O Destino de um lutador

11 10 2009

Sentiram minha falta? É o que acontece quando se tem semanas de provas X_X.

Vejam o que é a vida meus amigos, uma hora temos alguém que no auge de sua forma torna-se celebridade… Este era Zangief no inicio dos anos 90!

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O sucesso com Street Fighter 2 foi tanto que Zangief chegou a atuar nos cinemas, arriscando uma de ator:

Zangief atua!

Zangief atua!

Hoje Zangief não tem mais sua barba nem o corpo bombado e está velho. Para sobreviver passou a morar no Brasil e atuar como Pastor, acreditem!

Mas algo dos seus dias de glória ainda permanece…

Para completar, Zangief ainda apresenta sérios problemas mentais, chegando a levar o stress do trabalho para as ruas!

Lamentável, mas essa é

IH!True Videogames Story.

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Igor Douglas Nery Monteiro – A Entrevista!

30 07 2009

ELE VAI FALAR E É AGORA!!!

Perguntas divididas em 3 blocos:
1 – Igor, o jogador
2 – Igor, o personagem vs o homem
3 – Igor, atualmente
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Salamander, aka - Jogo do Igor

Salamander, aka - Jogo do Igor

Bloco 1 – O jogador:
1 – Como você ficou conhecido por ser louco por joguinhos cabe aqui fazer um bloco de perguntas sobre o assunto. A primeira a maioria já sabe mas como há usuários atuais que sempre estão querendo saber sobre quem é o tão falado Igor, não custa nada um replay: como e com qual sistema percebeu que video-games seriam mais do que um hobby?

– Sinceramente, nao sei de onde eu posso dizer que fiquei conhecido por ser “louco” por jogos. eu simplesmente jogo porque gosto de jogar. apenas isso. nao vejo motivos pra ficar orgulhoso ou coisa do tipo. Quem sao esses usuarios atuais que querem saber quem sou eu? ou sao aqueles que querem apenas ficar falando de mim por nada? Mas vou encarar isso como perguntas pra quem realmente me conhece na vida real e que tiveram contato comigo e nao essa fantasia criada pelo bau de jogos. Eu comecei jogando no fliper faz muito tempo atras, no rio de janeiro, mas nunca fui bom em jogos. soh ficava tentando jogar e gastando ficha do dinheiro que eu pegava do meu pai, coisa de guri daquela epoca.  Eu me lembro que quando eu conheci  gradius e depois vi no msx, notei que era o mesmo jogo e eu sempre curti ele por causa do sistema de armas e dos lasers cruzando a tela. era novo e legal. eu jah conhecia yie ar kung fu, magical tree e knightmare no msx, mas desde que eu vi gradius pela primeira vez, esse tomou meu lugar de jogo favorito ateh hj. ai veio um monte de coisas depois. chegou um ponto que jogar videogame era a unica coisa que eu sabia fazer e queria continuar fazendo, mas ai vieram alguns problemas por causa do exagero. nada em excesso eh bom.

2 – Cite as séries que considera mais importantes para você e se preciso justifique a importancia do jogo. Em caso de séries com muitos episódios (Como megaman, sonic, castlevania…), cite quais os principais destas series.

– Pra quem me conhece eh facil. Eu sempre gostei de Gradius. qualquer um eu acho bom. jogo desde o primeiro, ateh o ultimo, incluindo salamander, parodius, os feito em casa, homebrew, etc.,  nao sei se vou chegar algum dia a jogar Otomedius. Ai depois vem um monte de séries de nave. Eu acho que jah joguei quase tudo que existe de nave. Nao me interessei pelos jogos de nave do amiga ou do atari xl. joguei poucos do commodore 64, mas a maioria esmagadora eh do fliper, do msx. Eu curto muito esse tipo de jogo pq eu sempre gostei de avioes de guerra. Se eu tivesse seguido carreira militar, com certeza teria me esforcado pra ser um piloto. Teve uma epoca que tudo que tinha o nome da konami era bom, entao eu procurei jogar todos os jogos da konami. Tambem gosto de rpg como ys, legend of heroes, shinning force, phantasy star, final fantasy 5… de tiro como super contra, hard corps, de aventura como rygar, god of war… de corrida como outrun2, fzero gx, ridge racers 2, gran turismo 4… tem um monte de jogo que eu curto.

3 – Algumas séries clássicas estão sendo consideradas perdidas (por alguns fãs) em suas versões recentes. As que mais recebem críticas negativas são Final Fantasy e Sonic. O que pensa sobre o futuro das séries clássicas.

-Eu tiro como base um pensamento: qual a diferenca entre as proximas geracoes de gran turismo e enduro? Enduro assim como night driver, eh visto por tras. desse tempo pra cah, o que melhorou fundamentalmente foram a musica e os graficos, e mesmo assim, isso nao quer dizer que o jogo soh pq eh mais novo, serah mais divertido. entao na minha opiniao, o videogame vai ter uma hora que nao vai mais ter o que inventar e vai ficar soh naquilo. eh uma moda que estah passando. Eu hoje penso que o videogame atual tah tao proximo da realidade que eh mais legal sair e viver a tua vida real que jogar videogame, ou entao pegar um fim de semana com uns amigos, comprar umas cervas, e passar a tarde jogando videogame velho e ficar matando tempo jogando conversa fora. Eu acho que o prazer de jogar um videogame tem que permanecer mesmo que se tenha alta tecnologia disponivel. eu me divirto muito com outrun2 e nem cheguei a jogar dieito forza motorsport ou project gotham racing 4. gosto da simplicidade, do ambiente classico dos videogames, onde o jogo eh tao bom, te agradou tanto ao ponto de tu desligar o videogame e querer que tudo que tu passou ali fosse de verdade ou igual na vida real. Essa eh a magia dos videogames, fazer o cara ‘viajar’.
4 – Você ainda tem projeto para jogos caseiros de MSX? Caso sim pode dar detalhes sobre o projeto?

-Sim, eu cheguei a fazer alguns. Mas nenhum deles estah completo. Tudo que eu fiz foi baseado nas historias que eu criava, mas jah faz mais de 8 anos que nao tenho feito mais nada em relacao a jogo algum. Meus projetos eram baseados nos herois que eu criava. Nunca gostei de pegar e ver se era possivel fazer um port ou uma versao alternativa do jogo x. Sempre gostei mais das minhas proprias ideias. Moon Ride Fighters, Red Moon, Perdido no Bolacha, Bagual Fighter, etc. Nao vou entrar em detalhes aqui pq realmente sao muitos. Eu poderia escrever um livro inteiro de ideias, porque realmente foram muitas. Quem quer saber sobre elas, basta entrar em contato comigo. Nao completei os projetos pq na maioria das vezes, me faltava o conhecimento pra fazer algo que o jogo precisasse. o unico que eu realmente achei que iria chegar ateh o fim, foi o jogo de nave que eu e o Fernando Cercato fizemos juntos para o pc. eu com o design e ele a programacao. Algo que eu realmente gostaria que tivesse chegado ao fim, ateh porque prometia muito e chamou a atencao de quem jogou na epoca, por causa das reaçoes positivas.

5 – Quem conheceu o famoso IGOR da Internet logo fazia referência a jogos de nave da Konami e os 2 clássicos Metal Gear de MSX. Hideo Kojima, é considerado pela crítica o nome mais importante e influente da historia dos games. O que pensa sobre o senhor Kojima? Acha que é marketing da mídia ou eles tem razão no que dizem?

-Nao me recordo de ter feito referencia alguma aos Metal Gear de MSX. Hideo Kojima? um cara que faz o que gosta e ainda ganha uma boa grana com isso.

6 – E falando em crítica de games as nossas revistas atualmente não oferecem muita credibilidade. A maior delas, EGM vem com matérias a maioria importada da versão americana e recheadas de jabá muitas vezes tentam fazer um jogo ruim ou mediano tornar-se clássico. Fale sua opinião sobre o assunto.

-Faz parte da midia ajudar a vender algum produto. Eu nao sei, mas acho que a Egm Brasil nem existe mais. E com a internet ai disponivel pra todo mundo, fica desnecessario ter revistas… nao leio revistas de videogame faz anos…

7 – Encerrando este bloco de perguntas mande uma mensagem para os fãs de games.

-A unica mensagem que me vem a cabeca eh aquela que usavam pra vender o master system no Brasil que eu achava legal: “É apenas um jogo….mas poderia ser verdade.”

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A imagem do Igor que ficou conheicda pelo seu HATE site.

A imagem do Igor que ficou conhecida pelo HATE site MAIOR CORO DO BRASIL

Bloco 2 – Personagem vs Homem
1 – Muitos eventos foram desencadeados na net para que o Igor Douglas ganhesse certa notoriedade como um personagem, isso por volta de 1997. O primeiro passo de tudo isso seria um texto, que dizem ter sido escrito por sua pessoa. Ainda lembro que meu irmão que tinha me apresentado o famoso arquivo .txt “A VIDA DE IGOR”. Este texto foi realmente escrito por você? Você assume o arquivo como 100% verídico ou hoje em dia você poderia dizer que houve um pouco de exagero poético?

-Sim, houve um exagero poético propositalmente. Quando eu sai do Rio de Janeiro em 1992 e cheguei em Rio Grande no Rio Grande do Sul, fiquei isolado por quase 1 ano, por causa do choque cultural. Alcantara e Rio Grande sao completamente diferentes, e na solidao, eu comecei a escrever e a desenhar, e notei que gostava disso. Quando consegui meu MSX 2, eu escrevia mais ainda e tentava bolarhistorias pra poder ter ideias pra fazer jogos. Dai surgiu a ideia de comecar a escrever sobre mim mesmo de uma forma totalmente distorcida, como se fosse roteiro de algum quadrinho pra ver se ganhava alguma sensibilidade, drama ou coisa do tipo. Esse texto tem 3 versoes, essa versao que estah na internet eh a primeira e acredito eu que foi pego quando eu levei um disquete na casa dos cercato em 1996. Mas eu nunca dei importancia se eles tinham pego ou nao pq nada ali eh verdadeiro. Nao era a minha intencao que isso fosse se tornar publico. Comparei tudo ali a Gradius pq era a unica coisa que eu gostava na epoca, e as pessoas e as situacoes ali descritas, tirando dois amigos meus que hj estao casados e que nem gostam de videogame que eu coloquei apenas pq nao tinha mais o que escrever, nao existem. Foi tudo inventado. Na ultima versao que tem o dobro de tamanho do original, eu jah teria colocado o meu primeiro amigo de Rio Grande, que seria o Felipe Rego, mas isso ja era dezembro de 1996, e eu jah tinha tirado minhas proprias conclusoes quando fiz um demo para um jogo chamado Paroavg, que foi a base pra outra ideia minha que surgiu como fanzine, o Moon Ride Fighters.

2 – Logo foi criado o HATE SITE “IGOR DOUGLAS O MAIOR CORO DO BRASIL”(Até hoje não sei o que isso significa ;p). O site era assinado pelo grupo de gamers cohecido hoje em dia pelo site de crítica/humor de game “BAU DE JOGOS”. Pelo conteúdo pode-se notar que você e usuários como Adam WArlocker (Stanley Ipkiss), Heitor, dentre outros viviam com você uma relação de confrontos e amizade. Afinal você eram amigos e a amizade entrou crise ou nunca ouve amizade com estas pessoas?

-Eu nao sei quem criou o bau de jogos, mas sei de alguma pessoas que fazem parte dele. Eduardo Piccini Cercato, Heitor Barcellos, Diego Martins, etc. Conheci eles atraves do Eduardo no final de 1992, porque todo mundo estudava no mesmo colegio, e eu era muito encrenqueiro. Eu falava pro Eduardo que nao poderia existir Ys3 pro msx, entao ele me provou nao soh que eu estava errado, como tambem me apresentou o MSX 2. Ai junto com eles eu conheci o Heitor que soh falava de Amiga e o Diego que gostava de pc na epoca eu acho. Eles ja eram amigos de longa data, e eu queria saber tudo sobre o msx2 entao ficava lah na volta deles, mas eram extremamente egoistas e mal-educados. Eu acabei fazendo amizade com Fernando que era o irmao mais novo do Eduardo, o qual aindasou amigo ateh hj e muito me ajudou a conseguir a informacao que eu precisava, muitas vezes quando o eduardo nao estava em casa e a gente ia ateh o quarto dele pra pegar alguns livros e disquetes, gracas a isso eu consegui as revistas eletronicas que eles faziam como a Dungeon e pude entender o codigo e algumas funcoes que eu precisava nos meus projetos de jogos de msx. Apesar disso, eu curtia trocar uma ideia com Eduardo, porque ele tinha mais conhecimento sobre os jogos de videogame em geral e ainda por cima desenhava e tinha um monte de quadrinhos em casa. Isso me influenciou bastante e eu acreditava que se eu seguisse aquele caminho, poderia conseguir fazer um jogo a nivel profissional. entao eu comecei a programar no msx, a escrever historias, a desenhar mangá, e ainda aprender musica, muitos amigos eu fiz por gostar dessas coisas. Mas eu brigava muito em casa com meus pais, que nunca aceitaram que eu fosse pro lado da informatica ou coisa do tipo. Nunca tive apoio. Entao eu tinha que recorrer aos cercato pra poder continuar as coisas que eu gostava. Acho que foi em 1997 que o fernando comprou um pc e comecou a se interessar por programacao. E eu tinha ido na casa do Diego, que tava programando um editor de jogo em XT, mas que ninguem entre eles sabia desenhar, ai eu comecei a fazer os objetos e itens do jogo deles e isso chamou a atencao. Tempos depois eu tinha falado com Fernando pra gente fazer um jogo qualquer, usando graficos, e dai nasceu a ideia de fazer um jogo de corrida com paletes de cores. No fim, Eduardo tinha se acertado com Fernando pra fazer o restante dos graficos, e o jogo ficou uma porcaria soh. Eu nao gostei do que ambos fizeram, e jah suspeitava se o Eduardo tinha ou nao capacidade de desenhar algo que nao fosse ficar ruim, pq eu jah desenhava melhor que ele nessa epoca, e achei que tava rolando uma inveja da parte dele… Logo depois pintou a ideia de se fazer um jogo de nave, pq eu acho que o Diego tinha implementado a funcao em pascal de transparencia grafica, Double Buffer, como no msx2. Agora o grafico podia ficar sobreposto, mas usando a capacidade do pc. A ideia era muito boa e eu e o Fernando comecamos a trabalhar juntos nela, e ateh mesmo eu tive que calcular o tamanho das telas que iriam passar no fundo, desenhei 3 folhas de papel oficio e escaneamos cada uma delas, filtramos no coreldraw e no adobe photoshop pra que ficasse no nivel que o computador pudesse suportar. tive de colorir tudo manualmente, pixel a pixel pra que ficasse com um visual profissional, enquanto o Fernando resolviaos problemas com a programacao. Tava indo tudo muito bem ateh o dia que eu tive que estudar pra fazer uma prova de matematica, dai eu tive que me ausentar uns dias, e mesmo eu explicando que tinha essa prova, Fernando me cobrava que eu tinha que continuar os graficos, ai no fim acabou do Eduardo persuadindo o Fernando novamente e ele assumiu os graficos e o resto… ai eh o que todo mundo que baixou o jogo conhece. originalmente era pra ter umas 5 ou 6 fases, varias armas e inimigos, e no fim, o eduardo deixou o jogo com um aspecto horrivel. dai entao eu decidi que nao faria mais nada com eles. Mantive a minha amizade com Fernando, que sempre que podemos conversamos em algum dia a gente poder voltar a fazer algo juntos. O tempo passou, veio a internet, Fernando casou, e eu perdi contato com Eduardo e companhia. ai eles comecaram a fazer esses sites tipo o bau de jogos que eu nao sei porque eles continuam a me ofender. certamente eh falta de  maturidade. Jah faz um tempo que venho recolhendo material e textos dessas ofensas, e informacao da hospedagem do site no provedor vetorial.net e logo depois do incidente com o “Slotman” do msxbr-l, eu recebi alguns emails de pessoas oferecendo conselhos e uma direcao pra iniciar um processo judicial contra as pessoas envolvidas com o bau de jogos. Mas por causa da minha amizade com a familia Cercato, eu sempre fiz vista grossa pro assunto, e como nunca me trouxe problemas na vida real, e alem de servir pra me mostrar como EU mesmo mudei em relacao a falta de maturidade dessas pessoas, e nao me soma nada de positivo, resolvi ignorar qualquer tipo de comentario feito por eles. Mesmo assim, se caso isso se tornar um empecilho, jah tenho tudo preparado pra acionar os meios legais contra as pessoas envolvidas. Hoje em dia eu nem me interesso mais tanto por videogames e paro pra pensar, que a pessoa que me mostrou um monte de coisa e que podia ter entrado pro time e colaborado bastante, ironicamente preferiu seguir um outro rumo, e a colaborar com sites como bau de jogos, foi o Eduardo. Se ele, o Diego e o Heitor tivessem feito junto comigo e com o Fernando o minimo de esforço que fizeram pelo bau de jogos lah no fim dos anos 90, hoje a realidade seria completamente diferente.

3 – Uma historia que rolou muito na internet foi sobre uma carta que você teria escrito para Konami falando sobre a vontade de trabalhar na empresa. Dizem que acabaram lhe enviando uma carta resposta falsa é verdade? Caso seja verdade, depois disso você conseguiu obter alguma respostas verdadeira por parte da Konami?

-Sim, é verdade que eu tentei contatar a Konami do Japao duas vezes procurando saber informacoes de emprego. Eu enviei esses dois emails atraves do computador do Fernando, em 1996. Até hoje eu nao sei se foi falso, mas o Fernando me falava na epoca que o Eduardo tinha forjado a segunda resposta.

4 – Os fãs do personagem “IGOR DOUGLAS” sempre lembram de historias como “VELHINHA DO BOM AR”, “BOLACHA NO PAU DE CACHORRO” e outras bizarrices do gênero. Estas histórias publicadas na internet eram todas caluniosas? Também foi dito a cerca de dois ou três meses atrás no baú de jogos que o usuário conhecido pelo nick Lionel Richie tem interesse em fazer IGOR O FILME contando algumas destas histórias. O que pensa sobre isso?

– Nao conheco nenhuma dessas historias. Nunca ouvi falar nada sobre isso.

5 – Pessoas que fizeram parte da sua vida também acabaram virando “personagens”. Um dos mais lembrados é o Sr. Luís e seu pai. Nas versões personagens Sr. Luís é retratado como um tipo de Mestre no melhor estilo Sr. Miyagi, que segundo dizem foi este senhor que o transformou num jogador apaixonado. Já seu pai era retratado como um militar linha dura como aqueles da ditadura brasileiras. Quais as semelhanças entre os personagens e estas pessoas reais?

– O Seu Luis era um senhor que morava conosco no Alcantara 2, e ele tinha muita coisa de Spectrum. Quando migrou pro msx, tinha mais gente na volta que tinha recem comprado o micro e ele meio que dava suporte pro pessoal. Na verdade, isso foi por volta de 1988, que meu pai tinha decidido que eu ia pro colegio militar, mas ai eu conheci o seu luis e o msx, e desisti da ideia. Eu tinha mudado completamente a minha opiniao e queria trabalhar e viver de qualquer forma da informatica. Ai meu pai se decepcionou com a minha decisao de nao fazer carreira militar e acabou nao dando apoio algum pra minha nova escolha. O que gerou muita briga e confusao dentro de casa nos anos seguintes.

6 – E pra encerrar este bloco, uma expressão famosa de IGOR é “TORNAR-SE UM JOGADOR CIDADÃO”. Defina melhor o que isto significa.

-Nunca falei isso.

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Acreditem, este é o IGOR atual.

Acreditem, este é o IGOR atual.

Bloco Final – Atualmente

1 – O que você faz hoje em dia na sua vida pessoal?

– Trabalho e moro sozinho na cidade de Rio Grande no Rio Grande do Sul.

2 – E na sua vida de jogador o que anda acontecendo atualmente? Pretende comprar algum sistema atual?

– Praticamente nao jogo mais. Minha vida mudou totalmente da epoca que eu jogava pros dias de hoje. Videogame toma muito tempo util. Muito raramente eu vou no fliperama da praia do Cassino pra jogar alguma maquina com os amigos. Nao pretendo comprar mais nada relacionado a videogames.

3 – Muitos estranharam seu novo visual “EMO”. Como entrou em contanto com o movimento emo? O que acha da associação que é feita diretamente de “EMO” com “Homossexualismo”?

– Eu Emo? Negativo. o pessoal fala eh por causa do meu cabelo ou das minhas fotos no orkut. Antes de mais nada eu nao curto nenhuma banda emo ou coisa do tipo. Nao curto Fresno, NX Zero ou coisa assim. E continuando a responder a pergunta, eu nao sei se o cara que curte emo deve ser associado com o homossexual, pq eu acho que emo eh um estilo musical e nao tem nada a ver com sexo ou coisa do tipo.

4 – Na Net, além do ORKUT existem outros locais onde podemos ler algo escrito por você ou simplesmente para bater papo?

-MSN: magicspellbr@hotmail.com, fora isso, pra quem mora em Rio Grande, eh soh marcar e sair pra algum lugar e conversar.

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Obrigado, e até a próxima!

-Ok.

igor





Donkey Kong Jr. e Donkey Kong 3 – Do sucesso ao caça-níqueis.

5 02 2009

Boas e ruins continuações, como o mundo do entretenimento viveria sem elas?! Com nosso Donkey Kong não foi diferente. O sucesso do primeiro trouxe mais dois na cola, e são esses dois que vamos ver hoje por aqui, fechando a primeira trilogia do Donkey Kong.

Título: Donkey Kong Jr.
Lançamento: 1982
Empresa: Nintendo
Sistema: Arcade
Conversões: Atari 2600, Nes, CP400(famoso quem)…(etc etc etc)

DK "2"

DK "2"

Não perderam tempo – Apenas 1 ano depois que emplacaram um grande sucesso, já faziam os jogadores de arcade engolir uma continuação. E uma continuação das mais bizarras – Donkey Kong… Jr.?!?!

Mas como assim o herói virou vilão: É isso aí. A ideia impactante do segundo Donkey Kong foi fazer o Mario, ainda Jump Man, ser o vilão do jogo. Caramba o Mario tá com um chicote maltratando o bichim!!! É isso aí. Na história, o gorila foi preso na jaula pelo Mario, mas ele não contava que havia um filhote. No papel do filhote, você parte para o resgate do grandão. Fica claro a influência do original, especialmente na jogabilidade. Mas ao invés de subir escadas são cipós/cordas e não há martelos pra matar os inimigos, apenas frutas que são derrubadas e que por um acaso podem acertar os inimigos que são um tipo de jacaré bocudo(klap trap?) e pássaros que dão razantes e botam ovos pra te acertar. Como no original o jogo se divide algumas telas: 1 – Nas árvores onde os klap traps te atacam pelos cipós, 2 – Ainda na área de floresta, vai ser preciso ter um pulo certeiro nesta tela onde passam a vir também os pássaros chatos 3 – Usina elétrica. Atenção para pular, ou não, as descargas elétricas e finalmente a 4ª tela da jaula que é preciso levar todas as chaves para trazer liberdade e acabar com o maldito encanador. Já a trilha sonora parece uma variação do original, não chama muito atenção. No geral é uma boa continuação, mas não trouxe nenhuma grande surpresa. Vale lembrar que em 1992, o DK Jr. foi usado na primeira versão do popular Mario Kart.

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Salvando "Princeso Donkey" e matando o Mario

Salvando "Princeso Donkey" e matando o Mario

Mas se achavam que esse foi um tanto bizarro, Shigeru Miyamoto acabou errando a mão de vez na terceira parte.
Título: Donkey Kong 3
Lançamento: 1984
Empresa: Nintendo
Sistema: Arcade
Conversões: Nes
Ainda mais bizarro que o anterior, este parece um bruto dum caça níqueis. O estilo do jogo nada tem haver com o Donkey original, é bem menos criativo e mais nonsense. Resolveram deixar o Mario de lado e aqui tu és um jardineiro(?!). O macaco chato está afim de acabar com o jardim e manda abelhas ladras pra cima de ti que… NOSSA QUE MERDA HEIM?! Este nem conclusão pro roteiro tem!!! Fique entre as plataformas borrifando inseticida na bunda do macaco (WTF?!?!?!?!) até que ele resolva derrubar um inseticida mais forte e você joga-lo na próxima tela. Mas como nem tudo são flores (só as do teu jardim Arguinhos!!!) abelhas abelhudas saem da colméia que o Donkey sacode o tempo todo e te atacam ou levam as flores embora. Ataque-as! Também há lagartas que não morrem são chatas porque na hora de atirar no Donkey elas acabam fazendo uma barreira. Na tela final deves enfiar a cabeça do macaco na colméia. É isso, 2 anos depois o jogo involuíu. Nem a musiquinha legal tem mais. Recomendado pra uma sessão de descarrego da Nintendo, CAÇA NÍQUEIS DO INFERRRRNO! DIABO DO MEU ÓDIO!!!! KUNTAKINTÊ!! Ê Ê!!!
Ele leva na bunda

Ele leva na bunda

 
Não precisava disso

Não precisava disso

   
 
Ele venceu... Fim!

Ele venceu... Fim!





Donkey Kong – O Video-game Evoluíu do Macaco…

3 02 2009

A frase acima pode parecer apenas uma piadinha, mas vale como fato. O caro leitor pode estar se perguntando, “Como, meu amigo blogueiro, você pode estar falando tamanha besteira?!?! Um programa eletrônico não pode evoluir de um mamífero pulguento!!!” Acalme-se e escute o ensinamento do mestre Daniel-san, Vamos acompanhar nossa primeira resenha, pois a partir dela será compreendido o pensamento acima. Vamos voltar as salas de arcade de 1981…

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Título: Donkey Kong
Lançamento: 1981
Empresa: Nintendo
Para: Arcade
Conversões: Atari 2600, Nes, Collecovision, CP400(famoso quem)…(etc etc etc, até no Nintendo 64 tem esse jogo secreto no Donkey Kong Country 64)

Momento Revoltex – Falar de Donkey Kong é como falar de como a Nintendo começou seu plano para dominar o planeta. Não, vou falar sério mesmo agora. Com toda certeza, quem começou a jogar nesses Play Stations e 64s não vai ter a mínima idéia da importância desse jogo pra industria dos games e porque o Shigeru Miyamoto é um nome tão lembrado e adorado por tantos. Uma coisa que me revolta é que mais ou menos com o sucesso da geração de video-games da era 32/64 bits surgiram rivalidades idiotas. Não que não houvessem antes, sempre houveram desde da época de Nes e Master System, que foi quando pela primeira vez eu escutei discussões como: “o meu é melhor porque tem o Mario”, “o meu é melhor porque tem o Alex Kidd”. Mas nessa época não tinham babaquices do tipo: “Me recuso a jogar porque é da nintendo”, ou ainda “Me recuso a financiar a Sony”. Parece até coisa daqueles comunistas babacas de universidade. (VOMITA) Porra, se tem um jogo que te agrada tu não vai jogar nem elogiar porque é esse ou daquele sistema?! Que se explodam vocês. Desde as origens procurei jogar todos os sistemas, sempre levando em conta a minha preferência no sistema que tem maioria de jogos interessantes pra mim. O que é pior é que babacas desse tipo desprezam a importancia do trabalho desses caras – Miyamoto por exemplo – que por ser um sinônimo de Nintendo, quem é um Sonista cego começa a desprezar. Estudando o passo inicial dele que no caso foi o Donkey Kong, e principalmente os dois seguintes Super Mario Bros. e Legend of Zelda, encontramos toda a influência e reflexo pra boa parte do que temos hoje. Mas hoje quero falar do Miyamoto antes da fama falemos de Donkey Kong.

Nintendo Begins – Antes de se dedicar apenas aos jogos eletrônicos, a Nintendo era uma empresa comparável a nossa Brinquedos Estrela. Eles faziam joguinhos de mesa, baralhos, brinquedinhos de plástico… Começaram nos jogos sendo os distribuidores do Odyssey no Japão e criando seus arcades. O primeiro sucesso no Japão se chamou Radar Scope um joguinho vindo na cola de um sucesso de 1978 da Taito – Space Invaders. O presidente da Nintendo na época Hiroshi Yamaushi então envia seu genro Minoru Arakawa para os Estados Unidos e assim fundou a Nintendo of America, levando consigo na bagagem os planos pra emplacar Radar Scope fora do Japão. Mas aí… FUUUUUUUUUUUUUUUUUCK! Os americanos desprezaram o Radar Scope e o Arakawa tinha encomendado 3.000 máquinas. Pra completar todos os desings de games da Nintendo estavam ocupados no momento em outros projetos. Imaginem o pensamento dele neste momento “MALDITOS YANKES! VOU PERDER MEU CASAMENTO POR CAUSA DE UM ARCADE!!!!” Arakawa lembrou de um artista chamado Miyamoto que ele conhecera, e implorou pra que salvase sua pele(e seu casamento imagino eu). O problema é que Miyamoto não entendia porcaria nenhuma de jogos e programação, e tinha um certo desprezo por tecnologia. O iniciante Miyamoto começava então a visitar salas de arcade e entrevistar jogadores pra saber o que estaria faltando pra que um jogo surgisse e que não fosse só mais um jogo. Pra entender o que Miyamoto percebeu é preciso que saibam como era a situação dos jogos até aquele momento 

Sr. Miyamoto e seus filhinhos

Sr. Miyamoto e seus filhinhos

Alguns dos maiores sucesso em games até ali eram jogos como PONG, CENTIPEDE, SPACE INVADERS, PACMAN… o que eles todos tem em comum? 1º Os graficos são formas geometricas e pontinhos, onde você deve usar sua imaginação pra definir a situação dos personagens e o mais importante, são jogos que não falam sobre nada, há inicio, meio mas não há fim, o jogo acaba quando você perder todas vidas, pois as fases passam a se repetir infinitamente cada vez mais dificil. Então ele decidiu que iria fazer que o videogame tivesse algo semelhante a livros e filmes – uma historia – o começo, o meio e o fim, pois desde de o inicio o que ele queria era fazer um tipo de arte, por isso ele tinha essa antipatia pelo mercado eletrônico. Desde de a sua infância Miyamoto gostava de criar historias de fantasia e assim seria o seu game. Inspirado/chupinhando o filme clássico King Kong, mas usando um estilo mais engraçadinho, Miyamoto desenha um pequeno mangá entitulado Donkey Kong, não com o objetivo de lançar a revistinha, mas para os programadores adaptarem ao jogo.

O roteiro era simples: Um homem(The Jump Man) e sua namorada estavam felizes juntos, quando um macaco gigante foge duma jaula de um circo/zoo, vê a garota e cativado pela beleza da moça, a captura e leva para o mais alto prédio local, ainda em contrução. Cabe ao seu homem pulador alcançar os andares por onde o gorila leva a namorada. No caminho sua única arma são martelos para quebrar os barrís que o gorila encontrou no prédio e os arremessa o tempo inteiro contra o herói. Ao final o homem joga o gorila do prédio matando-o (palavras do Miyamoto, num documentario da Discovery ele afirmava que originalmente o Donkey Kong morria) e vive feliz pra sempre com sua garota.

É assim que nasce um jogo

É assim que nasce um jogo

Pra completar, como não podiam encomendar novas placas de arcade e o Radar Scope estava lá encostado, fizeram o jogo em cima da placa do Scope e ficou direitinho. Então o próprio Miyamoto criou umas musiquinhas bonitinhas pra serem usadas(ele até hoje toca baixo e violão) algumas bem marcantes como a da abertura que  mais de 10 anos depois foi reutilizada numa nova versão do Donkey Kong para Super Nes.  Pra ver se valia a pena lançar essas máquinas colocaram num barzinho dos Estados Unidos e pra surpresa de todos a máquina não parou de funcionar um só segundo. Foi o 1º grande passo da carreira de Shigeru Miyamoto, e também um passo importante para o que estava por vir pra Nintendo e toda industria dos games.

Então crianças, entenderam porque o game evoluíu do macaco?

Analisando o jogo: Depois da aulinha acima só nos resta analisar o Donkey Kong. Graficamente ele foi na época a 1ª vez que foi visto um personagem humano que realmente parecia um desenho de um humano, pois antes disso eram só formas geometricas, especialmente quadrados. Jump Man que só em 1984 acabou sendo rebatizado de Mario, era um personagem simples, um baixinho, narigudo, bigodudo de boné e macacão vermelho. Essas características não estavam lá a toa. Numa época onde os graficos eram muito limitados, a baixa estatura serviu pra disfarçar que a tecnologia não permitia um personagem maior, o narigão serviu pra chamar atenção e mostrar que aquilo era um humano, o bigodão foi colocado porque não tinham pixels suficientes pra desenhar a boca e finalmente boné, por ser dificil colocar cabelo naquela época, e cores vermelhas pra ficar chamativo. O prédio São basicamente 3 telas – as subidas diagonais, os elevadores e o topo do prédio onde a historinha acaba. Resumindo estas telas é mais ou menos assim – nas diagonais pule dos barrís e caso queira uns pontinhos a mais pegue o martelão que na minha opinião atrapalha quem quiser apenas salvar a mulher. Na dos elevadores, que é a mais dificil, os pulos pelas plataformas devem ser precisos ou você perde uma vida, é preciso também tapear os fogos inimigos e se posicionar contra os pula pulas arremessados pelo gorila. Nesta tela também surgem itens que valem pontos. Na tela final destrua a estrutura pra derrubar o macaco do topo do predio. Aqui até que o martelo ajuda pois os fogos são maiores e podem acabar te cercando. Claro que como é típico da época depois que tudo acaba recomeça com uma dificuldade maior, mas pelo menos antes de recomeçar, neste passa a conclusão com o Jump Man e sua namorada in love e o macaco espatifado.

 

Famosas diagonais e Malditos elevadores!

Famosas diagonais e Malditos elevadores!

  Adaptações: De todas as versões, claro que o arcade original é o melhor, pois todas as versões adaptadas são sofríveis, até para época deles. Na verdade a versão do NES tem seu mérito por ser uma boa representação do jogo, porém a dificuldade é muito menor(muito mesmo), e cortaram a animação do gorila fugindo. Vale lembrar a versão do Atari 2600 que ficou bastante conhecida por aqui, mas é uma versão cretina de ruim, o barulho do Donkey de atari tem programa de TV brega que até hoje usa. As outras lamentáveis adaptações nem valem a pena comentar.

 

No nes até que dá pro gasto

No nes até que dá pro gasto

 

Já no Colleco...

Já no Colleco...

Famosa mas ordinária versão de Atari 2600

Famosa mas ordinária versão de Atari 2600