Minhas Trilha Sonoras Favoritas – Parte 3

20 08 2010

DEMOREI MAS VOLTEI, AGORA PASSANDO PELA GERAÇÃO 32 E 64 BITS.

SEGA SATURN

Na verdade eu não tive tanto contato quanto queria com o SEGA SATURN, mas o pouco que tive lembrei de três trilhas sonoras, sendo que duas delas, pra mim, estão entre as melhores da história da SEGA.

Clockwork Knight 2 – O Toy Story wanna be(ou seria ao contrário?) era um jogo de plataformas bem divertido, mas bem básico também, onde jogamos no papel deste cavaleiro relógio com cara de português, gajo! As músicas são bem típicas do gênero e marcantes.

Sonic 3D Blast – O assunto aqui é o soundtrack portanto esqueçam duas coisas: que este jogo é muito enjoado; que existiu uma versão para Mega Drive. Enquanto a versão do Mega tem uma trilha sonora interessante de Jun Senoue, no Saturn, está simplesmente o MELHOR trabalho da carreira de Richard Jacques! Eu consegui terminar este jogo me inspirando unicamente no soundtrack dele.

Nights Into Dreams – Se eu fosse mencionar apenas três jogos dessa geração, Nights com certeza estaria entre eles. O melhor trabalho do Sonic Team desde Sonic 3 e Knuckles. Bons gráficos (para o sistema), diversão e um soundtrack perfeito compõem algumas das características deste sonhador(literalmente) jogo. Quem não conseguiu acompanhar na época pode ir atrás da versão para PS2.

PLAY STATION

Pra mim foi tranquilo escolher as melhores do PS1.

Final Fantasy VII – Eu não morro de amores por FF7, e apesar de eu achar que o IX não deve nada ao VII, coloquei o VII por aqui pela razão do impacto de certas trilhas com as cenas. Ver uma música em latim na última batalha também foi bastante surpreendente.

Castlevania Synphony of Night – Sim, podem dizer que esse jogo também tem no Saturn, mas eu não consegui jogar a versão do Saturn, portanto está na minha seleção do PS1. As brilhantes músicas de Michiru Yamane estão no mesmo nível, e em algumas faixas até superiores ao igualmente brilhante trabalho do Kuheiha Club na geração 8 e 16 bits.

Chrono Cross – Vocês podem achar este jogo não tão legal quanto foi o Trigger, mas num aspecto eles são equivalentes, que é obviamente o soundtrack. É isso meus amigos, Yasunori Mitsuda, o aluno de Uematsu atingiu sua maturidade com este jogo. Uma trilha sonora pra se escutar pelo menos uma vez por semana ; p

Nintendo 64

Outro console que não joguei tanto, mas também não perdi tanta coisa assim…

Super Mario 64 – Todos os jogos de Super Mario(de plataforma) sempre mantiveram o mesmo nível de qualidade no soundtrack, mas este aqui se destacou por ter uma quantidade maior que os anteriores, e só seria superado(e muito) por Super MArio Galaxy. Por conicidência, enquanto estou escrevendo esta matéria, o Winamp ligado no random começou a tocar a música da primeira fase do Mario 64;p

F-Zero – O que que eu posso dizer, por muito tempo esse era o único jogo do 64 que eu jogava devido as pistas mais malucos já vistas até então(superado pela versão do Cube com certeza). A trilha sonora segue a loucura das corridas, ainda assim mantendo uma melodia inesquecível.

Legend of Zelda Ocarina of Time – Quando você passsa a visitar regiões de um jogo apenas pra escutar a trilha sonora daquele local, pode ter certeza que tem algo a mais em suas composições. Assim fiz com Mega Man 3, Chrono Trigger, Sonic 3, Nights e também Zelda Ocarina. Estranahmente, um jogo de Zelda que não toca a clássica música tema na tela principal! Será superado no próximo jogo da série? Esperemos…

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Castlevania – TOP 10

26 03 2010

Empolgado com o meu TOP do Mario vou agora para um TOP dos jogos imperdíveis de Castlevanias.

10 – Castlevania Dawn of Sorrow

Anteriormente no Game Boy Advanced, Aria of Sorrow trouxe uma novidade para a série que é a idéia de Megaman de copiar o ataque do inimigo, mas aplicando isso a todos os inimigos do jogo. Com uma resposta muito boa do público, fazendo o fraco Curse of Darkness (PS2) ficar no vácuo, ganhou uma seqüência tão boa, quanto a original, ou melhor dizendo, superior a original, com melhores músicas, estrutura , variedade de cenários e ainda usava alguns recursos no Nintendo DS que era a grande de novidade. A aventura aqui se passa no Japão e no futuro da série, continuando com Soma Cruz, a reincarnação do Drácula, tentando evitar de despertar seu lado maligno. Ao seu lado a quase namorada sacerdotiza  Mina; Yoko descendente das magas da família Belnades (Fernandez);  Julius Belmont, o homem do chicote da vez; e Arikado, o disfarce oriental de Alucard. Destaque para o Julius Mode onde é possível jogar com três personagens ao mesmo tempo.

09 – Castlevania Adventure Rebirth

Os 3 jogos de Game Boy 8 bits de Castlevania nunca foram os mais atraentes da série, mas isso se deve ao primeiro e ao terceiro, pois o segundo é um jogo muito legal que merece ser terminado. Aproveitando aonda de jogos retro que invadiu o Wii Ware, Koji IGArashi resolveu matar dois coelhos com uma cajadada: fazer de Castlevania Adventure 1 um jogo que mereça ser jogado, e revisitar a fórmula clássica da série, criando um desafio similar ao primeiro Castlevania. E foi isso que nasceu um jogo recente, centralizado apenas no que mais importa: vencer um altíssimo desafio num jogo de ação. Mesmo usando elementos do Adventure, a jogabilidade e estilo vem toda dos jogos de Nes, mas sem aquele pulinho travado(mas este pode ser liberado). Interessante nos efeitos sonoros são uma grande mistura, com sons de Nes, Mega e Synphony of the Night. Christopher Belmont deve invadadir Castlevania e passar por 6 áreas, divididas em vários blocos e guardadas por 9 chefes, incluindo o Drácula.

08 – Castlevania Synphony of the Night

Originalmente lançado nos dois sistemas 32 bits, SON trouxe para a série algo que até antes só Metroid tinha conseguido implacar com sucesso absoluto: um jogo sobre uma fase gigantesca de labirinto. A trilha sonora de Michiru Yamane, aqui brilha mais do que nunca, com certeza está entre as 3 melhores da série. Alguns devem perguntar porque eu não acho o Castlevania mais pop o melhor, então vou dizer porque aqui nem tudo são flores: o desafio, antes considerado uma obrigação de Castlevania, caiu muito e este é também o mais fácil dos jogos da série, e a idéia de passar o jogo inteiro de ponta cabeça, deixa tudo mal estruturado, parece mais um idéia para esticar o jogo. A trama é uma continuação direta de Rondo of Blood do PC Engine, e fala sobre a rápida volta do castelo do Drácula após a derrota do mesmo nos eventos do jogo anterior. Para completar os heróis anteriores Richter Belmont e Maria estão pelo castelo, mas Richter desapareceu. Alucard então acorda de seu sono e resolv por um fim a essa nova ameaça.

07 – Castlevania Lamment of Innocence

Medusa Head gigante vinda do Castlevania 1

Todos nós já percebemos que transformar 2d em 3d, mantendo a mesma qualidade e popularidade do 2d é uma tarefa quase impossível, apenas Super Mario e Metal Gear conseguiram tal feito. Mesmo não sendo o mais popular dos jogos da série acho que LOI é um grande jogo e o único dos 3 jogos em 3d que conseguiu ficar com a cara de Castlevania, e criou o melhor roteiro da série até hoje. Com a jogabilidade tentando seguir a linha de Devil May Cry, mas adaptadno tudo ao chicote, Lamment também é um raro jogo em 3d cheio de passagens secretas e ótimos cenários, especialmente vendo a época que foi lançado, pois nem Curse of Darkness conseguiu ter cenários tão legais. A trama dessa vez conta o primeiro episódio da série, antes dos Belmont se tornarem matadores de vampiros, houve uma batalha por motivos pessoais entre Leon Belmont e o antigo vampiro Walter. Mas as origens do atual Drácula são ainda mais surpreendentes, e isso você deve descobrir jogando.

06 – Castlevania Bloodlines

O único Castlevania que foi exclusivo para um console da SEGA, tirava a trama da era medieval pela primeira vez, se passando um pouco antes da segunda guerra mundial. Sem sinal da família Belmont, o chicote acabou parando na mão do americano Jonh Morris, que parte na caça de vampiros com seu amigo Eric Lecard, dono de uma técnica especial com uma lança gigante. O jogo não tem trouxe grandes novidades para a série, além de cada fase ter chefes e subchefes, mas há algo diferente na ambientação:  ao invés de ficar o tempo inteiro em Castlevania, Bloodlines leva o jogador a rodar vários países da Europa, que foi inteira dominada pelas forças do mal. Esse episódio também foi o primeiro a trazer para série a compositora Michiru Yamane, que substituíu a banda Kuheiha Club, mantendo a trilha no mesmo nível.

05 – Castlevania

O primeiro Castlevania é sinônimo de desafio. Mas se você olhar pra produção vai ver que significa muito mais coisas: criar uma produção com uma trilha sonora tão envolvente, cenários variados (pra época) em 1986 foi algo mais do que complicado. As 6 fases podem não ser tão longas, mas devido ao alto desafio, o jogador muitas vezes vai ser obrigado a tentar criar a melhor estrátegia para não morrer em determinados momentos. O personagem, acabou sendo o que mais foi usado em jogos da série até hoje, Simon Belmont, um dos personagens mais lendários dos video-games. Raramente a trama das produções da época eram detalhadas e Castlevania1 conta muitos detalhes sobre Simon e a situação do mundo naquele momento, mas tudo que se sabe é que os membros da família Belmont devem matar o Drácula toda vez que retorna a vida, e agora é a vez de Simon invadir Castlevania. Ao final ele recebe uma maldição que só será quebrada na sequência, Simon’s Quest, o segundo da série lançado um ano depois.

04 – Super Castlevania 4

O quarto jogo na quarta posição ;op. Assim como Adventure Rebirth, na teoria é um remake, na pratica é um jogo totalmente novo. O quarto Castlevania recria a primeira aventura de Simon Belmont, mas num jogo mais longo, com muitos mais cenários e uma trilha sonora totalmente nova e ainda mais marcante. O que mais chama atenção neste game é o trabalho com a jogabilidade, embora muitas vezes não faça muito sentido, como pular esubir as escadas no meio do pulo, nunca fora tão leve. O pulinho travado aqui se foi também, e o chicote ganhou tantas maneiras de ser usado que parece mais um extensão do braço de Simon do que uma arma. Estranhamente os jogos seguintes(Bloodlines e Rondo of Blood) ignoraram essas mudanças e seguiram mais a linhas do Nes.  A história de Simon ainda ganharia uma terceira versão para computadores(convertido depois para Play Station 1), Castlevania Chronicles, mas este é bem mais parecido com o Castlevania 1.

03 – Castlevania Order of Ecclesia

Por este TOP, vocês provavelmente já perceberam que eu prefiro a série seguindo sua linha original, mais ação e menos Metroid. Porém Ecclesia é o único Metroidvania que considero do mesmo nível do estilo tradicional da série. Ecclesia trás elementos dos jogos modernos: labirintos, cutscenes, level up e vários equipamentos, mas também vários elementos das raízes como fases 100% de ação(só seguindo em frente), itens escondidos que aparecem ao se abaixar e principalmente: é o único jogo moderno com dificuldade semelhante aos jogos do Nes. Há novidades também no estilo como um mapa mundi estilo RPG antes de invadir o castelo(a 1ª metade é toda fora dele), e excluindo o Drácula e a morte, todos os chefes são novos também. Devo destacar que o characterdesing do artista Masaki também é o melhor que já vi na série até hoje, além de seguir um traço japonês mais realista, consegue ser gótico, e sem afeminar os personagens masculinos como o traço de Ayame Kojima.

Como não amar esta garota?

A personagem é a maga Shanoa, e isso causa uso de MP para praticamente tudo.  Com a ausência dos Belmont ela está sendo treinada para acabar ocm as forças do mal dominando o poder oculto conhecido por Dominus. Mas o centro dessa história ainda está cheio de reviravoltas que só jogando para ver.

02 – Castlevania Rondo of Blood

Apesar de lançado em 1993, era pouco conhecido do grande público até antes de 2007 quando foi ganhou sua primeira versão americana no remake para PSP, e a duas semanas atrás foi portado para Nintendo Wii. Rondo of Blood segue o estilo tradicional, mas parece um ponto de encontro com a fase moderna da série. Aqui encontramos elementos de Castlevania 3:  personagens selecionáveis(mas só 2 aqui) e caminhos que se dividem e podem levar a novas fases. Mas aqui a divisão acontece escondida dentro das fases ao invés do final. Rondo também deu destaque as tradicionais sub-armas, fazendo com que cada uma tenho um super poder oculto como a chuva de água-benta ou a metralhadora de punhais. Foi o último trabalho da Kuheiha Club na série também. A trama sobre  Richter Belmontque teve sua cidade atacada pelas hordas do Drácula antes que ele pudesse lutar com o demônio. Agora diversas garotas foram sequestradas para que sirvam de sacrifício ou simplemente como escravas. Este jogo mostrou também Carmilla, a vampira como chefe de uma das fases.

01 – Castlevania 3 Dracula’s Curse


É isso, pessoal, eu ainda acho que o auge foi a trilogia do Nes. Lançado no finalzinho dos anos 80 no Japão (22/12/89), e em Setembro de 1990 nos Estados Unidos, o jogo pegou o estilo do Castlevania 1 e melhorou, colocando uma trama mais profunda, relação entre personagens, diversas fases, e opções de rumos a se tomar. Para se jogar todas as fases é preciso terminar no mínimo 4 vezes. A trilha sonora é magnífica também, a melhor do Kuheiha Club na série, que merece um álbum inteiro orquestrado.

Os 4 heróis e o castelo

A história dos 4 heróis Trevor Belmont, o herói que volta para salvar o mundo da maldição do Drácula, após ter visto sua família ser expulsa da região de Warakiya; Syfa Belnades uma poderosa feiticeira caçadora de vampiros que acaba sendo petrificada(cabe a você salvá-la ou não) e pode acabar formando um par romantico com Trevor(ou não); Grant Danasty – o pirata que teve a família morta pelo Drácula e foi transformado em Fleaman; Alucard – O filho do vampiro que se rebela contra seu pai devido uma promessa feita no leito de morte da sua mãe. O mais memorável dos títulos viria a ganhar um filme de animação (3d),  mas o projeto está engavetado. Resta aguardar, e ver se o IGA pode fazer alguma coisa.

Arte conceitual do filme com Trevor e Syfa. Será que um dia sai do papel?





10 motivos para se ter um Play Station 1

25 08 2009

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A geração 32/64 bits, tendo como representantes o Sega Saturn, Nintendo 64 e Play Station One, consagrou PSONE como vencedor. Devo dizer que esta não é minha geração favorita, na verdade acho o pior período para jogos se comprada a dos 8 e 16 bits. Mãããssssss como o PS1 se consagrou, sempre existem preciosidades a serem escavadas, e aqui estão elas:

10 – Resident Evil:

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Resident Evil é um jogo da Capcom que seguiu um caminho não muito comum da empresa: vamos pegar uma idéia de uma outra empresa e tentar deixar mais interessante. Assim, copiando o estilo do Alone in The Dark, o estilo Horror Survivor tornou-se POP com um roteiro sobre uma organização sombria com o nome de Guarda-chuva(?!?!) criando um vírus que faz as pessoas e animais virarem zumbis. O primeiro jogo, favorito da maioria, tem uma das piores aberturas já feitas pra um jogo, capaz de matar qualquer um de rir com tanta cenas e atuações TRASH. Ainda assim é muito lembrado pelos puzzles e desafios. No 2º, apesar de zumbis e monstros trash continuarem, era mais centralizado na ação do roteiro. Já o terceiro tenta por um equilíbrio entre os dois jogos, enquanto tapa alguns buracos no roteiro. Daí em diante Resident saiu pra tudo quanto é console e babilhões de versões.

09 – Metal Gear Solid:

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Hideo Kojima estava a 8 anos sem trabalhar com Solid Snake e seu combate contra Metal Gears, e o velho herói foi trazido de volta no jogo mais cinematográfico do PS1. A geração que começou a jogar no PS1, provavelmente não conhecia a aventura anterior para MSX2, mas para os mais velhos e curiosos este jogo não surpreendeu tanto por copiar quase todas as armadilhas do jogo antigo. De novidade mesmo foi colocar o jogo em 3d, além da melhoria na jogabilidade. Aumentou também o nível de drama no texto, muitas vezes chegando ao exagero, mas acho que a maioria aprova os exageros TRASH do Metal Gear. Há um personagem que vale a pena relembrar chamado Psycho MAntis que era um telepata que lia seu memory card e comentava sobre alguns jogos da Konami que estivessem gravados nele como Castlevania. O mesmo personagem perdia seus poderes se fosse enfrentado usando-se o 2º joystick. O jogo ganhou um remake para Game Cube e mais continuações nos Play Station 2 e 3.

08 – Megaman:

08 - Megaman

Nesta geração Megaman teve altos e baixos, mas felizmente os altos foram mais marcantes. A começar pela série clássica no seu oitavo jogo, onde dessa vez tinham vozes e cenas de anime, agradou a uns e desagradou a outros. Já a série X apareceu em 4 jogos, X3 adaptado do Super Nes, ganhou cenas de anime, mas também muito LOAD TIME. X4 é considerado por alguns o melhor momento da série, pela primeira vez o roteiro não é só uma desculpa para passar as fases, trazia duas tramas completamente diferentes pra Megaman X e Zero. Aqui Zero deixa o personagem título quase como coadjuvante pois sua trama era muito mais envolvente e chamativa, falando sobre o passado sombrio do personagem que um dia chegou a ser um vilão. X5 serviu apenas como complemento da série e X6 é odiado por alguns (como eu por exemplo), mas há quem simpatize com este sexto episódio.

07 – Final Fantasy:

07 - Final Fantasy

Vocês podem perguntar porque eu não coloco a geração PS1 no topo ou quase no topo desse top… O fato é que não acho a trilogia do PS1 tão legal quanto foi no Snes. FF7 e 8, além de uma grande campanha de marketing para aumentar o consumo de RPG no mundo, o que influenciou toda a geração PS1, trazia visual cinematográfico e um apelo mais popular com personagens mais cheios de poses e metidos a bad boys, mas também meio boiolas, afim de chamar atenção também do público feminino. Ambos os episódios traziam também universos estranhos para o tema Final Fantasy, onde quase tudo se centralizava em maquinaria pesada, ficando um jogo irreconhecível para quem esperava algo semelhante as origens dos jogos de NES, porém a diferenças consideráveis de FF7 para FF8. Em FF7, apesar do universo, as batalhas eram semelhantes a de FF6, com alguns leves toques de Chrono Trigger. Já FF8 trazia uma batalha um tanto quanto diferente de todos os jogos da série, o que dividiu os fãs. Uma diferença bastante marcante em FF8 foram os personagens que ficaram realistas, pois de FF7 pra baixo eram estilo anime, com corpos pequenos (SDS). Fechando a trilogia, foi lançado FF9, que foi o único dos 3 que se inspira nos jogos originais da série, inclusive tem um Black Mage em seu grupo como nos títulos de 8 bits. Porém FF9 não trouxe nenhuma novidade para série, sendo mais um jogo para fãs. Também é considerável a grande diminuição da dificuldade do jogo. Espero que entendam que considero esta terceira trilogia de FF jogos divertidos e importantes para geração PS1, mas quis mostrar nesta descrição o porque de não estarem no topo da lista e porque considero a segunda trilogia a melhor da série.

06 – Parasite Eve:

06 - Parasite

Enquanto todos só falavam de Resident Evil, eu só ficava no Parasite Eve e suas mitocôndrias assassinas. Ambos os jogos são horror TRASH, mas essa também é a única semelhança entre eles. Estranhamente chamado de Cinematic RPG, Parasite tenta criar um RPG de horror urbano, com o roteiro se passando em locais reais, e apesar do estilo realista, os rostos dos personagens são estilo anime. A batalha, bastante interessante, misturando estilo tradicional de RPG com ação, apesar de já usado em Tales of Phantasia, aqui funciona de forma diferente por ser em 3d. Ouve uma continuação ainda para PS1, mas este lembrava os survivor horror estilo Resident, por isso, prefiro a aventura de Aya Brea e seu festival de auto-combustões na primeira versão.

05 – Suikoden:

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Usando gráficos de 16 bits, Suikoden surpreende com uma batalha dinâmica e um roteiro muito bem trabalhado para o seu exagerado número de personagens que passam de 100, tanto na primeira como na segunda versão. E ainda é possível enviar o elenco do primeiro jogo para o segundo, tendo um save do primeiro no memory card, somando mais de 200 personagens no segundo jogo, que algumas pessoas consideram o melhor RPG para PS1.

04 – Bust a Move (Groove):

04 - Bust a move

Foi nesta geração que jogos musicais como o pioneiro Dance Dance Revolution e Pump it Up começaram a surgir, dando início aos jogos musicais. Enquanto Dance Dance e Pump tentam simular em seus tapetes controles passos de danças reais, Bust a Move é mais um desafio de sincronia para suas mãos do que uma simulação de dança, e considero o mais divertido jogo para PS1. O grande diferencial foi trazer para o estilo de dança algo que os jogos de luta tinham: personagens carismáticos, cada um com sua missão pessoal. E assim foi feito um elenco inesquecível, e bizarro ao mesmo tempo como a heroína Kitty N, o rapper Strike, o esquentado Heat, o gordão HAM, o imitador do João Travolta Hiro, a loli Shorty, a erótica Kelly, os aliens Capoera, o robô gigante ROBOZ e o baitolão final Pander.

03 – Castlevania:

03 - Castlevania

Série tradicional, 2d no seu melhor estilo, labirintos intrigantes, um personagem popular, trilha sonora perfeita… tudo isso é Castlevania Synphony of the Night, então porque não subir mais posições para esta versão? Bem, apesar de tudo isso ser verdade, há duas coisinhas sobre Castlevania SON que ainda me incomodam – é o mais fácil jogo da série e o fato do segundo castelo ser o mesmo primeiro castelo de ponta cabeça. Foi em SON que o estilo tradicional do jogo se misturou ao estilo que até então ninguém tinha ousado tentar copiar, a do lendário Metroid da Nintendo, o que acabou apelidado mundialmente de estilo Metroidvania. Em alguns momentos fica até descarado a imitação, mas Castlevania tem aquele jeitão da série que conquista o público, e é das séries antigas a que mais tem fôlego nos dias de hoje. Ainda no PS1, foi lançado um remake de um desconhecido jogo da série que havia sido lançado para um computador japonês. Trata-se de uma variação do Castlevania 1, apesar de não ter o desafio a altura do 1, é um jogo com uma dificuldade considerável e vale a pena jogar.

02 – Valkyrie Profile:

02 - Valkyrie

Se fosse considerar os estilo, gráficos, elenco e roteiro do jogo Valkyrie Profile estaria no topo dessa lista. O que me impediu de levá-lo ao topo foi apenas um fato: como boas idéias dentro do jogo não são aproveitadas. Colocando isso de forma explícita é o seguinte – todos os personagens do jogo, sem exceção, são ótimos, carismáticos e com tramas maravilhosas. O problema fica por conta do objetivo da personagem principal, a igualmente maravilhosa Valquíria Lenneth. Ela deve montar seu exército formado por guerreiros mortos, ou seja ela vai surgir no dilema pessoal de todo o elenco. O que acontece é que depois você conhece a trama de um personagem e quer saber como ele vai acabar, você não vai saber… ao fazer parte do exército da Valquíria, eles não tem mais opções pessoais – ou lutam ao lado dela, ou vão servir Odin, e se caso resolva seguir Odin você não poderá mais usá-lo durante o jogo. As histórias deles são tão boas que é como se vários RPGs tivessem sido iniciados ao mesmo tempo, porém nunca terão seus roteiros desenvolvidos ;( . Bem superando esse drama, Valkyrie Profile é uma experiência de jogo inesquecível, um dos melhores sistemas de batalhas já criados, simples e bem feito ao mesmo tempo, onde todos podem atacar juntos, fazendo combos gigantescos. Ganhou um remake para PSP e continuações para PS2 e DS.

01 – Chrono Cross:

O jogo tem detalhes impressionantes para o fraco hardware do PS1. Repare nos tendões da Kid e os efeitos de sombra.

O jogo tem detalhes impressionantes para o fraco hardware do PS1. Repare nos tendões da Kid e os efeitos de sombra.

Algumas controvérsias neste título. Apesar de ter referências, músicas e ligações com Chrono Trigger, Cross não é uma continuação. Segundo o diretor, seria muita responsabilidade e quase impossível fazer algo tão bom que mereça o título de Chrono Trigger II, então para tirar esta responsabilidade imensa, foi criado uma trama dentro do mesmo universo, se passando num continente não explorado daquele mundo e sobre um outro personagem. De fato Cross não é e nem tentou ser comparável a Trigger, mas trás qualidades o suficiente para estar no topo da minha lista. É o jogo com gráficos em 3d mais bem explorado do PS1, tem uma trilha sonora inesquecível e muitas coisa a se explorar. A trama agora trata de viagens dimensionais ao invés das viagens no tempo do anterior, e a batalha trás elementos novos bastante inteligentes. Há mais de 40 personagens a serem adicionados no grupo, mas apesar disso, somente 7 ou 8 tem alguma grande importância no roteiro, sendo portanto os outros servindo apenas como complemento das sub quests do jogo.

Sentiu faltas desses?!

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Wily & Light no Rockboard – That’s Paradise / Rockman Battle and Chase

5 05 2009

Mais spinoffs falidos do Megaman

Título: Wily & Light no Rockboard – That’s Paradise
Produção da Capcom
Para: Nes
Em: 1993

Não tem muito o que explicar… Jogue uma imitação de banco imobiliário com tema de MEgaman. Seus “peões” são as Lolis Roll e Kalinka, porque japoneses não vivem sem Lolis por perto e os velhos Willy, Light e Cossack. As músicas são meio chatas, algumas repetidas com o arranjo piorado. Acho que as fotos falam por si vejam só.

Sentiram saudades do Dr. Coça Sacos?

Sentiram saudades do Dr. Coça Sacos?

Lembram da Kalinka?

Lembram da Kalinka?

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Título: Rockman Battle and Chase
Produção da Capcom
Para: Play Station
Em: 1997
Adaptação: Play Station 2, Game Cube e Xbox.

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Esse jogo só saiu no Japão, mas ficou acessível em versão americana da coletânea Megaman X Collection(jogo secreto), apesar de não ter nada haver com a série X. Aqui, além de Megaman e Roll, alguns robôs do  Megaman 1 a 7 estão disponíveis para serem seus pilotos. Obviamente uma imitção de Mario Kart, devo dizer que é a pior variação de MArio Kart que já joguei, esse jogo é tão chato que prefiro jogar Megaman soccer que esse. Pra fazer referência a séire normal, cada corrida vencida você ganha uma “parte” do carro derrotado podendo encaixar no seu e fazer um carro horroroso todo misturado. Jogo valido somente pros curiosos.

P.S. – Essas fotos são de um site pois não estou com o CD do jogo no momento.

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Megaman 8 – Dessa vez, Megaman atua

25 04 2009

Título: Rockman 8 – Metal Heroes
Adaptado como Megaman 8
Produção da Capcom
Para: Play Station e Sega Saturn
Em: 1996
Adaptação: PS2, Game Cube, Xbox

Loser da vez: Frost Man
Chato da vez: Astro Man

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Os 32 bits chegaram com a mídia de CD que já não era nova, mas nunca havia sido popular. As possibilidades de som e video eram exploradas fazendo tudo parecer com filmes ou animações. O novo episódio de Megaman comemorava 10 anos da estréia no NES com os personagens atuando em cenas de animnes, musicas cantadas e muitas vozes digitalizadas. Há quem diga que isso tirava o charme original da série, mas isso vai ficar ao gosto pessoal de cada um. Enquanto na versão japonesa os dubladores são todos bem selecionadas, na americana alguns atuam bem e outros são vergonhosamente amadores especialmente a voz de Bass, Dr. Light e Roll. Jogando na americana você também não terá músicas cantadas na abertura e encerramento. Como vêem os americanos preferem piorar tudo pra “esconder” as origens orientais do personagem.

Agora ele nada

Agora ele nada

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O roteiro fala sobre um robô intergalático chmado Duo que durante combate com um inimigo acabou ficando avariado, caindo da Terra junto com os resto do seu inimigo. Willy que ppor um acaso monitorava essas fontes de nergia descomunais parte e pega pra si os restos da tecnologia alien dos destroços do inimigo de Duo. Megaman ainda consegue levar Duo para o laboratório de Light. Agora com uma tecnologia desconhecida e poderosa, Willy começa sua nova onda de ataques.

Esse é o Duo. Vai ser seu amigo ou inimigo? AUUU!

Esse é o Duo. Vai ser seu amigo ou inimigo? AUUU!

Claro que o Bass vai usar da tecnologia Alien pra tentar derrotar o Mega

Claro que o Bass vai usar da tecnologia Alien pra tentar derrotar o Mega

Na fase de Rush Jet dá pra chamar a turma toda pra ajudar

Na fase de Rush Jet dá pra chamar a turma toda pra ajudar

Graficamente continua 2d, mas com muito mais quadros de animações e cores quem em Megaman 7. Os sprites ficaram menores para o jogo ficar mais rápido, mas ainda assim não é tão rápido quanto o Megaman do Nes.

A jogabilidade não trás nada de novo, nenhum só movimento novo para o Megaman, mas a loja de itens há novos Mega Busters, aumento de tiros comuns, velocidade e outros. Logo de cara Megaman vai ganhar também uma bola pra chutar nos inimigo a Rock Ball. O velho Rush volta aqui também. Há o Rush Jet durante duas fases, porém ele aparece automático, não está nas suas opções de armas. As novas formas de Rush são Moto para correr e pular mais longe; Sorteio de item que pode ser inútil ou até encher todo seuy HP e armas com aquela estrela vermelha do final Megaman 1; Rush Cruz vermelha que faz cair chuva de itens de recuperação.

Rush Moto

Rush Moto

Não era o Aquaman que você esperava ;p

Não era o Aquaman que você esperava ;p

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Os sons foram novamente reformulados, no geral são bons, mas achei muito chato o barulho de pulo. Pelo menos a trilha sonora segue a tradição da série.

Falando agora onde o jogo mais sofreu: perda de dificuldade. Não há mais sequer preocupação se as armas que você ganha irão acabar, pois basta perder uma vida que elas estarão novamente cheias. Ainda há coisas escondidas mas bem menos comparado a Megaman 7. No geral o 8 procurou colocar mais os parafusos(dinheiro) escondidos. Os chefes também não há nenhum que chamem atenção em dificuldade, nem mesmo o Dr. Willy que é um desafio considerável em Megaman 7 aqui está fácil. Mas sem problema, dá pra curtir o  Megaman 8 na boa, a não ser que você seja um extreme retro gamer.

Ordem aconselhada por mim: Frost Man, Tengu Man, Clown Man, Granade Man, Astro Man, Aqua Man, Sword Man, Search Man.

A propósito na versão do Sega Saturn dá pra enfrentar Cut Man e Wood Man.

Isso você só vê no Saturn

Isso você só vê no Saturn





Ape Escape – Começou a temporada de caça ao macaco!

9 02 2009

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Título: Ape Escape
Título Japonês: Saru, Get You! (Te peguei Macaco!)
Lançamento: 1999
Empresa: SONY
Sistema: PSONE

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“LOL AMIGO! CAPTUREI TODOS OS MACACOS. SOU O CAÇADOR DE MACACOS MÓR!”
REIROM sobre APE ESCAPE
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“IMITADORES!!! MALDIÇÃÃÃÃÃO!”     

MOJO JOJO sobre APE ESCAPE

“Olha, Donkey Kong do Play Station.”
JOGADOR MONGOL sobre APE ESCAPE

“DONKEY KONG É O CARALHO, MEU NOME É ZE PEQUENO.”
Macaco vilão sobre jogador mongol

Ele era bonzim, mas...

Ele era bonzim, mas...

 

Começou a revolta macacada!

Começou a revolta macacada!

Hoje vou falar de um título que ficou famoso mais por conta da baixa qualidade de um período que pela qualidade do jogo em si. Ape Escape surgiu num momento que a referencia de jogo de plataforma bom era o insoso Super Mario 64. Tudo que vinha surgindo de plataforma até ali tentava imitar o Mario 64 que já não era tão empolgante assim, imagem então essas imitações. Bem os caras da Sony então mandaram o Saru Get You. Como em japonês o SARU rima com YOU, a versão americana se chamou APE pra rimar com ESCAPE. O roteiro é uma coisinha bizarra só pra enganar mesmo, afinal esse é um jogo de plataforma com visual infantil. Um certo macaco de laboratório colocou um capacete experimental, tornando-se assim um macaco com uma inteligencia igual ou superior a de um gênio humano, mas voltado pro mau(Já ouviram falar de um certo macaco Loco Mojo Jojo?).

Esse é você!

Esse é você!

Então ele passa a recrutar milhares de macacos que começam a aprontar pelo mundo inteiro, tornando todo lugar por onde passam um inferrrrrno. Cabe a você agora capturar todos.

No papel do moleque que deve capturar os macacos seus poderes principais incluem um clon do sabre de luz do Star Wars que não mata os macacos mas os deixa atordoados, porém com os outros inimigos serve pra destruir e a rede que só servem mesmo pra enviar os macacos de volta para o laboratório. Claro que há outros itens como um  barquinho e uma prancha motorizada pra explorar as regiões aquáticas. As fases, como na maioria dos jogos de plataforma 3d, não segue aquele objetivo tradicional do 2d de andar do começo ao fim. A fase termina quando o nº certo de macacos for capturada. O ambinte por sinal é bem variado e surpreendentemente a jogabilidade flui melhor de que qualquer jogo de plataforma 3d do período. Os pontos negativos ficam por conta dos gráficos e das músicas.

Preparando o ataque

Preparando o ataque

Graficamente é o que se espera de um jogo de PS1, muito quadradão, mas para ganhar mais velocidade devido ao fraco potencial 3d da época, esse saiu quase um lego de tão quadrado.É um sacrifício valido, é verdade. Mas o pior mesmo é a trilha sonora, uma batucada eletronica sem fundamento nenhum, baixe o volume se preciso for, parece um DJ com diarréia. Ape Escape jamais vai ser seu jogo de plataforma favorito, mas também não vai ser uma experiencia ruim. Comparado a época que ele foi criado pode-se até considerar tirar leite de pedra, NBSÉC.

Use the Force!

Use the Force!

Curiosidades – Ape Escape virou anime… Vai se saber quem tem cabeça pra assistir um anime sobre capturar macacos; Hideo Kojima, o autor do Metal Gear, no terceiro jogo da serie Solid, fez um mini-game com um trocadilho MESARU GEAR(Em japones Metal Gear é METARU GEAR), que acabou virando SNAKE vs MONKEY na versão americana. Neste joguinho o Solid Snake deve capturar os macacos do Ape Escape que se alastraram pelos cenários do MEtal Gear, afinal de contas na historia do Ape Escape os macacos se alastraram por todo o mundo. O detalhe mais importante é que os dois jogos são de empresas diferentes.

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