Eles estão chegando…

13 07 2010

E vão falar o seu idioma…

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Didi na Mina Encantada – “UUUH DIDI!!! UH HUHUHU!”

1 07 2010

Título: Didi na Mina Encantada
Publicado por: Magnavox e Philips(Brasil)
Ano: 1982
Sistema: Odyssey 2

Aqui vai mais um episódio sobre as fantasias destruídas da minha infância!
Falemos um pouco sobre o Odyssey 2, um videogame oitentista que ganhou certa notoriedade aqui no Brasil, mas no geral levou uma surra do Atari 2600.

Na nossa terrinha ele foi distribuído oficialmente pela Philips, que tirou o “2” do nome do console, afinal o Odyssey original nunca havia sido lançado por aqui. A Philips também distribuiu os jogos oficialmente, mas o problema é eles tinham a mania de aportuguesar certos títulos, assim como as distribuidoras de filmes fazem até hoje. Com isso na cabeça, eles mudaram “The Attack of the Time Lord” para “O Senhor das Trevas”, “Power Lord” para “Serpente do Poder” e algumas traduções ao pé da letra como “Killer Bees” para “Abelhas Assassinas”.

Um dos hits do console levava a marca “Os Trapalhões”, que apesar de não significar muita coisa pra molecada atual, eram os Reis do Domingo nos anos 80, tanto que eram exibidos em horário nobre, antes do fantástico, e assim foi até 1993. Com a morte de dois integrantes a marca foi perdendo força até se tornar um programa infantil que é exibido até hoje pela rede Globo, e o tal do Renato Aragão não se manca que passou da hora da aposentadoria.

Mas voltando ao jogo… Em minha infantil mente, eu tinha plena certeza que estava jogando um jogo do Didi em busca de ficar rico. Aqui está a caixa que a Philips usou na época:


Um jogo que se passa praticamente na Serra Pelada. Vejam aqui imagens do jogo:

É no estilo Donkey Kong, onde deve-se subir alguns pisos procurando (esperando na verdade) uma chave aparecer do nada enquanto se desvia de pedregulhos. Ao pegar a chave, escolha uma porta colorida das três que ficam no meio dos pisos. De acordo com a cor da porta, a cor do piso vai mudar. Atenção para não pegar a porta preta, pois com o piso preto é impossível ver os buracos!

E como o jogo é no estilo Atari, ele repete repete repete até você enjoar. E só é uma vida nêgo! Aí é que vem a parte legal… Uma das lendas da época , que eu fiz questão de espalhar pelo prédio onde morava, é que o Mussum aparecia no jogo!


CACILDIS! EEEEEEEEEEEITA!!!!

E eu tinha plena certeza que ele estaria lá, e que quem estava jogando os pedregulhos eram Dedé e Zacarias! O problema é que depois que eu cresci e descobri a Internet, acabei descobrindo também que o jogo do Didi nunca existiu, era tudo uma fantasia da Philips para vender os joguinhos! Malditos SEJAM! Caixa do jogo original:

PETE??!?!?! AAAAAAAAAAH! DESTRUIRAM MINHA INFÂNCIA DE NOVO!!!





Um ano sem Michael Jackson…

25 06 2010

EM MEMÓRIA DE MICHAEL JACKSON (1958-2009)

Um ano depois da morte de Michael Jackson, presto aqui mais uma homenagem por meio do ouriço Sonic. Como foi divulgado pela revista Black’n’White, Michael Jackson “secretamente” compôs 6 músicas para o jogo Sonic 3 em 1994. Para evitar problemas devido aos escândalos em que o astro andava envolvido, seu nome foi colocado nos créditos sob o pseudônimo de Scirocco. Aqui estão as 6 músicas compostas por Michael:

Vale destacar que esta última, o tema dos créditos, é praticamente a mesma música “Strangers in Moscow” do álbum History, sendo que History foi um álbum lançado um ano depois de Sonic 3, ou seja Stranger in Moscow foi uma música composta para o jogo.  Aqui está uma fusão das duas músicas:

Uma versão orquestrada para completar:





Mais retro chegando no Wii

4 06 2010

Logo mais, um novo jogo de 8 bits estará disponível no Wii. Seria um GTA de NES?!





No tempo em que as revistas eram legais – Round 2

28 01 2010

Ação Games e VideoGame foram as primeiras revistas que tive notícia a serem distribuídas pelo país. Tive meu primeiro contato com a Ação Games quando ainda era um edição especial da revista “A Semana em Ação”.

Mas os leitores não davam trégua a nenhuma das duas publicações, com vocês agora a sessão de cartas da Ação Games:

Olha que isso faz muito sentido! Um cartucho de Master que funciona num clone do Nes….

Ah não, mais adaptadores imaginários e impossíveis. Pensem num adaptador de Mega Drive pra rodar num Nintendo 8 bits?! Vamos melhorar a situação:
Não basta criar os adaptadores imaginários entre consoles, agora querem um adaptador de cartuchos de videogame para serem usados num MSX. A coisa poderia ficar pior? Sim, poderia:
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!! UM ATARI COM ADAPTADOR PRA CONSOLES DE  8 E 16 BITS!!!! NÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃO, MELHOR AINDA!!! ADAPTADOR DE NEOGEO PRA ATARI!!!! NINGUÉM MERECE!!! PRÓXIMO!!

Inteligência artificial. Esse é o grande segredo dos consoles de 8 bits, por isso tinham tantos jogos com truques. Os próprios cartuchos criavam seus truques para desafiar a inteligência dos humanos. NEXT!

Deixa eu ver se eu entendo esta criatura. Ele terminou o jogo e quer que novas fases apareçam? Você vive numa época onde pacotes de expansão e downloads não existem amigo, portanto, deixe de fantasiar besteiras.

Obviamente guardei o pior para o final. Antes de ler, guardem bem este nome: LOURIVAL, este sujeito vai mudar sua concepção sobre games após a leitura da épica epístola abaixo.


AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAAH
ELE PROCURAVA AS LETRAS DA PASSWORD NO JOYSTICK!!!!
AAAAAAAAAAAAAAAAAA AAHAHAAHHAAHAHAHAHAHAHAHAHAHA