Castlevania – TOP 10

26 03 2010

Empolgado com o meu TOP do Mario vou agora para um TOP dos jogos imperdíveis de Castlevanias.

10 – Castlevania Dawn of Sorrow

Anteriormente no Game Boy Advanced, Aria of Sorrow trouxe uma novidade para a série que é a idéia de Megaman de copiar o ataque do inimigo, mas aplicando isso a todos os inimigos do jogo. Com uma resposta muito boa do público, fazendo o fraco Curse of Darkness (PS2) ficar no vácuo, ganhou uma seqüência tão boa, quanto a original, ou melhor dizendo, superior a original, com melhores músicas, estrutura , variedade de cenários e ainda usava alguns recursos no Nintendo DS que era a grande de novidade. A aventura aqui se passa no Japão e no futuro da série, continuando com Soma Cruz, a reincarnação do Drácula, tentando evitar de despertar seu lado maligno. Ao seu lado a quase namorada sacerdotiza  Mina; Yoko descendente das magas da família Belnades (Fernandez);  Julius Belmont, o homem do chicote da vez; e Arikado, o disfarce oriental de Alucard. Destaque para o Julius Mode onde é possível jogar com três personagens ao mesmo tempo.

09 – Castlevania Adventure Rebirth

Os 3 jogos de Game Boy 8 bits de Castlevania nunca foram os mais atraentes da série, mas isso se deve ao primeiro e ao terceiro, pois o segundo é um jogo muito legal que merece ser terminado. Aproveitando aonda de jogos retro que invadiu o Wii Ware, Koji IGArashi resolveu matar dois coelhos com uma cajadada: fazer de Castlevania Adventure 1 um jogo que mereça ser jogado, e revisitar a fórmula clássica da série, criando um desafio similar ao primeiro Castlevania. E foi isso que nasceu um jogo recente, centralizado apenas no que mais importa: vencer um altíssimo desafio num jogo de ação. Mesmo usando elementos do Adventure, a jogabilidade e estilo vem toda dos jogos de Nes, mas sem aquele pulinho travado(mas este pode ser liberado). Interessante nos efeitos sonoros são uma grande mistura, com sons de Nes, Mega e Synphony of the Night. Christopher Belmont deve invadadir Castlevania e passar por 6 áreas, divididas em vários blocos e guardadas por 9 chefes, incluindo o Drácula.

08 – Castlevania Synphony of the Night

Originalmente lançado nos dois sistemas 32 bits, SON trouxe para a série algo que até antes só Metroid tinha conseguido implacar com sucesso absoluto: um jogo sobre uma fase gigantesca de labirinto. A trilha sonora de Michiru Yamane, aqui brilha mais do que nunca, com certeza está entre as 3 melhores da série. Alguns devem perguntar porque eu não acho o Castlevania mais pop o melhor, então vou dizer porque aqui nem tudo são flores: o desafio, antes considerado uma obrigação de Castlevania, caiu muito e este é também o mais fácil dos jogos da série, e a idéia de passar o jogo inteiro de ponta cabeça, deixa tudo mal estruturado, parece mais um idéia para esticar o jogo. A trama é uma continuação direta de Rondo of Blood do PC Engine, e fala sobre a rápida volta do castelo do Drácula após a derrota do mesmo nos eventos do jogo anterior. Para completar os heróis anteriores Richter Belmont e Maria estão pelo castelo, mas Richter desapareceu. Alucard então acorda de seu sono e resolv por um fim a essa nova ameaça.

07 – Castlevania Lamment of Innocence

Medusa Head gigante vinda do Castlevania 1

Todos nós já percebemos que transformar 2d em 3d, mantendo a mesma qualidade e popularidade do 2d é uma tarefa quase impossível, apenas Super Mario e Metal Gear conseguiram tal feito. Mesmo não sendo o mais popular dos jogos da série acho que LOI é um grande jogo e o único dos 3 jogos em 3d que conseguiu ficar com a cara de Castlevania, e criou o melhor roteiro da série até hoje. Com a jogabilidade tentando seguir a linha de Devil May Cry, mas adaptadno tudo ao chicote, Lamment também é um raro jogo em 3d cheio de passagens secretas e ótimos cenários, especialmente vendo a época que foi lançado, pois nem Curse of Darkness conseguiu ter cenários tão legais. A trama dessa vez conta o primeiro episódio da série, antes dos Belmont se tornarem matadores de vampiros, houve uma batalha por motivos pessoais entre Leon Belmont e o antigo vampiro Walter. Mas as origens do atual Drácula são ainda mais surpreendentes, e isso você deve descobrir jogando.

06 – Castlevania Bloodlines

O único Castlevania que foi exclusivo para um console da SEGA, tirava a trama da era medieval pela primeira vez, se passando um pouco antes da segunda guerra mundial. Sem sinal da família Belmont, o chicote acabou parando na mão do americano Jonh Morris, que parte na caça de vampiros com seu amigo Eric Lecard, dono de uma técnica especial com uma lança gigante. O jogo não tem trouxe grandes novidades para a série, além de cada fase ter chefes e subchefes, mas há algo diferente na ambientação:  ao invés de ficar o tempo inteiro em Castlevania, Bloodlines leva o jogador a rodar vários países da Europa, que foi inteira dominada pelas forças do mal. Esse episódio também foi o primeiro a trazer para série a compositora Michiru Yamane, que substituíu a banda Kuheiha Club, mantendo a trilha no mesmo nível.

05 – Castlevania

O primeiro Castlevania é sinônimo de desafio. Mas se você olhar pra produção vai ver que significa muito mais coisas: criar uma produção com uma trilha sonora tão envolvente, cenários variados (pra época) em 1986 foi algo mais do que complicado. As 6 fases podem não ser tão longas, mas devido ao alto desafio, o jogador muitas vezes vai ser obrigado a tentar criar a melhor estrátegia para não morrer em determinados momentos. O personagem, acabou sendo o que mais foi usado em jogos da série até hoje, Simon Belmont, um dos personagens mais lendários dos video-games. Raramente a trama das produções da época eram detalhadas e Castlevania1 conta muitos detalhes sobre Simon e a situação do mundo naquele momento, mas tudo que se sabe é que os membros da família Belmont devem matar o Drácula toda vez que retorna a vida, e agora é a vez de Simon invadir Castlevania. Ao final ele recebe uma maldição que só será quebrada na sequência, Simon’s Quest, o segundo da série lançado um ano depois.

04 – Super Castlevania 4

O quarto jogo na quarta posição ;op. Assim como Adventure Rebirth, na teoria é um remake, na pratica é um jogo totalmente novo. O quarto Castlevania recria a primeira aventura de Simon Belmont, mas num jogo mais longo, com muitos mais cenários e uma trilha sonora totalmente nova e ainda mais marcante. O que mais chama atenção neste game é o trabalho com a jogabilidade, embora muitas vezes não faça muito sentido, como pular esubir as escadas no meio do pulo, nunca fora tão leve. O pulinho travado aqui se foi também, e o chicote ganhou tantas maneiras de ser usado que parece mais um extensão do braço de Simon do que uma arma. Estranhamente os jogos seguintes(Bloodlines e Rondo of Blood) ignoraram essas mudanças e seguiram mais a linhas do Nes.  A história de Simon ainda ganharia uma terceira versão para computadores(convertido depois para Play Station 1), Castlevania Chronicles, mas este é bem mais parecido com o Castlevania 1.

03 – Castlevania Order of Ecclesia

Por este TOP, vocês provavelmente já perceberam que eu prefiro a série seguindo sua linha original, mais ação e menos Metroid. Porém Ecclesia é o único Metroidvania que considero do mesmo nível do estilo tradicional da série. Ecclesia trás elementos dos jogos modernos: labirintos, cutscenes, level up e vários equipamentos, mas também vários elementos das raízes como fases 100% de ação(só seguindo em frente), itens escondidos que aparecem ao se abaixar e principalmente: é o único jogo moderno com dificuldade semelhante aos jogos do Nes. Há novidades também no estilo como um mapa mundi estilo RPG antes de invadir o castelo(a 1ª metade é toda fora dele), e excluindo o Drácula e a morte, todos os chefes são novos também. Devo destacar que o characterdesing do artista Masaki também é o melhor que já vi na série até hoje, além de seguir um traço japonês mais realista, consegue ser gótico, e sem afeminar os personagens masculinos como o traço de Ayame Kojima.

Como não amar esta garota?

A personagem é a maga Shanoa, e isso causa uso de MP para praticamente tudo.  Com a ausência dos Belmont ela está sendo treinada para acabar ocm as forças do mal dominando o poder oculto conhecido por Dominus. Mas o centro dessa história ainda está cheio de reviravoltas que só jogando para ver.

02 – Castlevania Rondo of Blood

Apesar de lançado em 1993, era pouco conhecido do grande público até antes de 2007 quando foi ganhou sua primeira versão americana no remake para PSP, e a duas semanas atrás foi portado para Nintendo Wii. Rondo of Blood segue o estilo tradicional, mas parece um ponto de encontro com a fase moderna da série. Aqui encontramos elementos de Castlevania 3:  personagens selecionáveis(mas só 2 aqui) e caminhos que se dividem e podem levar a novas fases. Mas aqui a divisão acontece escondida dentro das fases ao invés do final. Rondo também deu destaque as tradicionais sub-armas, fazendo com que cada uma tenho um super poder oculto como a chuva de água-benta ou a metralhadora de punhais. Foi o último trabalho da Kuheiha Club na série também. A trama sobre  Richter Belmontque teve sua cidade atacada pelas hordas do Drácula antes que ele pudesse lutar com o demônio. Agora diversas garotas foram sequestradas para que sirvam de sacrifício ou simplemente como escravas. Este jogo mostrou também Carmilla, a vampira como chefe de uma das fases.

01 – Castlevania 3 Dracula’s Curse


É isso, pessoal, eu ainda acho que o auge foi a trilogia do Nes. Lançado no finalzinho dos anos 80 no Japão (22/12/89), e em Setembro de 1990 nos Estados Unidos, o jogo pegou o estilo do Castlevania 1 e melhorou, colocando uma trama mais profunda, relação entre personagens, diversas fases, e opções de rumos a se tomar. Para se jogar todas as fases é preciso terminar no mínimo 4 vezes. A trilha sonora é magnífica também, a melhor do Kuheiha Club na série, que merece um álbum inteiro orquestrado.

Os 4 heróis e o castelo

A história dos 4 heróis Trevor Belmont, o herói que volta para salvar o mundo da maldição do Drácula, após ter visto sua família ser expulsa da região de Warakiya; Syfa Belnades uma poderosa feiticeira caçadora de vampiros que acaba sendo petrificada(cabe a você salvá-la ou não) e pode acabar formando um par romantico com Trevor(ou não); Grant Danasty – o pirata que teve a família morta pelo Drácula e foi transformado em Fleaman; Alucard – O filho do vampiro que se rebela contra seu pai devido uma promessa feita no leito de morte da sua mãe. O mais memorável dos títulos viria a ganhar um filme de animação (3d),  mas o projeto está engavetado. Resta aguardar, e ver se o IGA pode fazer alguma coisa.

Arte conceitual do filme com Trevor e Syfa. Será que um dia sai do papel?

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Platinum Games (Clover Studio) – Outra grande empresa atual

21 01 2010

O estúdio Clover foi fundado em 2004 pela Capcom japonesa e foi responsável por alguns dos jogos mais legais vistos recentemente. A empresa tinha nomes de peso como Shinji Mikami(criador de Resident Evil e Devil May Cry) e Atsushi Inaba.

A estréia deles foi no Game Cube com Viewtiful Joe, jogo que algum tempo depois foi convertido para Play Station 2 e ganhou uma continuação para os dois consoles.

Joe além de ser um tipo de paródia de heróis japoneses, trouxe de volta a essência de bater em tudo que se meche.

No ano de 2006, eles trouxeram para o Play Station 2 duas formas de arte, a arte da mitologia japonesa, e a arte de dar porrada e estraçalhar seus inimigos. Estou falando de um dos melhores e mais criativos jogos da década, Okami (que pouco depois foi convertido para Nintendo Wii) e God Hand, um jogo inspirado por Hokuto no Ken e vários Beat’n’Up dos anos 80 e 90.

A versão americana do videogame dito "adulto" (PS2) foi totalmente censurada

Apesar dos ótimos jogos, a Capcom resolveu dar uma de viúva negra e acabar com o Clover ainda em 2006, e safada como é ficou com as licenças de Okami, Joe e God Hand.

Símbolos da Clover Studio

Mas no ano seguinte, eles ressurgiram das cinzas como Platinum Games, dessa vez trabalhando para SEGA, e na minha opnião está fazendo a SEGA voltar aos bons tempos.

A Platinum começou colocando no mercado o que eu vejo como a evolução do GOD HAND, o título para Nintendo Wii, Mad World. Diferente da versão americana do God Hand, Mad World veio sangrento, trash e cruel como deve ser, e no lugar de Hokuto, a inspiração deles foi Frank Miller.

Logo depois vieram um título para Nintendo DS e outro para 360/PS3.

O NDS recebeu um ótimo RPG futurista chamado Infinity Space que vai ganhar versão americana em Março e ao que parece já estão trabalhando num segundo episódio.

Já os videogames em HD já receberam aquele que é o melhor jogo de ação em 3d que eu já joguei – Bayonetta. A jogabilidade de Bayonetta é tão boa que faz com que jogos como Devil May Cry pareçam totalmente ultrapassados.

Logo mais conheceremos um novo título da Platinum Games, e também está sendo especulado uma continuação para Mad World. O certo é que com certeza teremos ótimos jogos vindos deles.





Level 5 – Uma das melhores produtoras de jogos atuais

19 01 2010

Não confundir com Factor 5.

Pra quem não conhece, Level 5 é uma empresa japonesa independente. Na época do PS2 eles produziram alguns ótimos jogos pra Sony, mas com o sucesso do Nintendo DS e o maior sucesso da Level 5 ter sido Professor Layton, eles acabaram por se aproximar mais do console da Nintendo.

Os sucessos no Play Station 2

Dark Cloud

O primeiro jogo da Level 5 a ganahr um bom destaque de vendas, crítica e público foi o RPG de ação Dark Cloud em 2000, que teve uma continuação ainda no PS2.

Manter bons gráficos e fidelidade as raízes - É o que todos deveriam fazer.

O maior símbolo da Enix, a série Dragon Quest, acabou ganhando sua primeira versão em 3d pelas mãos da Level 5, Dragon Quest 8 foi produzido em 2004 com a supervisão do time original, e diferente dos Final Fantasy em 3d, acabou sendo fiel a suas raízes, dando vida nova a série.

Mas o sucesso maior do PS2 foi Rogue Galaxy, um jogo que demorou um bocado pra sair do Japão, mas veio com extras exclusivos na versão ocidental. Rogue Galaxy é tudo que se espera de um bom RPG que não conseguimos encontrar em certos títulos ditos “pop”:  combinar bons gráficos e liberdade de exploração com um roteiro bem desenvolvido, personagens carismáticos e um sistema de batalhas que funciona.

Rogue Galaxy: Provavel melhor RPG para PS2

A partir daí a empresa deixava de ser uma pequena produtora. Mas eles ainda teriam muito mais pra oferecer.

Mais lucros com duas telas

Antes de partir para o NDS, eles fizeram um ótimo título pra PSP chamado Jeanne d’Arc, um RPG estilo táticas.

Jeanne d'Arc - Eles são bons de Tactics também

Partindo pro  NDS, eles queriam buscar novas fórmulas, mas sem esquecer dos RPGS é claro.

A idéia do primeiro Professor Layton partiu de tentar fazer um jogo que consiga unir diversão com educação. Alguns já conseguiram isso, mas nenhum conseguiu fazer disso um grande sucesso. Professor Layton é um jogo que tem um arte primorosa, animações comparáveis ao do  estúdio Ghibli do mestre Hayou Miyazaki(dispensa apresentações, quantas animações japonesas vocês acham que ganham um Oscar?!), e um roteiro tão bizarro quanto brilhante, que tem um dos finais mais surpreeendentes dos últimos tempos. Tudo isso pra um jogo de Puzzle com exercícios de raciocínio lógico.

Uma história pessoal minha interessante, quando eu estava jogando o primeiro Layton eu tinha acabado de entrar pra faculdade e logo no primeiro dia tivemos um exercício idêntico ao que tinha resolvido no Layton.

Meu professor fez isso no primeiro dia da faculdade

No próximo semestre vou ter uma cadeira exclusiva pra raciocínio, imagina por onde eu posso estudar. Também usei Layton quando estudava pra um concurso público em que havia questões de raciocínio lógico.

Hoje já são 4 jogos de Layton no Japão e 2 nos Estados Unidos, a versão americana do terceiro já está encomendade para este ano.

Depois a parceira com Square Enix voltou e a Level 5 produziu aquele que foi o jogo mais vendido do ano passado – Dragon Quest 9, para NDS. Versão americana para este ano com o subtítulo Protectors of the Sky.

Também a cerca de um ano a própria Level 5 fez um evento pra promover seus sucessos e pelo fato do seu maior sucesso ter vindo com o DS, mais de 8 jogos foram anunciados para o console, mas devo destacar 3 :

* Another World – O estúdio Ghibli gostou tanto de Layton que fez uma parceria para um novo jogo com a Level 5. Pela primeira vez veremos um jogo de RPG animado pelo estúdio de Miyazaki.

Um jogo pelo estúdio de Hayou Miyazaki

* Fantasy Life – Um título que originalmente era planejado para Xbox. Fantasy Life  terá músicas de Nobuo Uematsu de Final Fantasy.

* Inazuma Eleven- Um dos jogos mais vendidos também em 2009.  Algo improvável que deu certo – RPG de futebol (?!?!?). Versão americana já encomendada.

Professor Layton da telinha pra telona

Querem mais? Professor Layton também foi transformado numa animação de longa metragem. Quem poderia imaginar que um puzzle poderia ser levado aos cinemas? Deixo vocês com o trailer do filme de Professor Layton.





Nights Into Dreams – ESTOU VUANDUUUU! AVUANDUUUUU

4 03 2009

n1

Título: Nights Into Dreams
Produção da: ÇEGA ;p
Para: Sega Saturn
Publicado em: 1996
Convertido para: Play Station 2

Antes de mais nada créditos do novo logo do mês pro Locke ;D, aquele anterior que eu fiz era muito capenga ;p.

Nights penetrando anéis.

Nights penetrando anéis.

Como eu havia dito em posts anteriores, a geração 32/64 para plataforma (3d especificamente) foi um KYUUUUUUU! Mas algumas pérolas raras surgiram, da qual a melhor de todas pra mim foi Nights into Dreams, feito pelo time do Sonic, que inclusive ocnsidero o 2º melhor jogo deles, perdendo apenas pra Sonic 3 e Knuckles.

claris1

O roteiro: A historia é sobre dois teens Claris e Elliot. Ambos pretendem seguir seus sonhos(na verdade são ambições ;p) enquanto Claris que participar do programa “ÍDALUS” e ser a próxima ÍDALA do Brasil il il, Elliot deseja ser o maior boquet… digo basqueteiro do mundo pra depois fazer um filme jogando basquete com os Looney Tunes. Então chegamos a parte temática do mês, durante os sonhos dos jovens eles começam a ver seus desejos indo por água abaixo, fazendo com que virem pesadelos. Mas no meio do pesadelo um luz aparece, um Pierrot  androgeno chamado NIGHTS surge e os leva pra terra dos sonhos NIGHTOPIA. Um velho mago chamado Wiseman dominou esse mundo e espalhou criaturas que fazem sonhos virar pesadelos. Isso implica que não terão insentivo algum pra realizar o sonho na vida real??!?! Enfim, unam-se ao NIGHTS pra acabar com a graça do Wizeman e faça os sonhos ploriferarem, e assim eles se tornam reais.

Recolha as esferas azuis pra passar de fase

Recolha as esferas azuis pra passar de fase

Jogo de Nave + Aventura?! – O principal motivo do Nights ser um jogo tão louco e único é o estilo dele. No inicio você escolhe qual sonho vai ser no sonho do Elliot ou da Claris. As fases nos sonhos de ambos são completamente diferente, menos na última fase onde ambos devem se encontrar. A cada fase do sonho você começa jogando como NIGHTS, que tem um controle muito fácil e louco, onde você voa pelas fases 3d, com uma jogabilidade 2d, onde o angulo se altera a todo momento sem atrapalhar na jogabilidade ou visão, passando uma das maiores sensações de vôo livre da historia dos games, você voa de maneira completamente despreocupada. Há apenas um botão para NIGHTS virar cometa que serve pra correr ou bater em alguns chefões. É possível recolher itens de uma só vez e achar segredos fazendo espirais pelo cenários. Nas fases o objetivo é recolher esferas azuis que estouram as máquinas chamadas IDEYA. Você tem um tempo limite pra estourar essas máquinas ou o NIGHTS vai voltar pro seu Palacio e você fica no mundos dos sonhos com seu teen e o risco de acordar a qualquer minuto. O Nights nunca morre de apanhar, apanhar faz o tempo limite diminuir. o GAME OVER surge quando o teen é acordado ou o tempo limite acaba durante as batalhas contra chefes.

Esse chefe deve ser atirado contra as partes frágeis da parede

Esse chefe deve ser atirado contra as partes frágeis da parede

Graficos e Sons: Apesar dos graficos estarem antigos pro padrão atual, os cenários são bonitos e variados, ainda agradam apesar da idade. Mas na época que foram feitos exploraram bem o potencial do Sega Saturn, pois a combinação dos bons cenários com aquela mudança toda de angulo rápida que eu nunca tinha visto num jogo até jogar Nights. Além disso há mudanças no cenário que surgem de repente, bem típicas dos jogos do Sonic por sinal. Uma hora você está voando por aí numa montanha de neve, e de repente já sai num trenó pela montanha, ou numa floresta pra um rio com o Nights sereio… por aí vai, pode surgir qualquer coisa pra aumentar o fator loucura do jogo. Já a trilha sonora é um espetáculo a parte que está entre as minhas favoritas do Sonic Team. Orgasmática, obviamente já tenho a OST comigo e tudo, pra escutar 10 vezes seguidas \o/

VUANDUUUUU VUANDUUUU

VUANDUUUUU VUANDUUUU

Esse chefe me deu trabalho, pra não ter o mesmo problema, use o cometa pra escapar do tiro de carta e acerte-o quando estiver sem a capa.

Esse chefe me deu trabalho, pra não ter o mesmo problema, use o cometa pra escapar do tiro de carta e acerte-o quando estiver sem a capa.

Conversão para PS2: Felizmente a versão do PS2 não sofreu grandes mudanças, pelo contrário é possível jogar com o gráfico antigo, ou atualizado, que apesar de não dar um show, os cenários ganham novas texturas mais bonitas e perdem aquele efeito de se criar durante o seu caminhar, e os personagens perdem o famoso serrilhamento e os cabeções(o original é algo parecido com o estilo do Final Fantasy 9). De resto você ganha tambem sessão de arte e um famoso e raríssimo demo do jogo especial de natal que foi distribuído gratuitamente na época. No demo, a 1ª fase está com tema natalino, assim como os 3 personagens, a musica também e natalina e há cutscenes contando uma historinha de natal entre Elliot e Claris.

Especial de Natal

Especial de Natal

O Segredo do NIGHTS: Nights não é androgeno a toa. Terminem o jogo e descubram o segredo por traz desse Pierrot. Sem spoiler ;p Só lembrando que o final completo só aparece depois de fazer 100% os sonhos do Elliot e da Claris