Está no ar… Sonic agora fala nosso idioma!

17 07 2010

Finalmente, depois de alguns meses de trabalho, consegui colocar no ar um blog para os fãs do ouriço. Sonic Tales estará disponibilizando em português os quadrinhos da Archie Comics, a produção quw mais levou a sério o ouriço, mesmo criando um universo diferente dos games. Claro que houve a 1ª temporada… mas isso é passado. Então não perca tempo e visite agora mesmo http://sonictales.wordpress.com !

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Eles estão chegando…

13 07 2010

E vão falar o seu idioma…





As Privilegiadas – Vendas garantidas, mas vão ser mais do mesmo ou vai ter novidade?

6 01 2010

Alguns títulos já conhecidos e aclamados pelo público vão ganhar novas versões. São séries que não independente da qualidade da nova versão, já vão garantir boas vendas para seus produtores (ou não?). Cabe aos mesmos trazer novidades para elas para que não sejam só mais um episódio perdido.

Quem são e quais são os desafios dessas séries?

God of War – A emblemática série da geração anterior, quando foi lançado surpreendeu pela exploração gráfica feita no console que era um hardware mais fraco que o da concorrência. Chamaram a atenção também o trabalho com a jogabilidade que era bem mais leve e fácil que títulos que seguiam a mesma linha como Devil May Cry e Ninja Gaiden. O conjunto de qualidades foi completo com um roteiro mitologico sombrio melhor que qualquer filme de mitologia atual, com cenas brutas pra agradar a molecada(vai idzer que não?), e até doses leves de sexo e alguns puzzles.

A seqüência veio mantendo a mesma qualidade do original, porém os produtores pareceram um tanto acomodados, não mechendo no sistema do jogo, assim como na versão para PSP, mas aí o desafio era fazer o jogo do portátil se aproximar do gráfico do PS2, o que foi feito com sucesso usando algumas artimanhas gráficas.

Bem, já a algum tempo, David Jeff, o diretor e criador da série deixou a Sony, alegando que queria fazer coisas novas e eles só o colocavam pra fazer novos God of War, inclusive recentemente andou colocando estranhas informações no seu Twitter dizendo que caso fosse fazer o primeiro God of War hoje, seria um jogo bem diferente, com influências dos jogos de Zelda de N64 que ele diz admirar.

Para a nova versão do PS3 o desafio principal da série será exatamente esse, a NOVA EQUIPE, tentar manter a série pelo menos no padrão dos jogos do PS2, e de preferência não parecer uma série acomodada.

Super Mario Galaxy – A passagem de Super Mario para 3d se deu a primeira vez em 1996, apesar de alguns problemas na jogabilidade, foi elogiado por não ter nada parecido até aquele momento. O problema é que os jogos em 2d eram muito melhores. Uma nova aventura só veio no console seguinte o Game Cube, foi feita a melhoria na jogabilidade, mas ainda era um jogo inferior aos 2d, pois não trouxe muitas novidades ao estilo do Mario64, na verdade era o mesmo padrão com uma arma de água, o que acabava limitando a questão do Mario usar vários poderes como nos jogos clássicos.

Evoluindo o Cube pra Wii, Super Mario Galaxy veio começando tudo do zero. Além da ótima jogabilidade 3d (com leves momentos 2d), os ângulos de jogo mais loucos que eu já vi, trilha sonora orquestrada pela primeira vez na série e a aplicação em 3d de uma marca registrada do Super Mario Bros. 3: Fases temáticas e roupas esquisitas que dão poderes especiais. E a série voltou a ser legal como nas suas origens, dividindo-se atualmente o espaço com sua versão “Bros.”, o Mario 2d.

Qual o desafio do novo Mario Galaxy? Derrubar o carma da acomodação e da superação do original (que é um desafio raramente vencido pela maioria dos grande hits).

MetroidSamus Aran é uma daquelas personagens que conseguem levar fanáticos(e fanáticas) ao delírio como aquela japa que desmaiou no vídeo de demonstração do Game Cube a uns anos atrás onde a Samus aparecia em 3d antes mesmo da série Prime ser cogitada. Nascida como uma das séries mais difíceis dos anos 80, trouxe novidades, na verdade criou um estilo copiado até hoje. E ainda tinha um extra de poder ver a garota sem armadura. A série passou rapidamente pelo Game Boy clássico(pouca gente viu), e voltou a fazer grande sucesso no Super Nes, onde alguns ainda preferem Metroid há Chrono ou Final Fantasy. Quando chegou em 3d no Cube, virou um jogo de FPS, apontado por muitos como o melhor jogo do console, mas por fugir do estilo não era o que muitos fãs(como eu) queriam. Pra acalmar os ânimos o GBA recebeu outro jogo 2d da Samus. Prime ainda ganhou mais dois episódios, o segundo não tão bem recebido, e o terceiro já no Wii voltando a ter brilho. Recentemente os 3 foram relançados num só DVD. E agora?

Agora é Metroid começar de novo. A Nintendo jogou a responsabilidade para o Ninja Team (aqueles do Ninja Gaiden do Xbox). Do FPS, agora vai para o estilo de ação, mas mantendo as características da série é claro. Ninja Team não costuma decepcionar, vamos ver como ficará o trabalho deles numa sériede ficção espacial tão esperada como esta.

Metroid: é tudo novo de novo

Legend of Zelda – Os jogos de 64 marcaram a evolução da série, que ficou marcada pelos 2 Links, o clássico dos anos 80 pivete, depois rebatizado de “Toon” Link, e o “Link adulto”. A última aparição do Link adulto foi bem no início do Wii, que teve que dividir o jogo com o Cube que ainda estava no mercado, o que acabou limitando um pouco a versão. Mesmo assim foi um hit do console.

E agora, o jogo é só para o Wii, todo potencial vai poder ser explorado. Já foi prometido um Zelda mais “adulto” ainda, mas será só isso? Segundo os previews, a jogabilidade será usada de uma forma nunca feita antes com o uso do Motion Plus e tudo mais. Mas e quanto a parte cinematográfica? Na minha sincera opinião Zelda tem um potencial grande pra fazer uma aventura épica e com todos os personagens dublados e um boa exibição de filmes (Sem exagerar como certos jogos atuais é claro). Resta o senhor Shigeru Miyamoto ser mais ousado nesse ponto, pois eu achei muito esquisito o fato da versão anterior(Twilight Princess) durante os diálogos importantes usarem vozes apenas como onomatopéias. Esperemos…

Castlevania – Castlevania com jogabilidade 3d – foram três experiências (não conto com o spinoff de luta): uma péssima, uma boa, uma fraca. A única que valeu a pena foi Lamment of Innocence no PS2, que conseguiu captar todo o clima da série. Agora com o trailer da nova versão para 360 e PS3 já rolando a algum tempo dá pra ver que é o mais pesado investimento já feito na série, com direito a atores de Hollywood e tudo. Mas não vou mentir pra vocês: minhas espectativas pra este jogo são péssimas. Pra começar, ninguém da equipe original foi mantido, nem ao menos na supervisão do jogo. A direção coube ao lendário Hideo Kojima de Metal Gear. Kojima que é um visionário dos jogos, até agora só conseguiu apresentar um ironicamente um jogo que imita God of War. Então o professor imitou o aluno (ou vai dizer que a arma do Kratos é um “chicote” a toa?)… Eu acho que God of War fez o que Castlevania devia ter feito pelo PS2, mas a única coisa que vemos no trailer que pode lembrar a série é que o cara usa chicote. Espero eu estar errado, mas pelo menos pelo trailer, esse jogo não tem nada do que eu esperava de ver um dia num Castlevania em HD.

Mais uma vez só podemos ficar na espera e ver quem se supera, quem vai cair, quem vai se acomodar. São todas grandes séries mas não sou aquele tipo de fã que porque gosta de uma série vai sempre estar do lado dela (sim, ainda não engoli aquelas vaciladas que os japoneses de Final Fantasy 13). Vou esperar que todas façam juz ao nome que carregam.





RPGS em 2010 – O que esperar (UPDATE)

4 01 2010

2009 não foi exatamente um grande ano pra RPG. Recebemos ótimos jogos claro, Kingdom Hearts, Mario e Luigi e Zelda representaram a bem linha popular; De Tactics Atelier Lise e Valkyrie Profile, que conheceu misturou o estilo tactics com aquelas batalhas cheias de combos já conhecida da série, tivemos o retro Final Fantasy 4 After Years, e ainda bons destaques com RPGS “underground” tais como Avalon Code, Devil Survivor e Super Robots Wars(um RPG de “peito”).

Mesmo com estes destaque, foi um ano onde jogos de ação chamaram muita atenção, deixando RPGs meio que em segundo plano.

E em 2010 como vai ser?

Só o tempo vai dizer, mas já posso adiantar que teremos muitos títulos de peso:

Final Fantasy

Final Fantasy este ano vai ganhar destaques nos 3 consoles de mesa. Ou melhor dizendo, já está no mercado a versão ocidental de Final Fantasy Crystal Bearers, exclusivo de Nintendo Wii, lançado praticamente na virada do ano. Este é o quarto jogo do universo Crystal Chronicles, e o maior investimento feito até agora na série. Final Fantasy CC é um universo de ação da série Final Fantasy e este já começa com mais ação do que o normal:

O personagem principal desta versão ao invés de ter preferência por lâminas como 99,9% dos personagens de RPGs, usa como principal arma um cristal que lhe dá poderes psiônicos. Estou com este jogo, joguei por quase duas horas e devo dizer que me chamou a atenção a quantidade de personagens egoístas e maus-caracteres. Belle a garota maluca que te acompanha na primeira dungeon é o maior exemplo disso, ela te ver caindo de um precipício e ao invés de socorrer vai atrás de roubar o que você tem de valor, achando que o cara tinha perecido…

Bem isto não é uma resenha portanto voltando ao assunto – O Xbox360 e o Play Station 3 aguardam a versão ocidental do episódio 13 da série original, pela primeira vez em HD e pela primeira vez não é exclusiva de um console, já que o plano inicial de fazer exclusivo de PS3 seria algo que poderia dar prejuízo. De volta ao character desing o andrógeno pop Tetsuya Nomura(isso é bom ou ruim?!) responsável pelos personagens das versões 7, 8 e 10, por Parasite Eve(PS1), World Ends With You(DS) e todos os Kingdom Hearts. O universo em FF13 volta a esquercer um pouco o título Fantasy, indo mais pro lado SCI-FI cyber punk. Como podemos comprovar pelo Trailer:

No Japão ambos os títulos tiveram boas vendas, porém não foram capazes de concorrer competir com títulos que não saem da parada de sucessos de lá como New Super Mario Bros, Dragon Quest 9, Legend of Zelda Spirits Tracks e Pokémon. Vejamos como o ocidente os recebe.

Novidades:

World Destruction / Sands of Destruction

O DS ainda vai continuar tendo a maior quantidade de RPGS do mercado. Ainda este mês chegará(já muito atrasado) um jogo que já vou considerando um dos grandes nomes do ano, o lançamento de World Destruction (Sands of Destruction) da SEGA, um RPG 2D feito pela mesma equipe r

esponsável pela trilogia Xenosaga(PS2), que entre os destaques além de um roteiro inteligente, trás inovações para o tradicional sistema de batalhas por turno.
A Platinum Games (dos responsáveis por Okami, God Hand, Mad World, Bayonetta) também vai fazer seu primeiro lançamento no DS, o RPG Infinity Space. Não sei muito sobre este, mas os caras não costumam vacilar, então espero muito desse título.

E falando em Okami, a segunda versão vai sair para DS, e será um prelúdio da primeira. Okami Den sairá pelas mãos da Capcom.

O DS também receberá o sucesso de PC Ragnarock On-line, que além do modo on-line, vai trazer uma aventura Offline, e pela primeira vez veremos Ragnarock com roteiro e final.
Também Glory of Heracle, este feito por pessoas envolvidas nas produções dos Final Fantasy clássicos. Curiosamente Glory existe desde de os tempos de Nes e nunca havia aparecido antes. Hironobu Sakaguchi deve apresentar também seu novo Blue Dragon, dessa vez com o mesmo diretor da série Tales. Dragon Quest virá para o ocidente depois de um sucesso absoluto no Japão com sua nona versão, e também remake da sexta. Final Fantasy deve aparecer também na versão 4 Warriors of Light. Espero contar com versões ocidentais ainda não confirmadas de 7th Heaven(com musicas de Yuzo Koshiro) e Blood of Bahamut.

Para PSP, espero que o lançamento de Kingdom Hearts Birth by Sleep não seja afetado pela vacilada do PSP GO. Birth By Sleep é o episódio 0(zero) da série, e vai seguir mais ou menos o caminho dos jogos do PS2, já que a versão de DS, devido os personagnes principais serem os “vilões”, algumas coisas tiveram que ser modificadas em relação a interação dos elenco com os universos envolvidos. Dentre os destaques, me chama atenção novos mundos baseados em filmes clássicos da Disney como Branca de Neve e Cinderela.

Completando, o Wii receberá mais RPGS que em anos anteriores, além do Final Fantasy mencionado acima, teremos jogos que eram ignorados pelo ocidente em inglês, como Sakura Taisen(Wars) e outra versão de Glory of Heracles.  Outro destaque que vem sido muito comentado desde Dezembro é o novo Tales, dessa vez “of Graces“, que vem sido apontado como o RPG mais bem trabalhado do console. É esperar pra confirmar. Há ainda uma nova série chamada Arc Rise Fantasia que me chamou atenção pelo bom Character Desing. Mas os olhos vão estar voltados mesmo pro novo Zelda “Adulto”, e para este gostaria de destalhar mais, na próxima postagem.

arc-rise-fantasia

UPDATE

Esqueci de mencionar o Monster Hunter 3, jogo da Capcom exclusivo pra Wii (ex exclusividade do PS3). O jogo causou filas enormes no Japão, deixando a Capcom tão feliz que garantiu exclusividade do próximo Devil Kings pra Nintendo. Resta esperar a reação do ocidente.