio. Depois ele começa a se desmontar e vai fazer ataques pelo chão. Não desperdice munição nessa hora, tente ficar longe dele. Depois ele reinicia o padrão inicial e quando o olho surgir de novo, finalize a batalha. Altamente aconselhável ter “W” de reserva.

Boss 4 – O tradicional Willy Teleport System.

Depois de aguentar a revanche dos 8 chefes iniciais, o velho aparece enfrentar Megaman. A primeira forma é essa nave estilo One Piece.

Quando pular pra desviar dos mísseis, mande um tiro da arma do Solar Man, mirando na altura dos olhos da caveira. O velho insiste na batalha e entra na segunda forma. Aqui ele passa quase todo o tempo na parte superior da tela. Após o tiro dele, pule e atinja a parte da cabine com as bolhas de Pump Man, ou tente atingir dissipando as bolhas quando ficarem poucas. A batalha acabou mas o velho fugiu para uma área secreta do castelo que fica no espaço.

FASE SECRETA Boss 5 – Antes de chegar ao chefe, há um dejavu da fase Metal Man.

Lembre-se que esta fase está de ponta cabeça, portanto tanques “W” são “M” e “M” são “W”. A batalha contra o velho acontece numa área onde é possível ver o planeta Terra. Como sempre uma arma fraca é efetiva contra Willy, neste a de Chill Man. São duas naves de Willy, uma com o verdadeiro e outra com um robô Willy(lembra do Megaman 3?).

O robô deve ser ignorado, é aquele que a pele é cinza e tem uma marca vermelha na testa. Memorize o padrão de ataque dos tiros, que sempre vem durante o movimento de aparecer e desaparecer dos Willys. Se você acertar sempre o verdadeiro, não vai demorar muito e você vai assistir o tradicional sprite do velho pedindo perdão. O final do jogo não faz juz a aventura é uma das piores porcarias que eu ja vi na série Megaman, mas cá entre nós, final é um mero detalhe.

THE END





Megaman 10 – Parte 2

9 03 2010

Continuem com a segunda parte de Megaman:

Commando Man – A última vez que vi Megaman andando no meio do deserto assim foi em Megaman 4.

Atente para as minas no chão, pois elas revelam outros inimigos, mas também podem revelar itens. A fase é constantemente atingida por tempestades de areia, e justamente em partes com inimigos, buracos e spikes. Quando isso ocorrer, procure a plataforma segura mais, aquelas que tenham um apoio para que o Megaman não encoste em nada perigoso.

No final há um grande buraco que não pode ser pulado normalmente, use o RUSH, ou a força da tempestade de areia pra aumentar o pulo. Commando Man é facilmente derrotado com as serras de Nitro Man, mas procure estar próximo dele para não virar alvo fácil de suas bombas, com atenção para pular quando ele faz o pulo terromoto.

Blade Man – A novidade aqui são essas plataformas que andam em trilhos, e devem ser pisadas nas laterais para andarem. Obviamente, elas são colocadas em partes lotadas de spikes no chão, e se você demorar para pisar elas acabam retornando ao início do trilho. Livre-se rapidamente dos inimigos que estiverem por perto e pule com cuidado.

O mini-boss é um castelo, que pode ser derrotado em poucos segundos com a arma do Pump Man. E Blade Man é o mais chato dos 8 chefes iniciais. A arma do Commando Man é efetiva, mas o que deve atingi-lo é a explosão e não a bomba. O problema é que Blade Man não para quieto, está sempre nos cantos das paredes, no teto e vez ou outra vai pro chão. Durante esses movimentos, ele atira sempre três facas contra você, complicado de desviar porque a arma do Commando Man é controlada pelo direcional e deve ser atingida na parede ao lado dele para explosão funcionar, algo que deve ser feito rápido ou ele foge. Caso não tenha pelo menos 1 tanque “W” e “E” de reserva pode ser complicado.

Strike Man – Este improvável cenário, se passa num estádio, e lembra jogos de esportes do Nes como Track’n’Field.

Logo no início há um mini-boss que deverá ser enfrentado novamente no decorrer da fase. Ele é uma cabeça de robô com duas mãos pesadas que jogam uma bola de futebol gigante contra você. As mãos causam terremoto também. Você deve desviar do ataque das mãos e subir nelas, quando se aproximarem do rosto, use a poderosa arma do Pump Man. Da segunda vez é o mesmo, mas há pontos do cenário que estão eletrificados para complicar sua vida.

Repare nas bolas de ferro, as que não possuem spikes são plataformas. Em ambos os casos, dê um tiro e elas decolam feito foguete, por alguns segundos e depois retornam ao ponto de partida, portanto seja rápido ao passar por elas.

A batalha contra Strike Man é bem relax pra compensar a anterior. Ele vai cair tão rápido quanto Solar Man, com poucos tiros das faquinhas do Blade Man.

Sheep Man – Achei esta fase deveras interessante. Quem esperava uma fazendinha, pode esquecer, ele é um chefe elétrico, e a fase é centralizada nisso, com referências diretas a informática. Os primeiros inimigos são setas de mouse que criam blocos que podem ser chatos de se desviar. Livre rapidamente das setas antes que elas ataquem juntas.

Aqui uma nova plataforma bem interessante, para que elas funcionem devem ser energizadas. Ande por algum tempo na esteira próxima a elas e repare uma barra de energia na parte inferior delas. Enquanto esta barra estiver energizada elas funconarão como plataforma. Caso precise usar novamente, o procedimento pode ser repetido quantas vezes forem necessárias.

O mini-boss é uma lâmpada gigante e tem um procedimento semelhante a das plataformas que mencionei. Ande na esteira, com cuidado com os tiros e inimigos que ele manda. Quando surgirem as plataformas, suba na mais alta e mande bala, basta o tiro convencional. Se for rápido, com duas rodadas ele morre.

Essa fase tivemos a nova plataforma, e agora voltam as idosas plataformas que somem e aparecem, que quando criança eu batizei de “P.A.M.” (Plataforma Anti Megaman), repare que o barulho faz “PAM”. Como sempre os PAMs são decoreba, assista a aparição das plataformas antes de sair pulando, mas não achei tão complicado aqui, comparado a outros jogos da série.

Finalmente Sheep Man, que deve ser enfrentado com a arma de Strike Man, que é uma mistura das antigas armas de Metal Man com Gemini Man. Quando ele se transformar em “nuvens” (ou seriam pelos flutuantes), a arma pode derrubá-lo, mas atente para sua munição não acabar. Atente que as nuvens vão soltar raios depois de andarem pra cima de você, e este raio vai se espalhar pelo chão. Sheep Man seria complicado de se enfrentar com a arma normal, mas com a de Strike não vai demorar muito e vai perecer. A arma que você ganha são as nuvens/pelos que soltam raios, uma arma das mais inúteis de toda série Megaman, e ainda tem carga pequena, mas vai ser importante em um momento durante o castelo do Dr. Willy que será tema da próxima postagem. Até lá.