SONIC “COMICVERSE” – COMO UMA REVISTA CHULÉ VIROU UMA GRANDE SÉRIE

13 05 2010

Confesso que quase não acreditei quando vi a notícia que Sonic havia ganhado destaque no Guiness World Records como a revista0em quadrinhos baseada em games mais duradoura (conseqüentemente a que mais rendeu). Já são mais de 15 anos sem pausa de lançamento e cada mês são no mínimo duas edições.

O chamado “COMICVERSE” ou “ARCHIEVERSE”(publicado pela Archie Comics) usa uma fórmula que já foi motivo de fracasso de várias outras mídias baseadas em games: a adaptação é completamente livre, tendo mais elementos originais do que vindos dos jogos. Mesmo assim muitos aspectos dos jogos foram misturados e adaptados ao mundo criado pela Archie.

A série rendeu uma adaptação em cartoon que chegou a ser exibida por aqui no SBT, apelidada de Sonic “SATAM”. Apesar do bom resultado da série nos Estados Unidos, o cartoon não chegou a durar dois anos. Querem saber por quê o quadrinho rende tanto? Acompanhem:

O QUE ACONTECE NESSE TAL PLANETA MOBIUS

O ano é 3235 do planeta Mobius, um planeta idêntico a nossa Terra. Mas Mobius tem uma significante diferença: quase toda fauna local evoluiu até chegar na forma “SAPIENS”, ou simplesmente “MOBIANOS” como eles mesmo se chamam. Sonic vive em Mobotropolis, o reino da família Acorn… ou costumava ser até o humano conhecido por Dr. Ivo Robotinick derrubar o Rei num golpe militar e construir um império ditatorial rebatizado de Robotropolis. Não satisfeito, Robotinick ainda usa uma terrível tecnologia para obter trabalho escravo, as máquinas robotizadoras, que são usadas para transformar os animais(Mobianos ou não) em robôs.

Contra a opressão de Robotinick, Sally, a filha do Rei Acorn, monta um grupo Rebelde denominados Freedom Fighters, dedicados a frustrar os planos e tomar o poder de Robotinick. Junto com ela estão seus amigos de infância Sonic, Antoine, Rotor e o mascote da turma Tails. Logo depois também unem-se a eles a coelha ciborgue Bunnie”Rabbot”. Mas esse é só o início, muitos outros personagens passam a interagir com os Freedom Fighters, como os moradores da Ilha Flutuante e seu grupo Chaotix.

COMO ESCAPAR DE UMA FALHA ÉPICA

Tem uma coisa que eu acho mais impressionante do que essa série estar durando até os dias de hoje, que é o fato de eles terem conseguido sobreviver à primeira temporada de edições. Sério mesmo, o pessoal da Archie Comics deve muito aos fãs do Sonic(e aos fãs de furries ;p).

Podemos destacar a evolução da série em essas temporadas:

1ª temporada (Minissérie de estréia – 4 edições e Série “normal” até edição #16) – A minissérie inicial é uma estratégia pra ver a reação do público, lançando 4 edições e esperando a resposta nas vendas. Se for positiva, a série estréia pra valer. Podemos chamar esta temporada de “Sonic in Maurício de Sousa Land”. A arte é simplória, lembrando muitas vezes as revistas da turma da Mônica.

É isso mesmo... Estilo Maurício

O roteiro segue o mesmo caminho da arte, inclusive a introdução que vocês leram acima não é apresentada nesta temporada. Os episódios seguem a linha de humor infantil, onde o mais importante é fazer uma piadinha visual ou um trocadilho do que seguir um roteiro propriamente dito. Obviamente não há grandes batalhas, e raramente os personagens se agridem fisicamente. Ainda assim alguns fatos relevantes são contados nesta temporada, como a chegada e transformação de Bunnie em ciborgue e a primeira aparição de Knuckles.

Vertical e Horizontal... Essa doeu até em mim

2ª temporada (Edição #17 até #34 mais especiais) – Bem, até o cartoon do Sonic estava sendo levado mais a sério que esses Comics, então, provavelmente vendo que a série não ia durar muito se continuasse no “estilo Maurício”, os editores começaram a testar mudanças no estilo. Pra começar, eles investiram em edições especiais com minisséries centralizadas em alguns personagens de destaque como Sally e Knuckles. Os desenhos passaram a ficar realmente legais a partir da edição #25, que foi uma adaptação do jogo Sonic CD, e durante esta mesma temporada, mais jogos foram adaptados.

SONIC CD

As piadinhas ainda continuavam lá, mas a aventura e os personagens passavam a ganhar mais destaque do que elas, especialmente a parte sentimental deles começava a ser posto a prova, romance, morte e medos ganharam espaço dentro do roteiro. As cenas de ação ainda não eram as mais legais, mas chegam a passar mais a sensação de perigo que o mundo dos personagens está correndo.

Os personagens passam a demonstrar mais sentimentos para dar credibilidade ao roteiro

3ª temporada (#35, especiais, e…) – Com os testes feitos na temporada anterior, ficou claro que o público pedia um Sonic como herói de ação e não como um Looney Tune ou qualquer coisa assim. Os desenhos melhoraram ainda mais e o início da temporada já começa com uma edição especial com uma grande batalha entre Sonic e Knuckles em suas formas Super, mostrando como seria a ação na revista daquele ponto em diante. A partir da edição #39 há uma nítida mudança não só no estilo mais no universo em si que passa a ser mais sombrio e as piadinhas de trocadilho são abolidas definitivamente da revista. Nesta parte uma épica  batalha entre Bunnie Rabbot e Knuckles contra um Metal Sonic que é na verdade o próprio Sonic que foi capturado por Robotinick, chega aos níveis de exagero de ação do Dragon Ball com cidades inteira sendo destruídas pelo poder dos personagens.

As batalhas mais importantes passam a ser épicas

Daí pra frente(até os dias de hoje) – O sucesso da terceira temporada fez de desta a cara da revista daí pra frente, com mudanças grandes ocorrendo mesmo apenas entre o revezamento dos desenhistas, uma hora seguindo para o estilo mangá, outra pro Comic puro. Após a morte de Dr. Robotinick, outros super vilões ainda mais poderosos surgem, alem dos problemas urbanos que eles terão que enfrentar num reino que foi devastado pela tecnologia e poluição, incluindo Guerra Civil e até mafiosos traficantes.

Vilões mais assustadores

Com o passar do tempo os personagens também vão se relacionando afetivamente, alguns chegam a casar, outros como o nosso querido ouriço, depois de um tempo de namoro cai na gandaia e vira o ouriço mais galinha do mundo, uma das coisas mais legais que ele nunca vai fazer nos videogames.

A ação passa a ser constante na série

PERSONAGENS INICIAIS

Nome: ??? Maurice Hedgehog

Nome de Batalha: Sonic

Data de Nascimento: Dia 162 , ano 3220

Parentes Conhecidos:

Jules Hedgehog (pai)

Bernadette Hedgehog (mãe)

Sir Charles Hedgehog (tio)

Raça: Ouriço Mobiano

Sexo: Masculino

Cor: Azul

Olhos: Negros/Verdes

Acessórios: Luvas brancas, Tênis de Hyper Fricção Super Resistentes

Filiação: Lutadores da Liberdade de Knothole / República dos Acorn

Habilidades e Super Poderes

Giro Sônico

Velocidade Sobre-Humana

Reflexos Sobre-Humanos

Intangibilidade (com auto vibração molecular)

Cura Acelerada (via absorção de anéis mágicos)

Controle do Caos (Formas Super, Ultra, Eco, Solar e Polar)

Omnilingualismo

Descrição:  Ao contrário dos jogos de videogame, Sonic aqui não é um herói porque acha tudo muito divertido. Nesta versão, seus  amigos e família são mais importantes, e por isso ele luta para proteger seu mundo. E mais importante, ele não foge de garotas como nos jogos, sendo até um tanto quanto assanhado demais. Mas tirando isso, ele ainda é o cara mais rápido do planeta, usa rings como proteção, e atinge poderes capazes de romper dimensões quando em contato com as esmeraldas do caos.

Antes

Depois

Nome: Miles Prower

Nome de batalha: Tails

Nascimento: Dia 297, ano 3225

Parentes Conhecidos

Amadeus Prower (pai)

Rosemary Prower (mãe)

Merlin Prower (tio)

Raça: Raposo Mobiano

Sexo: Masculino

Cor: Marrom/Laranja

Olhos: Preto/Azuis

Acessórios: Tênis (copiados do Sonic), Luvas Brancas

Filiação: Lutadores da Liberdade de Knothole / República dos Acorn

Habilidades e Super Poderes

Voar

Inteligência de Gênio

Combate Físico

Trabalhos com Maquinaria

Aviação

Poderes Baseados no Caos (Níveis Hyper e Titan)

Descrição: Durante as primeiras temporadas Tails se mostra uma criança querendo se misturar num mundo de adultos. Tails sempre anda seguindo Sonic para tentar ser como ele. Mas com as revelações no desenrolar da trama vai se tornando peça essencial nas batalhas. Seu poder de Controle do Caos está muito mais acima do que todos imaginavam…

Antes

Depois

Nome: Sally Alicia Acorn

Nascimento: Dia 186, ano 3220

Parentes Conhecidos

Frederick Acorn (avô)

Maximillian Acorn (pai)

Alicia Acorn (mãe)

Elias Acorn (irmão)

Megan Acorn (cunhada)

Alexis Acorn (sobrinha)

Título: Princesa da República dos Acorn

Raça: Esquila Mobiana

Cor: Marrom (Durante alguns meses esteve Rosa devido a um acidente com produtos químicos)

Cabelos: Negros/Ruivos

Olhos: Azuis

Acessórios: Jaqueta, Botas

Filiação: Lutadores da Liberdade de Knothole(fundadora) / República dos Acorn

Habilidades:

Diplomacia

Talento para Liderança

Artes Marciais

Natação

Operação de Diversos Veículos

Descrição: Uma das mais dramáticas personagens da trama, sempre cheia de problemas ao seu redor. Mas diferente da maioria, Sally em batalha consegue esquecer seu lado pessoal e ser a mais fria dos Freedom Fighters, como ficou provado quando Sonic se tornou uma arma de destruição. O ouriço por sinal é o grande amor da vida dela (o que só vai aumentar o fator drama ;p).  Que bom que os Mobianos podem se misturar independente da raça.

Antes (rosa?!?!)

Depois, ruiva(Depois da Sally quem não é furrie lover)

Nome: Bunnie Rabbit

Nome de Batalha: Rabbot

Nascimento: Ano 3219 (Mobius Sul)

Parentes Conhecidos

Lulumae (tia)

Beauregard (tio)

Espécie: Coelha Mobiana

Sexo: Feminino

Cores: Amarelo e Branco

Olhos: Verdes

Acessórios: Membros Robóticos

Filiação: Lutadores da Liberdade de Knothole / República dos Acorn

Habilidades e Super Poderes

Força Sobre-humana

Braço Canhão

Extender Membros

Especialista em Artes Marciais

Voar(após upgrades)

Escudo de Força (após upgrades)

Descrição: Estréia na edição #03. A garota do interior foi salva por Sonic durante um processo de robotização no que a tornou uma ciborgue das mais poderosas. No início toda a dependência de força física ficam por conta dela. Mas o seu dom com o tempo passa a mostrar o lado da maldição, pois ela teme um dia ser controlada por seu lado “de metal” e ficar contra os próprios amigos.

Antes

Depois... os furries agradecem

Nome: Antoine D’Coolette

Nascimento: Ano 3217(Mobius Francesa)

Parentes Conhecidos: Armand D’Coolette (pai)

Espécie: Coiote Mobiano

Sexo: Masculino

Cor: Marrom

Cabelos: Loiros

Olhos: Azuis

Acessórios: Espada, Uniforme Militar

Filiação: Lutadores da Liberdade de Knothole / República dos Acorn

Habilidades

Aviação

Técnicas de Espadachim

Descrição: Durante as primeiras temporadas é um personagem que só aparece praticamente pra fazer gracinhas, mas quando resolve seus problemas pessoais, passa a ser um dos comandantes de batalha do reino. Tem interesse amoroso pela princesa, mas deixa de lado quando começa a conhecer melhor Bunnie.

Antes

Depois

Nome: Rotor Walrus

Apelido: Boomer

Nascimento: Ano 3219

Parentes Conhecidos

Sherman Walrus (pai)

Skeeter Walrus (irmão)

Espécie: Morsa Mobiano

Sexo: Masculino

Cor: Lilás

Olhos: Verdes

Acessórios: Boné Amarelo, Cinto de Ferramentas

Filiação: Lutadores da Liberdade de Knothole / República dos Acorn

Habilidades e Super Poderes

Massa Muscular Acima do Normal

Natação

Expert em Engenharia, Mecânica e Tecnologia

Inteligência

Cozinhar

Descrição: Rotor tem a função de inventar máquinas e armas para seus amigos usarem em batalha. Normalmente ele não se envolve diretamente nos conflitos, ficando só no comando estratégico do grupo.

Antes

Depois... Vale destacar que o autor Ken Penders comentou sobre a homosexualidade do personagem após as mudanças na revista

Nome: Amy Rose

Nascimento: Dia 186, ano 3226

Parentes Conhecidos

Rob O’ the Hedge (primo)

Raça: Ouriça Mobiana

Sexo: Feminino

Cor: Rosa

Olhos: Verdes

Acessórios: Saia, vestido, tênis, luvas, pulseiras, bandana, Martelo Piko-Piko

Filiação: Lutadores da Liberdade de Knothole / República dos Acorn

Habilidades

Artes Marciais

Luta com Martelo

Tarô

Descrição:  A fã número um do Sonic, apresentada originalmente no jogo de SEGA CD, e na revista na edição 25. Ela é muito novinha pra lutar ou até mesmo namorar com Sonic com quem sonha noite e dia. Mas depois que ela descobre uma RING Mágica faz um pedido para envelhecer 5 anos, passando a fazer parte do grupo dos Freedom Fighters. A Amy crescida é especialista na luta com martelo, e diferente da versão do videogame, é uma lutadora muito forte.

Antes, estilo SEGA CD

Atualmente uma das guerreiras mais fortes do grupo

Nome: Knuckles da Casa dos Edmund

Nascimento: Dia 251, ano 3220

Parentes Conhecidos

Athair (tataravô)

Crystal-La (Tataravó)

Sabre (avô)

Jenna-Lu (avó)

Locke (pai)

Lara-Le (mãe)

Knecapeon Mace (meio irmão)

Título: Guardião, Avatar

Espécie: Equidna Mobiano

Cor: Vermelha

Olhos: Lilás

Acessórios: Tênis Resistentes, Luvas com Garras

Filiação: Irmandade dos Guardiões / Chaotix

Habilidades e Super Poderes

Alpinismo

Grande Força Física

Controle do Caos (Níveis Hyper e Chaos)

Descrição: Knuckles talvez seja o personagem que mais se aproxima da versão original, ele é esquentado e tem na proteção da Ilha Flutuante e das esmeraldas sua razão de viver. Durante muitas edições ele não consegue manter amizade com Sonic, entrando diversas vezes em combate físico contra ele. Mas a maior diferença em Knuckles está no seu background, ele foi preparado pra ser guardião pelo próprio pai Locke e tem como guia a formiga de fogo Arquimedes. Inicialmente tido como o último dos equidinas, uma série de eventos dimensionais faz com que outros de sua raça venham a aparecer.

Antes

Depois (numa grande colisão de poderes)

CONCLUINDO

E no Brasil? Vocês acreditam que essa revista chegou a aparecer por aqui? Sim, mas nós só chegamos a ver a primeira fase, aquela estilo Turma da Mônica, aí talvez a revista nunca tenha funcionado por aqui por conta disso. Na minha opinião, (ignorando a fase “Monica”) essa é a melhor adaptação do ouriço pra outras mídias, provando que o fato de ser diferente do original não significa que não vai funcionar.  Mas fãs do ouriço que se interessaram, animem-se a net está aqui pra isso. Logo trarei uma novidade pra vocês.

Sim... Crossovers são inevitáveis. Sonic e Spawn se conheceram junto com uma penca de personagens da Image Comics

P.S. – Cream não existe nesse universo ;-p





Castlevania – TOP 10

26 03 2010

Empolgado com o meu TOP do Mario vou agora para um TOP dos jogos imperdíveis de Castlevanias.

10 – Castlevania Dawn of Sorrow

Anteriormente no Game Boy Advanced, Aria of Sorrow trouxe uma novidade para a série que é a idéia de Megaman de copiar o ataque do inimigo, mas aplicando isso a todos os inimigos do jogo. Com uma resposta muito boa do público, fazendo o fraco Curse of Darkness (PS2) ficar no vácuo, ganhou uma seqüência tão boa, quanto a original, ou melhor dizendo, superior a original, com melhores músicas, estrutura , variedade de cenários e ainda usava alguns recursos no Nintendo DS que era a grande de novidade. A aventura aqui se passa no Japão e no futuro da série, continuando com Soma Cruz, a reincarnação do Drácula, tentando evitar de despertar seu lado maligno. Ao seu lado a quase namorada sacerdotiza  Mina; Yoko descendente das magas da família Belnades (Fernandez);  Julius Belmont, o homem do chicote da vez; e Arikado, o disfarce oriental de Alucard. Destaque para o Julius Mode onde é possível jogar com três personagens ao mesmo tempo.

09 – Castlevania Adventure Rebirth

Os 3 jogos de Game Boy 8 bits de Castlevania nunca foram os mais atraentes da série, mas isso se deve ao primeiro e ao terceiro, pois o segundo é um jogo muito legal que merece ser terminado. Aproveitando aonda de jogos retro que invadiu o Wii Ware, Koji IGArashi resolveu matar dois coelhos com uma cajadada: fazer de Castlevania Adventure 1 um jogo que mereça ser jogado, e revisitar a fórmula clássica da série, criando um desafio similar ao primeiro Castlevania. E foi isso que nasceu um jogo recente, centralizado apenas no que mais importa: vencer um altíssimo desafio num jogo de ação. Mesmo usando elementos do Adventure, a jogabilidade e estilo vem toda dos jogos de Nes, mas sem aquele pulinho travado(mas este pode ser liberado). Interessante nos efeitos sonoros são uma grande mistura, com sons de Nes, Mega e Synphony of the Night. Christopher Belmont deve invadadir Castlevania e passar por 6 áreas, divididas em vários blocos e guardadas por 9 chefes, incluindo o Drácula.

08 – Castlevania Synphony of the Night

Originalmente lançado nos dois sistemas 32 bits, SON trouxe para a série algo que até antes só Metroid tinha conseguido implacar com sucesso absoluto: um jogo sobre uma fase gigantesca de labirinto. A trilha sonora de Michiru Yamane, aqui brilha mais do que nunca, com certeza está entre as 3 melhores da série. Alguns devem perguntar porque eu não acho o Castlevania mais pop o melhor, então vou dizer porque aqui nem tudo são flores: o desafio, antes considerado uma obrigação de Castlevania, caiu muito e este é também o mais fácil dos jogos da série, e a idéia de passar o jogo inteiro de ponta cabeça, deixa tudo mal estruturado, parece mais um idéia para esticar o jogo. A trama é uma continuação direta de Rondo of Blood do PC Engine, e fala sobre a rápida volta do castelo do Drácula após a derrota do mesmo nos eventos do jogo anterior. Para completar os heróis anteriores Richter Belmont e Maria estão pelo castelo, mas Richter desapareceu. Alucard então acorda de seu sono e resolv por um fim a essa nova ameaça.

07 – Castlevania Lamment of Innocence

Medusa Head gigante vinda do Castlevania 1

Todos nós já percebemos que transformar 2d em 3d, mantendo a mesma qualidade e popularidade do 2d é uma tarefa quase impossível, apenas Super Mario e Metal Gear conseguiram tal feito. Mesmo não sendo o mais popular dos jogos da série acho que LOI é um grande jogo e o único dos 3 jogos em 3d que conseguiu ficar com a cara de Castlevania, e criou o melhor roteiro da série até hoje. Com a jogabilidade tentando seguir a linha de Devil May Cry, mas adaptadno tudo ao chicote, Lamment também é um raro jogo em 3d cheio de passagens secretas e ótimos cenários, especialmente vendo a época que foi lançado, pois nem Curse of Darkness conseguiu ter cenários tão legais. A trama dessa vez conta o primeiro episódio da série, antes dos Belmont se tornarem matadores de vampiros, houve uma batalha por motivos pessoais entre Leon Belmont e o antigo vampiro Walter. Mas as origens do atual Drácula são ainda mais surpreendentes, e isso você deve descobrir jogando.

06 – Castlevania Bloodlines

O único Castlevania que foi exclusivo para um console da SEGA, tirava a trama da era medieval pela primeira vez, se passando um pouco antes da segunda guerra mundial. Sem sinal da família Belmont, o chicote acabou parando na mão do americano Jonh Morris, que parte na caça de vampiros com seu amigo Eric Lecard, dono de uma técnica especial com uma lança gigante. O jogo não tem trouxe grandes novidades para a série, além de cada fase ter chefes e subchefes, mas há algo diferente na ambientação:  ao invés de ficar o tempo inteiro em Castlevania, Bloodlines leva o jogador a rodar vários países da Europa, que foi inteira dominada pelas forças do mal. Esse episódio também foi o primeiro a trazer para série a compositora Michiru Yamane, que substituíu a banda Kuheiha Club, mantendo a trilha no mesmo nível.

05 – Castlevania

O primeiro Castlevania é sinônimo de desafio. Mas se você olhar pra produção vai ver que significa muito mais coisas: criar uma produção com uma trilha sonora tão envolvente, cenários variados (pra época) em 1986 foi algo mais do que complicado. As 6 fases podem não ser tão longas, mas devido ao alto desafio, o jogador muitas vezes vai ser obrigado a tentar criar a melhor estrátegia para não morrer em determinados momentos. O personagem, acabou sendo o que mais foi usado em jogos da série até hoje, Simon Belmont, um dos personagens mais lendários dos video-games. Raramente a trama das produções da época eram detalhadas e Castlevania1 conta muitos detalhes sobre Simon e a situação do mundo naquele momento, mas tudo que se sabe é que os membros da família Belmont devem matar o Drácula toda vez que retorna a vida, e agora é a vez de Simon invadir Castlevania. Ao final ele recebe uma maldição que só será quebrada na sequência, Simon’s Quest, o segundo da série lançado um ano depois.

04 – Super Castlevania 4

O quarto jogo na quarta posição ;op. Assim como Adventure Rebirth, na teoria é um remake, na pratica é um jogo totalmente novo. O quarto Castlevania recria a primeira aventura de Simon Belmont, mas num jogo mais longo, com muitos mais cenários e uma trilha sonora totalmente nova e ainda mais marcante. O que mais chama atenção neste game é o trabalho com a jogabilidade, embora muitas vezes não faça muito sentido, como pular esubir as escadas no meio do pulo, nunca fora tão leve. O pulinho travado aqui se foi também, e o chicote ganhou tantas maneiras de ser usado que parece mais um extensão do braço de Simon do que uma arma. Estranhamente os jogos seguintes(Bloodlines e Rondo of Blood) ignoraram essas mudanças e seguiram mais a linhas do Nes.  A história de Simon ainda ganharia uma terceira versão para computadores(convertido depois para Play Station 1), Castlevania Chronicles, mas este é bem mais parecido com o Castlevania 1.

03 – Castlevania Order of Ecclesia

Por este TOP, vocês provavelmente já perceberam que eu prefiro a série seguindo sua linha original, mais ação e menos Metroid. Porém Ecclesia é o único Metroidvania que considero do mesmo nível do estilo tradicional da série. Ecclesia trás elementos dos jogos modernos: labirintos, cutscenes, level up e vários equipamentos, mas também vários elementos das raízes como fases 100% de ação(só seguindo em frente), itens escondidos que aparecem ao se abaixar e principalmente: é o único jogo moderno com dificuldade semelhante aos jogos do Nes. Há novidades também no estilo como um mapa mundi estilo RPG antes de invadir o castelo(a 1ª metade é toda fora dele), e excluindo o Drácula e a morte, todos os chefes são novos também. Devo destacar que o characterdesing do artista Masaki também é o melhor que já vi na série até hoje, além de seguir um traço japonês mais realista, consegue ser gótico, e sem afeminar os personagens masculinos como o traço de Ayame Kojima.

Como não amar esta garota?

A personagem é a maga Shanoa, e isso causa uso de MP para praticamente tudo.  Com a ausência dos Belmont ela está sendo treinada para acabar ocm as forças do mal dominando o poder oculto conhecido por Dominus. Mas o centro dessa história ainda está cheio de reviravoltas que só jogando para ver.

02 – Castlevania Rondo of Blood

Apesar de lançado em 1993, era pouco conhecido do grande público até antes de 2007 quando foi ganhou sua primeira versão americana no remake para PSP, e a duas semanas atrás foi portado para Nintendo Wii. Rondo of Blood segue o estilo tradicional, mas parece um ponto de encontro com a fase moderna da série. Aqui encontramos elementos de Castlevania 3:  personagens selecionáveis(mas só 2 aqui) e caminhos que se dividem e podem levar a novas fases. Mas aqui a divisão acontece escondida dentro das fases ao invés do final. Rondo também deu destaque as tradicionais sub-armas, fazendo com que cada uma tenho um super poder oculto como a chuva de água-benta ou a metralhadora de punhais. Foi o último trabalho da Kuheiha Club na série também. A trama sobre  Richter Belmontque teve sua cidade atacada pelas hordas do Drácula antes que ele pudesse lutar com o demônio. Agora diversas garotas foram sequestradas para que sirvam de sacrifício ou simplemente como escravas. Este jogo mostrou também Carmilla, a vampira como chefe de uma das fases.

01 – Castlevania 3 Dracula’s Curse


É isso, pessoal, eu ainda acho que o auge foi a trilogia do Nes. Lançado no finalzinho dos anos 80 no Japão (22/12/89), e em Setembro de 1990 nos Estados Unidos, o jogo pegou o estilo do Castlevania 1 e melhorou, colocando uma trama mais profunda, relação entre personagens, diversas fases, e opções de rumos a se tomar. Para se jogar todas as fases é preciso terminar no mínimo 4 vezes. A trilha sonora é magnífica também, a melhor do Kuheiha Club na série, que merece um álbum inteiro orquestrado.

Os 4 heróis e o castelo

A história dos 4 heróis Trevor Belmont, o herói que volta para salvar o mundo da maldição do Drácula, após ter visto sua família ser expulsa da região de Warakiya; Syfa Belnades uma poderosa feiticeira caçadora de vampiros que acaba sendo petrificada(cabe a você salvá-la ou não) e pode acabar formando um par romantico com Trevor(ou não); Grant Danasty – o pirata que teve a família morta pelo Drácula e foi transformado em Fleaman; Alucard – O filho do vampiro que se rebela contra seu pai devido uma promessa feita no leito de morte da sua mãe. O mais memorável dos títulos viria a ganhar um filme de animação (3d),  mas o projeto está engavetado. Resta aguardar, e ver se o IGA pode fazer alguma coisa.

Arte conceitual do filme com Trevor e Syfa. Será que um dia sai do papel?





Lançamentos da Semana Passada

22 03 2010

Cara que semana boa essa que passou.

Além do aguardado God of War III no PS3, que até agora só pude observar na casa de um amigo e pelas divulgações antes da hora do youtube ; p

Essa semana tivemos o lançamento da Platinum Games (criadores de Bayonetta, Mad World, Okami) Infinite Space para Nintendo DS. O jogo foi vendido como RPG, mas na verdade é um simulador de naves. Na verdade você comanda o capitão que deve dar ordens a seu esquadrão de naves. Quem espera um jogo de ação aqui não é esse o jogo, mas quem ama Space Opera e sempre quis bancar de Capitão Kirk vocêachou seu jogo.

Wario Ware é uma série já conhecida do público e ganhou uma nova versão que te dá liberdade de criar seus jogos. Muito bom como sempre.

Ainda foi lançado um RPG altamente poetico e com uma trilha sonora grandiosa, que já indico como uma das melhores do ano, Fragile Dreams.

A sequência de Red Stell também chegou:

E pra completar, um retrozinho pra vocês, saiu hoje mesmo depois de muito atraso:





Super Mario – TOP 10

19 03 2010

Aproveitando que já passaram 3 meses de New Super Mario Bros. Wii (mesmo ele ainda continuando entre os 3 jogos mais vendidos do Japão), resolvi fazer aqui meu TOP pessoal dos 10 melhores jogos de PLATAFORMA do encanador, aproveitando também para dizer para quem mora ou está passando por São Paulo, (que não é o meu caso ;- (  ) que Charles Martinet, o dublador oficial do Mario virá como convidado especial no evento Gameworld, que ocorrerá nos dias 30 e 31 desse mês no  Centro de Convenções – Frei Caneca – Shopping Frei Caneca – Rua Frei Caneca 589. Mais informações: http://www.gameworld.com.br/

E agora…

Super Mario TOP 10

10 –  Super Mario Bros. 2

Blobber fora da água

Super Mario Bros. 2, é mais um pacote de expansão do Super Mario Bros. original. Movido a muitas drogas ou seja lá o que for que deixou Shigeru Miyamoto completamente louco enquanto planejava esta versão. O japa devia estar cheio de sake quando resolveu botar blobber fora d’água, algumas estruturas completamente inesperadas e pés-de-feijão que você quase não consegue encontrar. O que esse jogo trás de mais interessante é o desafio, que apesar do continue infinito é capaz de enlouquecer qualquer jogador. Nunca um jogo de Super Mario conseguiu sequer chegar perto do desafio desta versão.

09 –  Super Mario 64

Convenhamos que Super Mario 64 tem lá seus problemas, os controles são pesados e as vezes fica difícil calcular o pulo, e principalmente controlar o personagem quando se tem poucas oportunidades de voar. Repetir várias vezes a mesma fase pode ser cansativo também, apesar de algumas fases muito legais como aquela segunda do gelo.  Certo que parte dos problemas foram solucionados com a conversão para DS, além da melhoria gráfica, mas o grande mérito dessa versão foi ter criado um mundo 3D de plataforma que serviu como base para tantos outros que inovaram e outros que simplemente imitaram. Este também marcou a estréia de Charles Martinet como a voz de Super Mario.

08 –  Super Mario Land 2

A primeira tentativa de adaptação de Super Mario no Game Boy preto e branco, apesar de muita gente lembrar, não saiu bem como o esperado, sendo uma versão mais simples que o Super Mario Bros. original. Explorando melhor as capacidades da maquininha Mario Land sofreu uma grande repaginada, criando um jogo um tanto diferente, mas com influências de Super Mario World e Super Mario Bros. 3. O resultado foi um jogo que foge dos padrões habituais dos ambientes de Mario, e ao mesmo tempo trás lembranças dos jogos já consagrados como o pulo girando e os poderes especiais do encanador. O jogo também trouxe um novo vilão que foi aprovado pelo público e acabou virando um anti-herói, Wario veio pra acabar com o aspecto 100% bonzinho do universo de Super Mario.

07 – Super Mario USA

Super Mario USA virou Super Mario Bros. 2 nos Estado Unidos. Não é um típico jogo de Mario, na verdade nem era um jogo do Mario. Movimentos típicos como o pulo na cabeça dos inimigos para derrotá-los não estão inclusos aqui. Ao invés disso, pode-se agarrar itens e vegetais para serem usados de armas. Nenhum inimigo do jogo anterior também está presente aqui. Algumas adaptações foram feitas para se manter alguma semelhança com  a série como o tema de Super Mario 1, cogumelos de itens e a estrela. Apesar de não ser Mario o jogo tem fases divertidas e bem trabalhadas, com ambientes variados. Também colocaram a possibilidade de se escolher entre 4 personagens, inclusive a princesa provou ser também uma boa heroína. Luigi aqui ganhou sua aparência diferenciada do irmão, seguindo com esta aparência até os dias de hoje.

06 –  Super Mario Bros.

Esse dispensa apresentações, talvez seja o jogo mais importante de todos os tempos. Super Mario Bros. salvou o mercado de consoles da falência, definiu os rumos que os jogos deveriam seguir, criou regras do estilo de jogo plataforma iniciado com Pitfall, e fez o mundo ficar ligado em como o Japão iria seguir como mercado principal dos games. A busca pela princesa pelos 8 mundos do fantasioso reino dos cogumelos fez tanta gente ficar ligado que Super Mario se tornou uma máquina de dinheiro ainda mais rápido que Mickey Mouse, chegando a passar a popularidade do personagem. E o melhor de tudo, o jogo continua divertido até os dias de hoje, e olha que já se passaram 25 anos.

05 –  New Super Mario Bros. DS

New Super Mario Bros. DS teve o desafio de provar que a teoria de Shigeru Miyamoto, de que novos jogadores podem gostar de Super Mario a moda antiga tanto quanto os mais velhos. Foi criado um jogo inspirado no original, mas com mundos temáticos e novos chefes, além da presença de Bowser Jr., personagem apresentado em Super Mario Sunshine. Este está entre os mais vendidos e melhores jogos do portátil, mas mesmo conseguindo atingir seus objetivos, Shigeru Miyamoto não estava totalmente satisfeito com a produção. Segundo ele, pegaram leve no desafio para não assustar os mais novos, e depois ele reparou que isso não seria necessário. O erro foi corrigido pouco tempo depois no Nintendo Wii.

04 –  Super Mario World

Talvez o jogo mais anciosamente esperado pelos fãs de Super Mario, vindo na empolgação do sucesso de Super Mario Bros. 3.  Chamado inicialmente de Super Mario Bros. 4, além de apresentar gráficos muito coloridos, aproveitando o potencial do Super Nes, o mais novo console da época, Mario World fez Mario aprender novos movimentos como o giro que quebra blocos e principalmente trouxe Yoshi, um dos personagens mais queridos da série. O desafio era rodar o mundo destruindo os Koopalings para no fim salvar a princesa do Rei Koopa, ou “Bowser”.

03 –  New Super Mario Bros. Wii

A continuação de Super Mario Bros. mais próxima dos jogos originais foi esta. New Super Mario Bros Wii conseguiu realizar uma grande vontade de Miyamoto, a aventura com suporte a 2, 3 ou até 4 jogadores simultâneos, dentro de um jogo no estilo original do encanador. Além das roupas que dão poderes a Mario, estão de volta aqui os mundos temáticos clássicos, o Yoshi a moda antiga e os Koopalings que andavam esquecidos, salvo a participação da última dungeon de Mario e Luigi Super Star Saga. Também é legal ver que há elementos de todos os jogos como por exemplo o swich palace de Mario World e até os itens que podem ser jogados de Mario USA como o POW. Um bom destaque desta versão também é o desafio, apesar de que há muitas vidas no jogo, existem fases que podem fazer jogadores menos acostumados ao estilo clássico perderem a paciência.

02 – Super Mario Galaxy

Se existe um jogo nascido em 2d, que conseguiu manter a mesma qualidade em 3d este é o único. Super Mario Galaxy trouxe TUDO que tinha de mais importante em Super Mario Bros. 3 e adaptou ao 3d:  Gráficos que exploram bem os recursos do sistema, jogabilidade leve e fácil de controlar, fases com temas variados(até mais que o Mario 3), poderes variados, além dos ângulos mais loucos já captados num jogo de plataforma desde Nights, e a possibilidade de voar, apesar de não ser tão constante como nos jogos 2d. Galaxy tem também a melhor trilha sonora da série e outra boa vantagem desse jogo em relação aos anteriores em 3d é que as fases não cansam com o tempo, apesar de você voltar no mesmo local, novas rotas vão se abrindo, fazendo praticamente delas fases diferentes umas das outras. Pela primeira vez uma série consegue colocar em harmonia sua versão 2d e 3d, e claro que tal feito só podia ter vindo com a série que ensinou a fazer jogos de plataforma. O que falta agora? Explorar mais a possibilidade de voar em 3d, será que veremos isso na sequência ou num próximo console? O certo é que Yoshi vai retornar .

01-  Super Mario Bros. 3

20 anos depois, Super Mario Bros. 3 ainda impressiona. Foi o jogo de download mais vendido do ano passado no Wii. Porque Super Mario Bros. 3 é insuperável? Além da questão do 2d ser algo melhor de trabalhar que o 3d, a inspiração das fases, da quantidade de poderes, e o número de segredos que existem nas fases do jogo(provavelmente ainda tem algumas passagens que você não encontrou) fazem as outras versões manterem uma grande distância desta. Para um jogo de Nes, trazer a variedade de ambientes durante os 8 mundos é algo impressioante. Os Koopalings estreiaram nesta versão junto com seus terríveis airships. Se quiserem algo contra aqui vai: evite a versão de GBA, foi facilitada ficando um tanto retardada. O melhor é jogar no original pra saber porque o jogo impressiona tanto para os padrões da época, e pra quem achar muito longo pra jogar de uma vez(sem warps seu folgado), use o Virtual Console para usar o suspend play.

Observações: Se estiverem curiosos em saber porque eu não coloquei Yoshi Island e Super Mario Sunshine neste TOP, o primeiro eu não considero um jogo de Super Mario apesar da presença do mesmo, vejo como a série do Yoshi (Yoshi Story, Yoshi Island DS). Sunshine, apesar da melhora na jogabilidade em relação a Mario 64, e da voz da Peach ser linda de morrer, acho um jogo muito limitado para os padrões de Mario, e algumas vezes com idéias sem graça. Satisfeitos?





Hasbro Family Game Night – O de verdade é mais legal

18 02 2010

Título: Hasbro Family Game Night
Sistema: Nintendo DS
Em: 2009
by EA & Hasbro

A EA tentou chamar o publico oitentista, criando um simulador de joguinhos antigos da Hasbro. No primeiro momento bate aquela nostalgia com o Potato Head, Operation, Connect 4, mas com o tempo fica a impressão que esses jogos eram legais porque não eram eletrônicos, especialmente o Operation.
Outro agravante é que são apenas 4 jogos. Joguei por 30 minutos e enjoei. A trilha sonora lembra programas de TV americanos do tipo game show.
Aqui vai uma breve apresentação dos jogos:
Battleship – Jogo clichê de muitas gerações. Esconda seus navios de guerra num tabuleiro formado por quadrados, enquanto o inimigo esconde os dele em outro tabuleiro. Depois comecem a tentar adivinhar em que quadrados estão os navios, onde serão bombardeados. Quem acabar com os navios inimigos primeiro vence.

Atente para as diagonais, são as melhores armas e as maiores armadilhas desse jogo

Connect 4 – Deve-se formar empilhar moedas no tabuleiro, formando uma linha de 4 moedas em qualquer direção antes que seu openente o faça. O desafio aqui é fazer jogadas que sejam ofensivas e defensivas ao mesmo tempo.
Bob it – Nunca deviam ter adaptado essa porcaria. A maquininha vai tocar uma música e vc deve apertar o botão no meio dela seguindo o ritmo das batidas…
Operation – Esse jogo foi o que mais mudou, e devo dizer que é bem mais interessante de verdade. O BEIÇOLA da Grande Família virou um paciente completamente imbecil engoliu porcarias, cabe a você retirar tudo de dentro dele sem prejudicar os órgãos vitais, ou seja, não toque em nada além do lixo que o pobre Beiçola engoliu. Até um filhote de cachorro esse cara comeu, no bom sentido é claro.

Original

Adaptação do Game

Engoliu um celular

Bem, quem sentir vontade de relembrar os clássicos da Hasbro até vale uma jogada, mas quem puder ir numa loja de velharias ou mesmo no ebay é muito mais interessante.




DS Numbers! O maior pequeno hardware de todos os tempos.

31 01 2010

Podem aplaudir meus amigos não é pra qualquer um.  A família NDS acaba de se tornar o hardware mais vendido de todos os tempos com mais de 125.13 milhões de unidades vendidas e claro, os números continuam crescendo. Sabem o que é vender mais que a família Game Boy, mais que Play Station 2, mais que NES?! É muita coisa!

Só por curiosidade, o Wii também ultrapassou o recorde do meu console favorito NES, com mais de 67.45 milhões de unidades vendidas.  Pra quem já viveu essa época de glória da Nintendo no passado, especialmente do 8bits,  e teve que se dedicar a outras produtoras  pra não amargar o  insoso 64 e o morno Game Cube… É como um Dejavu





Platinum Games (Clover Studio) – Outra grande empresa atual

21 01 2010

O estúdio Clover foi fundado em 2004 pela Capcom japonesa e foi responsável por alguns dos jogos mais legais vistos recentemente. A empresa tinha nomes de peso como Shinji Mikami(criador de Resident Evil e Devil May Cry) e Atsushi Inaba.

A estréia deles foi no Game Cube com Viewtiful Joe, jogo que algum tempo depois foi convertido para Play Station 2 e ganhou uma continuação para os dois consoles.

Joe além de ser um tipo de paródia de heróis japoneses, trouxe de volta a essência de bater em tudo que se meche.

No ano de 2006, eles trouxeram para o Play Station 2 duas formas de arte, a arte da mitologia japonesa, e a arte de dar porrada e estraçalhar seus inimigos. Estou falando de um dos melhores e mais criativos jogos da década, Okami (que pouco depois foi convertido para Nintendo Wii) e God Hand, um jogo inspirado por Hokuto no Ken e vários Beat’n’Up dos anos 80 e 90.

A versão americana do videogame dito "adulto" (PS2) foi totalmente censurada

Apesar dos ótimos jogos, a Capcom resolveu dar uma de viúva negra e acabar com o Clover ainda em 2006, e safada como é ficou com as licenças de Okami, Joe e God Hand.

Símbolos da Clover Studio

Mas no ano seguinte, eles ressurgiram das cinzas como Platinum Games, dessa vez trabalhando para SEGA, e na minha opnião está fazendo a SEGA voltar aos bons tempos.

A Platinum começou colocando no mercado o que eu vejo como a evolução do GOD HAND, o título para Nintendo Wii, Mad World. Diferente da versão americana do God Hand, Mad World veio sangrento, trash e cruel como deve ser, e no lugar de Hokuto, a inspiração deles foi Frank Miller.

Logo depois vieram um título para Nintendo DS e outro para 360/PS3.

O NDS recebeu um ótimo RPG futurista chamado Infinity Space que vai ganhar versão americana em Março e ao que parece já estão trabalhando num segundo episódio.

Já os videogames em HD já receberam aquele que é o melhor jogo de ação em 3d que eu já joguei – Bayonetta. A jogabilidade de Bayonetta é tão boa que faz com que jogos como Devil May Cry pareçam totalmente ultrapassados.

Logo mais conheceremos um novo título da Platinum Games, e também está sendo especulado uma continuação para Mad World. O certo é que com certeza teremos ótimos jogos vindos deles.