Back to the Future 3 – Uma nova maneira de resenhar

28 04 2010

Olá amiguinhos, já falamos sobre vários cientistas este mês, e claro o clássico Dr. Ernest Marrom da série de filmes De Volta para o Futuro, não poderia ficar de fora. Mas hoje vamos fazer de forma diferente, vos apresento a foto resenha, uma maneira de resenhar toda a frustração ou emoção de um joguinho através de imagens. E para tal vos trago uma celebridade de internet, RAGE, o popular FUUUUUUUUUUU…

Título: Back to the Future Part III
Ano: 1991
Para Mega Drive
Produção da POBRE distribuído pela ARENA

Esta resenha tem o padrão REIROM de qualidade

Muito bom heim? O Sr. Rage é  praticamente o Chaplin hardcore! Mas depois de resenhar este pedaço de sucata, ficou faltando destacar isso: depois de tanto perder na primeira tela, descobri que os machados devem ser… derrotados! Era a última coisa que eu pensaria, dar um tiro num machado!!! Mesmo chegando um pouco mais longe depois dessa maravilhosa descoberta ainda não consegui sair da primeira tela!!! Estranho acho que esse mês vai ter duas bombas do mês! Pobre Dr. Ernest não merecia isso.

Atirando num... machado(?!?!?!)





Dr. Robotnik’s (sem “i” no “ti”) Mean Bean Machine – O velho truque do jogo disfarçado…

20 04 2010

Título: Dr. Robotnik’s Mean Bean Machine
Produção da Compile com maquiagem da SEGA
para Mega Drive
em 1993

Era uma vez um jogo chamado Puyo Puyo que fez com que o Japão esquecesse qualquer variante de Tetris. Puyo Puyo trazia como grande diferencial a centralização no combate entre jogadores, como se fosse um jogo de luta, mas … é um puzzle ;-p

Olha o "carisma" do robô!

Os americanos, com toda sua “sapiência” achavam que um jogo sobre uma menina bonitinha que joga gosmas coloriadas pra combater monstros não seria uma boa idéia, então resolveram subistituir os personagens: ao invés da menina, puseram o cientista gordo e bigodudo inimigo do Sonic, Dr. Ivo Robotinick(usando o padrão do cartoon do Sonic), que aqui se intitula o criador das gosmas. Ao invés de monstros, os enlatados que o Robotinick cria, que acabou sendo tão enlatado quanto esse jogo… Pra completar as músicas foram BASTANTE pioradas nessa versão.

Dr. Robotinick mandando todos se fuderem

Bah, em resumo, é o Puyo Puyo 2 muito mais feio, mas com menus em inglês.

O objetivo é fazer sequências de gosmas da mesma cor, lembrando o Columns, mas ao invés de 3 itens, aqui são 4 ou até mais, pois a regra pode mudar em alguns momentos. Para combater seu adversário é preciso fazer combos, ou seja posicionar as cores estrategicamente, para que ao sumir de uma sequência, duas ou mais sejam apagadas com a movimentação das gosmas.

Quanto maior seu combo, maior será o número de gosmas cinzas lançadas contra seu inimigo. As cinzas não somem em contato com as de mesma cor, é preciso fazer sequências de outras cores ao redor delas para que desapareçam. A princípio parece simples, mas pesquise sobre esse jogo e você vai ver vídeos e aulas de estratégia que são uma verdadeira coisa de louco, baseado nessas regrinhas aí. Não é exagero, esse é um dos melhores jogos de puzzle já feitos, mas se possível jogue a versão japonesa, ou a do Super Nintendo (Kirby’s Avalanche) que tem desenhos e músicas mais interessantes.

Auuuu, Gente boa!





Pinky And The Brain, The Master Plan – Uh Pinqui i uh Celebru

15 04 2010

Título: Pinky And The Brain, The Master Plan
Desenvolvido por Warthog e distribuído por Conspiracy Entertainment Corp., em parceria com WB Interactive Entertainment.
Para: Game Boy Advanced

“O que vamos fazer essa noite Cérebro?
O que fazemos todas as noites, escrever resenhas para o mundo!”

mapa com o famoso laboratório acme

Esses dois ratos de laboratório faziam parte da gangue dos Animaniacs, mas o produtor Steven Spilberg ficou apaixonado pelos dois e resolveu dar uma série própria. Depois de muito tempo no ar, uma softhouse menor resolveu fazer um jogo baseado nas tramas de domínio mundial do rato/cientista Cérebro. Porém esta não seria a primeira aparição dos dois num videogame, pois eles são os últimos chefes dos jogos dos Animaniacs de Mega Drive e Super Nes.

Mas vamos ao jogo do GBA, a trama é sobre um super satélite de alcance mundial capaz de prever as mudanças climáticas. Cérebro percebe que pode alterar o satélite para controlar o clima do mundo, e assim ter poder sobre todos os líderes mundiais. Com os planos feitos os ratos vão dormir na sua jaula, mas os ratos da jaula vizinha resolvem ver o que os dois estão aprontando e descobrem o plano, roubando-o para si. Agora Pinky e Cérebro devem recuperar seus planos antes de seguir para o satélite.

Inflando o cabeção

Bem como podemos ver a idéia é semelhante as do desenhos, mas como rola o jogo? Trata-se de um jogo de plataformas 2d sem grandes novidades. Na verdade o jogo parece querer imitar Earthworm Jim, mas é bem mais simples. Você comanda os dois ratos ao mesmo tempo, cada um tem suas habilidades próprias: Cérebro tem pulo duplo e pode inflar a cabeça para voar com o queijo verde e Pinky é mais forte e quebra paredes com o queijo verde. Ambos podem se livrar dos inimigos com pulinhos na cabeça, puxar/empurrar caixas e usar uma arma de raios(item).

Os personagens “morrem” no primeiro hit, a não ser que você esteja com a arma, aí eles perdem a arma primeiro e no segundo hit “morrem”. Para recuperar um deles, encontre uma porta com uma estrela. E olha só, os continues são limitados, nunca mais pensei que veria um jogo com continues limitados! Começa com no máximo 3(altere no options), mas bastou eu vencer o quebra cabeça do bonus stage pra ganhar mais 3. Também é possível jogar multiplayer mas não tive chance de testar se é um modo de batalha ou o jogo normal com dois jogadores controlando Pinky e Cérebro ao mesmo tempo.

O cretino primeiro chefe

Apesar de “bonitinho” o jogo tem um grave problema de criatividade, os inimigos são poucos e repetitivos, assim como as fases de bonus e principalmente a música que as vezes enche a paciência, e nem sequer colocaram o tema dos desenhos. Pra complicar mais sua vida, os programadores pensavam que o jogo era de Super Nes e usaram sistema de password ao invés de save/load.

Uma fase submarina

Não chega a ser um lixo mas tá longe de ser um jogo inspirado. Se tiver um tempo livre dê uma jogada rápida, caso contrário ignore. Além disso já sabemos que esse plano do Cérebro não dará certo mesmo, mas o plano atual já está correndo muito bem, como todos sabemos(veja na imagem abaixo).





Dr. Jekyll and Mr. Hyde – HUAHUAHUAHUA BR BR!

12 04 2010

TÍTULO: Dr. Jekyll and Mr. Hyde
RESPONSÁVEISA: Bandai, Advance Communication Company e Toho Cinefile-soft Library
PARA: NES

Como vocês sabem, muitos jogos são ruins, mas poucos são (in)dignos de serem…

A BOMBA!
LA BUEEEEEEEEEMBAAAAAAAA!
DE MÊS!!!

Bomb Jump WTF?!?!?

DOUTÔ JECA E SINHÔ ISCONDIDU!

Essa bengala não serve pra nada... saudades do tio patinhas

Se não sabem, deveriam saber que Dr. Jekyll and Mr. Hyde é um livro/filme clássico, onde um cientista (estúpido?) se usa como cobaia de sua fórmula experimental e acaba virando a primeira encarnação do incrivel Hulk. Tudo bem que seria uma idéia interessante pra um jogo de horror / ação, mas infelizmente juntaram um bando de retardados para criar o jogo. Eu vou destacar aqui o único ponto positivo: o cenário é bem acabado pra época e para o console. E só. De resto meu amigo, a tempos não via um jogo com tantos pontos negativos, esse está com certeza entre os piores jogos já produzidos para NES, quiça da história dos jogos eletrônicos. No Nes, ruim igual a esse acho que só o Cheetah Men 2. Tudo aqui é ruim, a jogabilidade, a idéia dos inimigos, do estilo do jogo, o som, os sprites e até a caixa e a tela de abertura são ridículas.

Olha o jeito que esse bichano ataca!

Até onde minha mente aguentou esse jogo, você começa com o Doutô Jeca passeando pela cidade, mas a vizinhaça é a mais bizarra possível, comparavel a vizinhaça do Paper Boy(lembram desse?). Pela cidade andam cavalheiros que soltam bombas(?), dondocas que te empurram, moleques de estilingue, gatos assassinos que andam na ponta das patas, cachorros loucos e pássaros que cagam sem parar(é sério isso, não tô querendo fazer gracinha). Sem nenhum bom motivo, todos esses seres debilóides estão loucos pra te atacar. E o que fazer? O Jeca não tem arma nenhuma, um botão pula e outro dá uma bengalada que estranhamente não serve pra nada… vocês entenderam? em CAPS por favor: “VOCÊ ESTÁ SENDO ATACADO POR PESSOAS E ANIMAIS BIZARROS E SÓ TEM UMA BENGALA QUE NÃO MATA NINGUÉM!”.

Chuva de bosta causada pelo pássaro

Agora você sabe porque chamam isso de jogo de horror, porque é tudo horrível! Quando inevitalvelmente você apanhar muito pela cidade, a segunda barra(meter) vai secando até você virar o Hide. Quando você pensa que a coisa vai ficar legal e você vai poder matar a vizinhança toda… SURPRESA, Mr. Hide é teleportado pra uma outra dimensão a noite onde a tela anda sozinha e ele só pode dar um soquinho que é muito ruim pra acertar os inimigos que são muito ágeis.

Virei o Sr Escondido, mas o jogo só piorou. E QUE RAIO DE INIMIGO É AQUELE?!?!!?

BANDO DE PUTOS! QUE MERDA!!!! O QUE ELES QUERIAM COM ISSO?!?! COMO ALGUÉM PENSA QUE ISSO SERIA DIVERTIDO?!

Não vale o cartucho que foi gravado… aliás não vale nem a ROM que foi transformado! Quem estiver com um cartucho, troco por um pacote de bolacha!

Isso lembra algum outro jogo?





Dr. Franken – Doutô Francisco, mas chame de Chico

11 04 2010

Título: The Adventures of Dr. Franken
Responsável pela obra: Motivetime LTD (AHM?!) e publicado por DTMC (QUEEE?!)
No: Super Nintendo
No ano de: 1993

Mapa desta bagaça

Puta merda, esse joguinho viu… Vô te contar, as vezes eu fico com vergonha de dizer que gosto de ficar horas jogando video-game quando aparece uma obra retardada como esta. Deixa eu ver quem produziu tamanho escremento…  Motivetime LTD… Belo nome, se algum dos leitores tiver notícia de onde surgiram esses debilóides fazer avisar.

Qualé a desse Doutô Francisco? Apesar do jogo ser de 1993, os caras não se deram nem ao trabalho de colocar alguma coisa que faça você entender sentido do jogo, tipo uma cutscene contando o roteiro, ou mesmo um pequeno texto introdutório seria aceitável. Não vendo sentido nenhum no jogo, me dei a liberade de adaptar um roteiro que combine com a existência pútrida deste jogo:

Dando HORYUKI

 

Roteiro: Era uma vez, um pivete nerd lammer chamado Reirom. Reirom sempre teve inveja dos seus colegas por eles sempre comprarem os videogames atuais e ele só conseguir jogar nas locadoras, como a Locadora do Dedé. Mesmo assim, Reirom nunca foi um bom jogador e sempre era humilhado pelos seus companheiros de jogos. “VINGANÇA” ele prometeu, após ser derrotado pela 1.000ª vez no jogo Frostbite do Atari 2600, pouco tempo depois de não ter conseguido sair da esgunda fase de Megamania.

Assim surgiu Dr. Reirom

“ESSES JOGADORES DE LOCADORA PEGAM MUITO PESADO COMIGO! EU SEI ELES USAM CHEATS PRA PASSAR 10 FASES HUMANAMENTES IMPOSSIVEIS! MAS NUNCA MAIS DEIXAREI ISSO OCORRER EU JURO” E REIROM passou a não mais jogar em locadoras para economizar dinheiro para montar um império científico. 20 anos mais tarde, o antes menino REIROM surgiria como cientista para concluir seu maléfico plano: “DR. REIROM RENASCEU DAS CINZAS AMIGO! CRIEI A CRIATURA RADICAL MÓR! ELE ESTÁVIVOESTAVIVO!!! VÁ FRANCISCO E ESPALHE O NOME DE REIROM PELAS LOCADORAS” E assim começa a aventura.

RADICAL CARA!

O jogo: No papel de uma tentativa frustrada de fazer um Frankstein teen radical, você deve cruzar as fases meio labirinto em busca da saída antes que o tempo sem nenhum bom motivo acabe. Os inmigos são tão retardados quanto o seu Frank, e a maioria morre com um golpe apenas. O Francisco pode chutar, dar voadoras e fazer uma imitação de Guile do Street Fighter(Flash Kick). Há ainda dois golpes especiais no L e R. Um solta um tiro limitadíssimo que paralisa os inimigos(inútil) e o outro solta um raio que tira seu HP. Por ser uma obra de REIROM, o personagem é estúpido e cheio de animações tão estúpidas quanto.

Imitando o Guile

Aliás os gráficos do jogo em si são estúpidos, com sprites grandes e cenários visualmente confusos. O soundtrack combina com a atmosfera retardada do jogo, só faltou o LOROM do Megaman vs Reirom.

Concluindo: Vocês tem que jogar essa porcaria… pra saber o quanto é ruim! Sério, cada inimigo novo que aparecia eu tinha vontade de por um screenshot aqui pra vocês verem o nível da coisa, é um pior que o outro. Mas tinha um que eu não podia deixar passar observem a foto abaixo e me digam o que acham:

Esse cretino tem um balão enfiado no rabo!

Melhor foi o meu primo que quando chegou na segunda fase ARRANCOU SEM DESLIGAR o cartucho do videogame e atirou contra a parede!





Joy Mecha Fight – João, o Mecânico Lutador

4 04 2010

Título: Joy Mecha Fight
Produzido em 1993
por Nintendo
para NES

Cientistas mostram Manjar das putarias

Roteiro: Imitaram o Megaman 1. Dois cientistas chamados Ermin e Ivan trabalhavam juntos criando robôs, mas adivinha só?! Ivan traiu o amigo e roubou os robôs para espalhar terror pelo mundo. Agora o Dr. Ermin transforma seu robô Skapon, um robô feito para fazer palhaçadas, em um robô lutador. Skapon(que nomezinho maldito) terá que lutar contra 7 outro robôs, cada um com uma habilidade especial. Tá tá, o objetivo não é contar um roteiro dramático cheio de emoção e aventuras épicas…

A verdade é que eles eram amantes

Esse é um joguinho que não saiu do Japão. Foi lançado no “período de despedida” do Nes, numa época que Street Fighter 2 era o jogo mais “radical da parada”. Quem não podia migrar para os 16 bits não podia curtir Street Fighter II em casa, e a solução, melhor dizendo, o quebra-galho eram alguns poucos jogos que chegavam no estilo Street Fighter: uma versãozinha de TMNT Tournament Fighters, diversos Street Fighter piratas de qualidade duvidosa e o tal de João Meca Faiti.

Tente entender a cena

Inimigo sendo reformulado

Sobre o jogo: A Nintendo pensou o seguinte – já que o Nes não aguenta o tranco de personagens grandes num jogo de luta, vamos criar sprites grandes mas pouco detalhados, e cenários mais simples. O resultado foi que a ação do jogo ficou rápida, sem câmeras lentas nem sprites piscando, contudo… os poucos detalhes dos personagens que são formados praticamente de formas arredondadas, criam animações confusas, pois além de tudo, parte dos membros deles não tem nenhuma ligação.

A jogabilidade é estremamente simples, os dois botões do Nes devem ser usados em combinações, mas nada estilo hadouken ou shoryuken, basta apenas apertar os botões juntos, apertar rápido um botão ou segurar pra baixo e apertar o botão. Esses comandos é claro que vão variar de acordo com o personagem escolhido. No modo 1 Player, você começa jogando com Skapon e escolhe contra quem quer lutar. Ao invés dos tradicionais dois nocautes, em Joy Mecha Fight são três. A cada inimigo derrotado, (Megaman ganha a arma) o cientista vai converte-lo em herói e você poderá jogar com quem quiser. No geral não é muito dificil.

O tal de flame... solta fogo


Não sei quanto a vocês, mas acho que tanto o Master system quanto o Nes, não nasceram para os jogos de luta, não adianta o quanto os produtores de jogos se esforcem.





Este mês no 9-volt: Cientistas e Inventores

1 04 2010

Jogos onde os destaques são personagens tão criativos e inteligentes que fazem máquinas e fórmulass absurdamente malucas ou tem planos para o bem ou para o mal.

Êtisalaivi

Eis os criadores do Google

ORLY?!