Minhas Trilha Sonoras Favoritas – Parte 2

6 08 2010

Seguindo agora para a geração 16 bits e o Game Boy Advanced(que é parecido com 16 bits ; p)

MEGA DRIVE

É difícil deixar trilhas sonoras como Castlevania Blodlines, Shinobi, Streets of Rage 1, Golden Axe e os dois primeiros Sonics de fora, mas enfim, estas são as que mais me marcaram

Thunder Force 3, escilamente a música da fase mostrada na foto acima foi uma das músicas que me perseguiam nas madrugadas, uma das músicas chicletes mais marcantes dos 16 bits.

Se tem alguém que abusou do velho som de Mega Drive foi o grande Yuzo Koshiro com sua trilha sonora eletrônica em Streets of Rage. O segundo pra mim foi mais marcante, apesar do primeiro ter sido a “revolução”.

Quem achava que Sonic ia ficar fora da minha lista? Esta fusão dos dois episódios de Sonic 3 é tão marcante por juntar diversos compositores, que incluem Bobby Brooks, Brad Buxer, Darryl Ross, Doug Grigsby, Geoff Grace, Jun Senoue, Tatsuyuki Maeda, Tomonori Sawada e… Michael Jackson!

SUPER NINTENDO

Apesar de diversas trilhas ótimas, o caminho no Snes foi bem mais fácil pra mim do que no Mega Drive.Vejam se concordam:

Melhor trabalho solo de Nobuo Uematsu, ou melhor trabalho solo de Nobuo Uematsu? Pra mim esse foi também o último grande Final Fantasy, já que não sou grande fã do pop FF7. Dizem que ele retornará no 3ds, será?

Eu acho os compositores orientais EXTREMAMENTE superiores aos ocidentais, mas há dois caras que eu abro uma excessão e uma deles é David Wise. Wise fez um trabalho digno dos grandes nomes do Japão, e melhor do que alguns até, especialmente neste segundo Donkey Kong Country.

O RPG favorito da era de 16bits também deve parte de seu sucesso a fantástica trilha sonora da parceria Nobuo Uematsu e Yasunori Mitsuda. O jogo dispensa apresentações pode ser jogados bilhões de vezes que não enjoa.

GAME BOY ADVANCED

Não sou um grande fã das trilhas sonoras do GBA, mas vá lá, tem alguns bons destaques

As fases podem não ser tão inspiradas como no Mega Drive, mas achei bastante interessante a primeira versão do Sonic Advanced. As posteriores não conseguiram seguir no mesmo nível, tornando a ficar legal só no sucessor SONIC RUSH para DS.

Castlevania fez um bom trabalho no GBA mas a trilha sonora ainda estava devendo. Circle of the Moon só fez reprisar composições do passado, Harmony ficou muito inferior a tradição da série. Aria veio para corrigir esse defeito, e ainda veio como um jogo melhor trabalhado que os anteriore. Só faltou um pouco mais da dificuldade!

Acho o trabalho de Yoko Shimomura em Mario & Luigi Super Star Saga muito melhor que do Kingdom Hearts original(mas não melhor que o do 2 ;p). Quando comecei a jogar não esperava algo tão marcante mas quebrei a cara. Talvez a melhor trilha sonora no GBA.





Dr. Franken – Doutô Francisco, mas chame de Chico

11 04 2010

Título: The Adventures of Dr. Franken
Responsável pela obra: Motivetime LTD (AHM?!) e publicado por DTMC (QUEEE?!)
No: Super Nintendo
No ano de: 1993

Mapa desta bagaça

Puta merda, esse joguinho viu… Vô te contar, as vezes eu fico com vergonha de dizer que gosto de ficar horas jogando video-game quando aparece uma obra retardada como esta. Deixa eu ver quem produziu tamanho escremento…  Motivetime LTD… Belo nome, se algum dos leitores tiver notícia de onde surgiram esses debilóides fazer avisar.

Qualé a desse Doutô Francisco? Apesar do jogo ser de 1993, os caras não se deram nem ao trabalho de colocar alguma coisa que faça você entender sentido do jogo, tipo uma cutscene contando o roteiro, ou mesmo um pequeno texto introdutório seria aceitável. Não vendo sentido nenhum no jogo, me dei a liberade de adaptar um roteiro que combine com a existência pútrida deste jogo:

Dando HORYUKI

 

Roteiro: Era uma vez, um pivete nerd lammer chamado Reirom. Reirom sempre teve inveja dos seus colegas por eles sempre comprarem os videogames atuais e ele só conseguir jogar nas locadoras, como a Locadora do Dedé. Mesmo assim, Reirom nunca foi um bom jogador e sempre era humilhado pelos seus companheiros de jogos. “VINGANÇA” ele prometeu, após ser derrotado pela 1.000ª vez no jogo Frostbite do Atari 2600, pouco tempo depois de não ter conseguido sair da esgunda fase de Megamania.

Assim surgiu Dr. Reirom

“ESSES JOGADORES DE LOCADORA PEGAM MUITO PESADO COMIGO! EU SEI ELES USAM CHEATS PRA PASSAR 10 FASES HUMANAMENTES IMPOSSIVEIS! MAS NUNCA MAIS DEIXAREI ISSO OCORRER EU JURO” E REIROM passou a não mais jogar em locadoras para economizar dinheiro para montar um império científico. 20 anos mais tarde, o antes menino REIROM surgiria como cientista para concluir seu maléfico plano: “DR. REIROM RENASCEU DAS CINZAS AMIGO! CRIEI A CRIATURA RADICAL MÓR! ELE ESTÁVIVOESTAVIVO!!! VÁ FRANCISCO E ESPALHE O NOME DE REIROM PELAS LOCADORAS” E assim começa a aventura.

RADICAL CARA!

O jogo: No papel de uma tentativa frustrada de fazer um Frankstein teen radical, você deve cruzar as fases meio labirinto em busca da saída antes que o tempo sem nenhum bom motivo acabe. Os inmigos são tão retardados quanto o seu Frank, e a maioria morre com um golpe apenas. O Francisco pode chutar, dar voadoras e fazer uma imitação de Guile do Street Fighter(Flash Kick). Há ainda dois golpes especiais no L e R. Um solta um tiro limitadíssimo que paralisa os inimigos(inútil) e o outro solta um raio que tira seu HP. Por ser uma obra de REIROM, o personagem é estúpido e cheio de animações tão estúpidas quanto.

Imitando o Guile

Aliás os gráficos do jogo em si são estúpidos, com sprites grandes e cenários visualmente confusos. O soundtrack combina com a atmosfera retardada do jogo, só faltou o LOROM do Megaman vs Reirom.

Concluindo: Vocês tem que jogar essa porcaria… pra saber o quanto é ruim! Sério, cada inimigo novo que aparecia eu tinha vontade de por um screenshot aqui pra vocês verem o nível da coisa, é um pior que o outro. Mas tinha um que eu não podia deixar passar observem a foto abaixo e me digam o que acham:

Esse cretino tem um balão enfiado no rabo!

Melhor foi o meu primo que quando chegou na segunda fase ARRANCOU SEM DESLIGAR o cartucho do videogame e atirou contra a parede!





Castlevania – TOP 10

26 03 2010

Empolgado com o meu TOP do Mario vou agora para um TOP dos jogos imperdíveis de Castlevanias.

10 – Castlevania Dawn of Sorrow

Anteriormente no Game Boy Advanced, Aria of Sorrow trouxe uma novidade para a série que é a idéia de Megaman de copiar o ataque do inimigo, mas aplicando isso a todos os inimigos do jogo. Com uma resposta muito boa do público, fazendo o fraco Curse of Darkness (PS2) ficar no vácuo, ganhou uma seqüência tão boa, quanto a original, ou melhor dizendo, superior a original, com melhores músicas, estrutura , variedade de cenários e ainda usava alguns recursos no Nintendo DS que era a grande de novidade. A aventura aqui se passa no Japão e no futuro da série, continuando com Soma Cruz, a reincarnação do Drácula, tentando evitar de despertar seu lado maligno. Ao seu lado a quase namorada sacerdotiza  Mina; Yoko descendente das magas da família Belnades (Fernandez);  Julius Belmont, o homem do chicote da vez; e Arikado, o disfarce oriental de Alucard. Destaque para o Julius Mode onde é possível jogar com três personagens ao mesmo tempo.

09 – Castlevania Adventure Rebirth

Os 3 jogos de Game Boy 8 bits de Castlevania nunca foram os mais atraentes da série, mas isso se deve ao primeiro e ao terceiro, pois o segundo é um jogo muito legal que merece ser terminado. Aproveitando aonda de jogos retro que invadiu o Wii Ware, Koji IGArashi resolveu matar dois coelhos com uma cajadada: fazer de Castlevania Adventure 1 um jogo que mereça ser jogado, e revisitar a fórmula clássica da série, criando um desafio similar ao primeiro Castlevania. E foi isso que nasceu um jogo recente, centralizado apenas no que mais importa: vencer um altíssimo desafio num jogo de ação. Mesmo usando elementos do Adventure, a jogabilidade e estilo vem toda dos jogos de Nes, mas sem aquele pulinho travado(mas este pode ser liberado). Interessante nos efeitos sonoros são uma grande mistura, com sons de Nes, Mega e Synphony of the Night. Christopher Belmont deve invadadir Castlevania e passar por 6 áreas, divididas em vários blocos e guardadas por 9 chefes, incluindo o Drácula.

08 – Castlevania Synphony of the Night

Originalmente lançado nos dois sistemas 32 bits, SON trouxe para a série algo que até antes só Metroid tinha conseguido implacar com sucesso absoluto: um jogo sobre uma fase gigantesca de labirinto. A trilha sonora de Michiru Yamane, aqui brilha mais do que nunca, com certeza está entre as 3 melhores da série. Alguns devem perguntar porque eu não acho o Castlevania mais pop o melhor, então vou dizer porque aqui nem tudo são flores: o desafio, antes considerado uma obrigação de Castlevania, caiu muito e este é também o mais fácil dos jogos da série, e a idéia de passar o jogo inteiro de ponta cabeça, deixa tudo mal estruturado, parece mais um idéia para esticar o jogo. A trama é uma continuação direta de Rondo of Blood do PC Engine, e fala sobre a rápida volta do castelo do Drácula após a derrota do mesmo nos eventos do jogo anterior. Para completar os heróis anteriores Richter Belmont e Maria estão pelo castelo, mas Richter desapareceu. Alucard então acorda de seu sono e resolv por um fim a essa nova ameaça.

07 – Castlevania Lamment of Innocence

Medusa Head gigante vinda do Castlevania 1

Todos nós já percebemos que transformar 2d em 3d, mantendo a mesma qualidade e popularidade do 2d é uma tarefa quase impossível, apenas Super Mario e Metal Gear conseguiram tal feito. Mesmo não sendo o mais popular dos jogos da série acho que LOI é um grande jogo e o único dos 3 jogos em 3d que conseguiu ficar com a cara de Castlevania, e criou o melhor roteiro da série até hoje. Com a jogabilidade tentando seguir a linha de Devil May Cry, mas adaptadno tudo ao chicote, Lamment também é um raro jogo em 3d cheio de passagens secretas e ótimos cenários, especialmente vendo a época que foi lançado, pois nem Curse of Darkness conseguiu ter cenários tão legais. A trama dessa vez conta o primeiro episódio da série, antes dos Belmont se tornarem matadores de vampiros, houve uma batalha por motivos pessoais entre Leon Belmont e o antigo vampiro Walter. Mas as origens do atual Drácula são ainda mais surpreendentes, e isso você deve descobrir jogando.

06 – Castlevania Bloodlines

O único Castlevania que foi exclusivo para um console da SEGA, tirava a trama da era medieval pela primeira vez, se passando um pouco antes da segunda guerra mundial. Sem sinal da família Belmont, o chicote acabou parando na mão do americano Jonh Morris, que parte na caça de vampiros com seu amigo Eric Lecard, dono de uma técnica especial com uma lança gigante. O jogo não tem trouxe grandes novidades para a série, além de cada fase ter chefes e subchefes, mas há algo diferente na ambientação:  ao invés de ficar o tempo inteiro em Castlevania, Bloodlines leva o jogador a rodar vários países da Europa, que foi inteira dominada pelas forças do mal. Esse episódio também foi o primeiro a trazer para série a compositora Michiru Yamane, que substituíu a banda Kuheiha Club, mantendo a trilha no mesmo nível.

05 – Castlevania

O primeiro Castlevania é sinônimo de desafio. Mas se você olhar pra produção vai ver que significa muito mais coisas: criar uma produção com uma trilha sonora tão envolvente, cenários variados (pra época) em 1986 foi algo mais do que complicado. As 6 fases podem não ser tão longas, mas devido ao alto desafio, o jogador muitas vezes vai ser obrigado a tentar criar a melhor estrátegia para não morrer em determinados momentos. O personagem, acabou sendo o que mais foi usado em jogos da série até hoje, Simon Belmont, um dos personagens mais lendários dos video-games. Raramente a trama das produções da época eram detalhadas e Castlevania1 conta muitos detalhes sobre Simon e a situação do mundo naquele momento, mas tudo que se sabe é que os membros da família Belmont devem matar o Drácula toda vez que retorna a vida, e agora é a vez de Simon invadir Castlevania. Ao final ele recebe uma maldição que só será quebrada na sequência, Simon’s Quest, o segundo da série lançado um ano depois.

04 – Super Castlevania 4

O quarto jogo na quarta posição ;op. Assim como Adventure Rebirth, na teoria é um remake, na pratica é um jogo totalmente novo. O quarto Castlevania recria a primeira aventura de Simon Belmont, mas num jogo mais longo, com muitos mais cenários e uma trilha sonora totalmente nova e ainda mais marcante. O que mais chama atenção neste game é o trabalho com a jogabilidade, embora muitas vezes não faça muito sentido, como pular esubir as escadas no meio do pulo, nunca fora tão leve. O pulinho travado aqui se foi também, e o chicote ganhou tantas maneiras de ser usado que parece mais um extensão do braço de Simon do que uma arma. Estranhamente os jogos seguintes(Bloodlines e Rondo of Blood) ignoraram essas mudanças e seguiram mais a linhas do Nes.  A história de Simon ainda ganharia uma terceira versão para computadores(convertido depois para Play Station 1), Castlevania Chronicles, mas este é bem mais parecido com o Castlevania 1.

03 – Castlevania Order of Ecclesia

Por este TOP, vocês provavelmente já perceberam que eu prefiro a série seguindo sua linha original, mais ação e menos Metroid. Porém Ecclesia é o único Metroidvania que considero do mesmo nível do estilo tradicional da série. Ecclesia trás elementos dos jogos modernos: labirintos, cutscenes, level up e vários equipamentos, mas também vários elementos das raízes como fases 100% de ação(só seguindo em frente), itens escondidos que aparecem ao se abaixar e principalmente: é o único jogo moderno com dificuldade semelhante aos jogos do Nes. Há novidades também no estilo como um mapa mundi estilo RPG antes de invadir o castelo(a 1ª metade é toda fora dele), e excluindo o Drácula e a morte, todos os chefes são novos também. Devo destacar que o characterdesing do artista Masaki também é o melhor que já vi na série até hoje, além de seguir um traço japonês mais realista, consegue ser gótico, e sem afeminar os personagens masculinos como o traço de Ayame Kojima.

Como não amar esta garota?

A personagem é a maga Shanoa, e isso causa uso de MP para praticamente tudo.  Com a ausência dos Belmont ela está sendo treinada para acabar ocm as forças do mal dominando o poder oculto conhecido por Dominus. Mas o centro dessa história ainda está cheio de reviravoltas que só jogando para ver.

02 – Castlevania Rondo of Blood

Apesar de lançado em 1993, era pouco conhecido do grande público até antes de 2007 quando foi ganhou sua primeira versão americana no remake para PSP, e a duas semanas atrás foi portado para Nintendo Wii. Rondo of Blood segue o estilo tradicional, mas parece um ponto de encontro com a fase moderna da série. Aqui encontramos elementos de Castlevania 3:  personagens selecionáveis(mas só 2 aqui) e caminhos que se dividem e podem levar a novas fases. Mas aqui a divisão acontece escondida dentro das fases ao invés do final. Rondo também deu destaque as tradicionais sub-armas, fazendo com que cada uma tenho um super poder oculto como a chuva de água-benta ou a metralhadora de punhais. Foi o último trabalho da Kuheiha Club na série também. A trama sobre  Richter Belmontque teve sua cidade atacada pelas hordas do Drácula antes que ele pudesse lutar com o demônio. Agora diversas garotas foram sequestradas para que sirvam de sacrifício ou simplemente como escravas. Este jogo mostrou também Carmilla, a vampira como chefe de uma das fases.

01 – Castlevania 3 Dracula’s Curse


É isso, pessoal, eu ainda acho que o auge foi a trilogia do Nes. Lançado no finalzinho dos anos 80 no Japão (22/12/89), e em Setembro de 1990 nos Estados Unidos, o jogo pegou o estilo do Castlevania 1 e melhorou, colocando uma trama mais profunda, relação entre personagens, diversas fases, e opções de rumos a se tomar. Para se jogar todas as fases é preciso terminar no mínimo 4 vezes. A trilha sonora é magnífica também, a melhor do Kuheiha Club na série, que merece um álbum inteiro orquestrado.

Os 4 heróis e o castelo

A história dos 4 heróis Trevor Belmont, o herói que volta para salvar o mundo da maldição do Drácula, após ter visto sua família ser expulsa da região de Warakiya; Syfa Belnades uma poderosa feiticeira caçadora de vampiros que acaba sendo petrificada(cabe a você salvá-la ou não) e pode acabar formando um par romantico com Trevor(ou não); Grant Danasty – o pirata que teve a família morta pelo Drácula e foi transformado em Fleaman; Alucard – O filho do vampiro que se rebela contra seu pai devido uma promessa feita no leito de morte da sua mãe. O mais memorável dos títulos viria a ganhar um filme de animação (3d),  mas o projeto está engavetado. Resta aguardar, e ver se o IGA pode fazer alguma coisa.

Arte conceitual do filme com Trevor e Syfa. Será que um dia sai do papel?





Super Mario – TOP 10

19 03 2010

Aproveitando que já passaram 3 meses de New Super Mario Bros. Wii (mesmo ele ainda continuando entre os 3 jogos mais vendidos do Japão), resolvi fazer aqui meu TOP pessoal dos 10 melhores jogos de PLATAFORMA do encanador, aproveitando também para dizer para quem mora ou está passando por São Paulo, (que não é o meu caso ;- (  ) que Charles Martinet, o dublador oficial do Mario virá como convidado especial no evento Gameworld, que ocorrerá nos dias 30 e 31 desse mês no  Centro de Convenções – Frei Caneca – Shopping Frei Caneca – Rua Frei Caneca 589. Mais informações: http://www.gameworld.com.br/

E agora…

Super Mario TOP 10

10 –  Super Mario Bros. 2

Blobber fora da água

Super Mario Bros. 2, é mais um pacote de expansão do Super Mario Bros. original. Movido a muitas drogas ou seja lá o que for que deixou Shigeru Miyamoto completamente louco enquanto planejava esta versão. O japa devia estar cheio de sake quando resolveu botar blobber fora d’água, algumas estruturas completamente inesperadas e pés-de-feijão que você quase não consegue encontrar. O que esse jogo trás de mais interessante é o desafio, que apesar do continue infinito é capaz de enlouquecer qualquer jogador. Nunca um jogo de Super Mario conseguiu sequer chegar perto do desafio desta versão.

09 –  Super Mario 64

Convenhamos que Super Mario 64 tem lá seus problemas, os controles são pesados e as vezes fica difícil calcular o pulo, e principalmente controlar o personagem quando se tem poucas oportunidades de voar. Repetir várias vezes a mesma fase pode ser cansativo também, apesar de algumas fases muito legais como aquela segunda do gelo.  Certo que parte dos problemas foram solucionados com a conversão para DS, além da melhoria gráfica, mas o grande mérito dessa versão foi ter criado um mundo 3D de plataforma que serviu como base para tantos outros que inovaram e outros que simplemente imitaram. Este também marcou a estréia de Charles Martinet como a voz de Super Mario.

08 –  Super Mario Land 2

A primeira tentativa de adaptação de Super Mario no Game Boy preto e branco, apesar de muita gente lembrar, não saiu bem como o esperado, sendo uma versão mais simples que o Super Mario Bros. original. Explorando melhor as capacidades da maquininha Mario Land sofreu uma grande repaginada, criando um jogo um tanto diferente, mas com influências de Super Mario World e Super Mario Bros. 3. O resultado foi um jogo que foge dos padrões habituais dos ambientes de Mario, e ao mesmo tempo trás lembranças dos jogos já consagrados como o pulo girando e os poderes especiais do encanador. O jogo também trouxe um novo vilão que foi aprovado pelo público e acabou virando um anti-herói, Wario veio pra acabar com o aspecto 100% bonzinho do universo de Super Mario.

07 – Super Mario USA

Super Mario USA virou Super Mario Bros. 2 nos Estado Unidos. Não é um típico jogo de Mario, na verdade nem era um jogo do Mario. Movimentos típicos como o pulo na cabeça dos inimigos para derrotá-los não estão inclusos aqui. Ao invés disso, pode-se agarrar itens e vegetais para serem usados de armas. Nenhum inimigo do jogo anterior também está presente aqui. Algumas adaptações foram feitas para se manter alguma semelhança com  a série como o tema de Super Mario 1, cogumelos de itens e a estrela. Apesar de não ser Mario o jogo tem fases divertidas e bem trabalhadas, com ambientes variados. Também colocaram a possibilidade de se escolher entre 4 personagens, inclusive a princesa provou ser também uma boa heroína. Luigi aqui ganhou sua aparência diferenciada do irmão, seguindo com esta aparência até os dias de hoje.

06 –  Super Mario Bros.

Esse dispensa apresentações, talvez seja o jogo mais importante de todos os tempos. Super Mario Bros. salvou o mercado de consoles da falência, definiu os rumos que os jogos deveriam seguir, criou regras do estilo de jogo plataforma iniciado com Pitfall, e fez o mundo ficar ligado em como o Japão iria seguir como mercado principal dos games. A busca pela princesa pelos 8 mundos do fantasioso reino dos cogumelos fez tanta gente ficar ligado que Super Mario se tornou uma máquina de dinheiro ainda mais rápido que Mickey Mouse, chegando a passar a popularidade do personagem. E o melhor de tudo, o jogo continua divertido até os dias de hoje, e olha que já se passaram 25 anos.

05 –  New Super Mario Bros. DS

New Super Mario Bros. DS teve o desafio de provar que a teoria de Shigeru Miyamoto, de que novos jogadores podem gostar de Super Mario a moda antiga tanto quanto os mais velhos. Foi criado um jogo inspirado no original, mas com mundos temáticos e novos chefes, além da presença de Bowser Jr., personagem apresentado em Super Mario Sunshine. Este está entre os mais vendidos e melhores jogos do portátil, mas mesmo conseguindo atingir seus objetivos, Shigeru Miyamoto não estava totalmente satisfeito com a produção. Segundo ele, pegaram leve no desafio para não assustar os mais novos, e depois ele reparou que isso não seria necessário. O erro foi corrigido pouco tempo depois no Nintendo Wii.

04 –  Super Mario World

Talvez o jogo mais anciosamente esperado pelos fãs de Super Mario, vindo na empolgação do sucesso de Super Mario Bros. 3.  Chamado inicialmente de Super Mario Bros. 4, além de apresentar gráficos muito coloridos, aproveitando o potencial do Super Nes, o mais novo console da época, Mario World fez Mario aprender novos movimentos como o giro que quebra blocos e principalmente trouxe Yoshi, um dos personagens mais queridos da série. O desafio era rodar o mundo destruindo os Koopalings para no fim salvar a princesa do Rei Koopa, ou “Bowser”.

03 –  New Super Mario Bros. Wii

A continuação de Super Mario Bros. mais próxima dos jogos originais foi esta. New Super Mario Bros Wii conseguiu realizar uma grande vontade de Miyamoto, a aventura com suporte a 2, 3 ou até 4 jogadores simultâneos, dentro de um jogo no estilo original do encanador. Além das roupas que dão poderes a Mario, estão de volta aqui os mundos temáticos clássicos, o Yoshi a moda antiga e os Koopalings que andavam esquecidos, salvo a participação da última dungeon de Mario e Luigi Super Star Saga. Também é legal ver que há elementos de todos os jogos como por exemplo o swich palace de Mario World e até os itens que podem ser jogados de Mario USA como o POW. Um bom destaque desta versão também é o desafio, apesar de que há muitas vidas no jogo, existem fases que podem fazer jogadores menos acostumados ao estilo clássico perderem a paciência.

02 – Super Mario Galaxy

Se existe um jogo nascido em 2d, que conseguiu manter a mesma qualidade em 3d este é o único. Super Mario Galaxy trouxe TUDO que tinha de mais importante em Super Mario Bros. 3 e adaptou ao 3d:  Gráficos que exploram bem os recursos do sistema, jogabilidade leve e fácil de controlar, fases com temas variados(até mais que o Mario 3), poderes variados, além dos ângulos mais loucos já captados num jogo de plataforma desde Nights, e a possibilidade de voar, apesar de não ser tão constante como nos jogos 2d. Galaxy tem também a melhor trilha sonora da série e outra boa vantagem desse jogo em relação aos anteriores em 3d é que as fases não cansam com o tempo, apesar de você voltar no mesmo local, novas rotas vão se abrindo, fazendo praticamente delas fases diferentes umas das outras. Pela primeira vez uma série consegue colocar em harmonia sua versão 2d e 3d, e claro que tal feito só podia ter vindo com a série que ensinou a fazer jogos de plataforma. O que falta agora? Explorar mais a possibilidade de voar em 3d, será que veremos isso na sequência ou num próximo console? O certo é que Yoshi vai retornar .

01-  Super Mario Bros. 3

20 anos depois, Super Mario Bros. 3 ainda impressiona. Foi o jogo de download mais vendido do ano passado no Wii. Porque Super Mario Bros. 3 é insuperável? Além da questão do 2d ser algo melhor de trabalhar que o 3d, a inspiração das fases, da quantidade de poderes, e o número de segredos que existem nas fases do jogo(provavelmente ainda tem algumas passagens que você não encontrou) fazem as outras versões manterem uma grande distância desta. Para um jogo de Nes, trazer a variedade de ambientes durante os 8 mundos é algo impressioante. Os Koopalings estreiaram nesta versão junto com seus terríveis airships. Se quiserem algo contra aqui vai: evite a versão de GBA, foi facilitada ficando um tanto retardada. O melhor é jogar no original pra saber porque o jogo impressiona tanto para os padrões da época, e pra quem achar muito longo pra jogar de uma vez(sem warps seu folgado), use o Virtual Console para usar o suspend play.

Observações: Se estiverem curiosos em saber porque eu não coloquei Yoshi Island e Super Mario Sunshine neste TOP, o primeiro eu não considero um jogo de Super Mario apesar da presença do mesmo, vejo como a série do Yoshi (Yoshi Story, Yoshi Island DS). Sunshine, apesar da melhora na jogabilidade em relação a Mario 64, e da voz da Peach ser linda de morrer, acho um jogo muito limitado para os padrões de Mario, e algumas vezes com idéias sem graça. Satisfeitos?





Toy Story – Ao infinito e além!

26 02 2010

Título: Toy Story
Sistema: Mega Drive
Disponível também para: Super Nes e PC
Prudução da Traveler’s Tales
Em parceria com Disney Interative, Hasbro e Ohio Art Company
Em 1995

Toy Story, a animação marcou o início de uma nova era de animações para o cinema e também o início do fim do padrão de roteiro tradicional da Walt Disney. Chamava atenção também o uso de marcas licenciadas de brinquedos, especialmente clásscios dos anos 80 como o Cabeça de Batata, Army Men, Traço Mágico e até a Barbie entrou na seqüência, e parte desses licenciamentos foram aproveitados no jogo. Apesar do jogo não conseguir fazer uma revolução como o filme, chamou atenção na época, mas não é tão memorável assim.  Comecemos:

Army Men e Cabeça de Batata estão entre os mais conhecidos

Roteiro
No filme, a trama principal é sobre um menino chamado Andy e seus brinquedos. Os brinquedos tem vida mas tem que esconder isso dos humanos. O favorito de Andy é o cowboy Wood, mas a preferência dele foi abalada com a chegada da figura de ação baseada numa série de TV, o astronauta Buzz Lightyear. Wood então começa uma disputa pela preferência de Andy, o problema é que o boneco Buzz acredita ser realmente o astronauta Buzz.  O jogo segue fielmente o roteiro do filme, mas para gerar fases, foram esticados diversos momentos, por exemplo, quando Wood atropela Buzz com o carrinho de controle remoto no filme é uma cena rápida de menos de um minuto, no jogo tornou-se uma fase inteira.

Atropelando o Astronauta

Gráficos
São o grande destaque do jogo. As cutscenes são apenas fotos paradas de momentos do filme, mas os gráficos in game se aproximam muito da tecnologia 3d do filme. Apesar do jogo ser 2d, os sprites e cenários passam um visual 3d, ao estilo Donkey Kong Country (Vale lembrar que o Donkey é ainda melhor graficamente). Alguns podem lembrar um jogo do Sega Saturn chamado Clockwork Knight. Comparando com a versão de Super Nes, o Mega tem uma desvantagem nas cores, ficando clara principalmente nos cenários de fundo. Mas estranhamente o Mega trás gráficos melhor na fase da máquina de bichos de pelúcia (aquela FPS).

Sons e Músicas
Há uma óbvia vantagem para o Super Nes pela melhor qualidade dos canais de som, mas a versão do Mega fez o que podia fazer de melhor nesse sentido. Em todo caso, é uma trilha sonora até interessante, apesar de não ser tão marcante. Os sons e vozes são bem convincentes, boa parte deles vinda diretamente do filme.

Na época era chamada "FASE TIPO DOOM!" AUUU DOOM STORY

Jogabilidade 
Não chega a ser travada, mas muitas vezes atrapalha. O Wood é um sprite grande, mas acaba ficando meio chato de controlar por conta disso. Nas fases onde a jogabilidade muda, também não fica muito melhor, como a fase do carrinho e a FPS, não estranhe se você ficar perdido nas paredes por acidente em ambas.

Desafio
A parte chata do desafo é o fato de raramente ter inimigos a serem derrotados. A maior parte do tempo você terá que pular e desviar de obstáculos. O que complica mais é a jogabilidade mencionada no item anterior, e o fato que os continues do jogo são raridade. Pensar em colocar uma criança pra jogar esse jogo pode ser complicado, o que pode ser ruim para um jogo baseado numa produção Disney.

Diversão 
Estranho, esse jogo em 1995 parecia mais divertido. Apesar do início ser bem legal, o estilo de fugir e desviar e os raros combates acabam deixando o jogo meio cansado, e o que complica mesmo é falta de SAVE ou PASSWORD quando você não tá mais aguentando o cowboy ou a jogabilidade dele. Se serve de consolo existem 4 fases onde o jogo sai do estilo de plataforma e tenta imitar o estilo de jogos conhecidos como Micro Machines, Mario Kart, Jogos de Nave e até uma fase FPS (visão de primeira pessoa)

Snes vs Mega 
Acima mencionei a diferença gráfica, mas há outras. No Super Nes, apesar da vantagem gráfica e sonora, nem tudo são flores. Mesmo sendo em cartucho, o jogo tem um estranho LOAD durante as fases, coisa que não acontece no Mega. A fase FPS tem a estrutura completamente diferentes de uma versão para outra. Além disso no Snes a fase roda na metade da tela, no Mega é quase full screen além de ter mais velocidade. A outra vantagem do Mega Drive é uma fase a mais dirigindo o carrinho, a fase tem um visual estilo Mario Kart. No geral eu fico com a versão do Mega.

É uma pena que Toy Story não pegou o auge da qualidade dos jogos com licenciamento que aconteceu durante toda era 8 bits e a primeira metade dos 16 bits, onde os grandes produtores do Japão trabalhavam com marcas americanas, principalemnte da Disney e Warner. O filme pode ainda estar em forma, a terceira e última parte vai chegar logo aos cinemas, mas rejogando a versão dos games achei o jogo um tanto quanto enferrujado.





Barbie nos 16 bits – Resenha dupla da boneca maldita

10 02 2010

Sim, eu me submeti a isso. Vocês me devem uma medalha agora.
Alguém já viu a Barbie no Nes? Acredite, no Snes e Mega Drive a coisa é pior ainda. E claro esta é LA BUEMBA DO MÊS
Acompanhem:

Título: Barbie Super Model
Sistema: Mega Drive
Também disponível para: Super Nintendo
by Hi Tech Expressions
Com a colaboração da Matel e Tahoe Software (Tá ruim Software, ruim mesmo… que
softhouse é essa mesma?!)
em 1993

Se fosse escolher quais seriam os 3 piores jogos de toda a geração dos 16 bits, com  certeza esse seria um deles. Não é por ser a boneca ridícula não, o jogo é ruim MESMO.

Esse jogo foi feito pra tentar trazer mais meninas pro mundo dos joguinhos, creio eu que  algumas pivetas devem ter jogado, mas duvido muito que tenham sido conquistadas pelo  jogo.

Pra começar o jogo é graficamente ruim, creio que até no Nes tenham jogos com melhores  gráficos que esse. O desenho da abertura até lembra a boneca, mas quando o jogo começa a  Barbie parece que envelheceu, com uma cara de Pamela Anderson dos dias atuais, comprovem  nesta foto:

O jogo consiste em minigames que supervalorizam futilidades femininas como se o interesse por carros, roupas da moda e claro maquiagem exagerada, um verdadeiro treinamento de pu**.

Ele mostra essa figura e pede pra vc achar a mesma figura.... Jogão né?


Os minigames por sinal não tem a mínima graça, passear pela cidade num carro mais lento  que uma tartaruga menstruada, escolher a figura certa(alguém consegue errar nesse  jogo?!), ou pintar a cara da boneca de acordo com uma revista.

A propósito, o jogo tem trilha sonora, mas pelo bem da vossa sanidade mental, aconselho  desligar o som para não ouvir a série de piados, ruídos e afins que eles colocaram como  música.

Pinte a Barbie e seja feliz


Deu pra sacar qual é a dos programadores né? Mas o pior é que no ano seguinte:

Título: Barbie Vacation Adventure
Sistema: Mega Drive
Também disponível para: Super Nintendo
by Hi Tech Expressions
Com a colaboração da Matel e Software Creations
em 1994

Errar(mesmo que seja um EPIC FAIL como o anterior) pode ser humano, mas errar duas vezes  num curto espaço de tempo é o que chamamos ter MERDA na cabeça.

Esse jogo não chega ao ponto de ser um dos piores jogos de todos os tempos como o  anterior, mas ainda assim é uma bela fonte de lixo tóxico.

Os desenhos não estão tão feios comparados aos do anterior, mas o gráfico ainda é bem fraco, a  boneca da abertura pouco lembra a original.
Mais uma vez colocaram Barbie cercada de minigames bestas que te farão desistir do jogo  em 5 minutos, mas pelo menos dessa vez não tem excesso de futilidades.

Em busca dos minigames

No início seu nome é perguntado, mas não vi ele sendo utilizado nenhuma única vez. Depois  um mapa mostra alguns pontos dos Estados Unidos onde se passam os jogos, dentre eles a  casa da Barbie que na verdade é uma mansão.

Fofocando safadesas

Antes de partir é claro que você pode ajustar as cores das roupas dela, que mudam de  acordo com o local visitado, já que você é uma garota FASHION!

Joguei em 3 localidades diferentes, o que me levou a 5 minigames bestas. No CARNIVAL, foram duas modalidades de tiro ao Álvaro diferentes, vejam as fotos.


Esses palhaços com boca aberta… sei não, parecem mais mensagens subliminares eróticas.  Acerta as bolas na boca aberta do palhaço. Bah!

No final ainda tive um minigame clichê mais chato de acertar o martelo e fazer o pequeno  peso subir.

Indo pra casa da boneca, encontrei as amigas fúteis e um minigame estilo “PASSARIM NO NINHO”(HAHAHAHAAHAH Ninguém lembra disso!), ou seja,  deve-se rodar pela casa procurando presentes.

Por fim, fui ver como era a fase na praia da Flórida, que é um mergulho nas profundezas  em busca de tesouros para a porca capitalista. Claro que não têm inimigos e o ar nunca  acaba.

Depois dessa eu já não agüentava mais esses game e vim compartilhar essa frustrante  experiência com vocês. Win?!





Toys – Jogando com um mordomo

6 02 2010


Título: Toys
Sistema: Super Nes
by Absolute Entertainment
em 1993

Seguinte, eu tentei jogar essa bomba chamada Toys, mas não consegui sair da primeira fase. Vamos do início:

Ao que parece, essa bizarrice é baseada num filme que pelo pouco que vi no jogo, jamais vou assistir…o roteiro fala sobre um clone debilóide do Hitler, que construiu uma fábrica de brinquedos idiotas que atacam pessoas.

Hitler quer dominar o mundo com brinquedos

Então dois caras mais idiotas ainda invadem a fábrica pra bancar de heróis. O personagem que controlamos é tão besta que parece um mordomo com algum problema mental, pois anda por aí segurando cabeças de elefante, patos e brinquedinhos tradicionais como peões e carrinhos. Essas porcarias obviamente são as armas, mas elas parecem mal planejadas pois não são eficientes o que deixa a dificuldade alta, porém é um desafio chato porque o jogo não oferece recursos decentes para defesa.

Soltei um pato pra acabar com o inimigo

Os inimigos com que você vai se deparar são os brinquedos de guerra como tanques e bombinhas. Então chega o ponto crucial: Se conseguir aguentar ficar sem apanhar no jogo por algum tempo, deve tentar quebrar cabeças verdes de elefante(os caras são obsecados por elefantes, vai ver que gostam de uma tromba), que na verdade são câmeras de segurança, só que em nenhum momento fica claro como se quebra as tais câmeras. Depois de dar dois Game Overs na fase tentando quebrar os elefantes verdes mandei o jogo ir tomar vocês sabem onde e fui dormir. Fica a dica…

Só por curiosidade: O jogo foi conceituado por David Crane, que decadência heim!